Saltar para o conteúdo
snsRadar · Observatório do Serviço Nacional de Saúde

O SNS, hospital a hospital · 2013–2026

Dados do Portal da Transparência do SNS, publicados pela ACSS, DE-SNS, INFARMED, SPMS e INEM, e do registo de contratos públicos do IMPIC (domínio público). Reutilizados ao abrigo da Lei n.º 68/2021. Não é um serviço oficial do SNS.

Lisboa · Lisboa e Vale do Tejo

Hospital de Cascais

Hospital de Cascais Dr. José de Almeida

Indicadores
30
Dados desde
2013
Natureza
Parceria público-privada
Compara-se com
16 unidades

Parceria público-privada. Única unidade hospitalar do continente fora do modelo ULS — comparações de eficiência com ULS não são equivalentes.

Mortalidade ajustada ao risco

0,94

6 % menos óbitos do que o esperado

3234 óbitos observados, 3431 esperados · intervalo de 95 %: 0,91 a 0,98

Comparação corrigida pelo tipo de doentes que a unidade recebe — capítulo de diagnóstico, idade e sexo. É o único indicador desta página que permite comparar mortalidade entre hospitais. Período: 2021-01 a 2025-10.

Padronização indireta. Sobre os limites de comparar hospitais por mortalidade: Lilford & Pronovost, BMJ, 2010;340:c2016 e Shahian D. M. et al., New England Journal of Medicine, 2010;363:2530–9.

Leitura de conjunto

17 indicadores comparáveis

Face à mediana das 43 unidades do SNS, a Hospital de Cascais está 9 vezes melhor, 2 vezes em linha e 6 vezes pior, nos 17 indicadores em que a comparação faz sentido.

  • melhor que a mediana
  • em linha
  • pior que a mediana
Onde está melhor
Dias de espera no internamento antes da cirurgia programada0,2 dias 73 % abaixo da mediana nacional
Onde está pior
Úlceras de pressão adquiridas no internamento2,67 ‰ 305 % acima da mediana nacional

Cautela. Isto é uma contagem, não uma avaliação. Salvo a mortalidade ajustada ao risco, nenhum destes indicadores corrige o tipo de doentes que a unidade recebe: um hospital que trata casos mais graves fica abaixo da mediana sem que isso signifique piores cuidados. Estar acima em mais indicadores do que abaixo não faz de uma unidade melhor do que outra. 13 indicadores ficaram de fora por serem neutros — subir ou descer não é bom nem mau.

Acesso

Quanto se espera para ser atendido

Consultas médicas hospitalares

12 meses até mai. 2026

257 763

mediana nacional: 289 709

jan. 2013mai. 2026

Máximo 25 493 em mar. 2026 · mínimo 7393 em abr. 2020

Ver este número na fonteDE-SNSatualizado 30 de julho de 2026

Primeiras consultas realizadas em tempo adequado

12 meses até mai. 2026

86,7 %

35,8 pontos acima da mediana nacional

43 pontos acima da mediana do Grupo C (17 unidades semelhantes: 43,7 %)

33 264 em 38 366

jan. 2013metade das unidadesmediana nacionalmai. 2026

Máximo 96,6 % em ago. 2021 · mínimo 44,2 % em nov. 2023

Cautela. Conta apenas as consultas com registo no CTH. Consultas fora desse circuito não entram no denominador.

Ver este número na fonteDE-SNSatualizado 30 de julho de 2026

Dias de espera no internamento antes da cirurgia programada

12 meses até mai. 2026

0,2 dias

73 % abaixo da mediana nacional

63 % abaixo da mediana do Grupo C (17 unidades semelhantes: 0,5 dias)

406 em 2301

Tempo entre a admissão e a cirurgia, em episódios cirúrgicos programados. Mede dias de cama ocupados antes de operar, não a espera em lista.

jan. 2013metade das unidadesmediana nacionalmai. 2026

Máximo 1,4 dias em dez. 2014 · mínimo 0,1 dias em fev. 2026

Ver este número na fonteDE-SNSatualizado 30 de julho de 2026

Doentes em lista de espera cirúrgica dentro do tempo máximo garantido

12 meses até mai. 2026

90,2 %

13,4 pontos acima da mediana nacional

35 696 em 39 575

Percentagem de doentes inscritos para cirurgia cuja espera ainda não ultrapassou o Tempo Máximo de Resposta Garantida.

jan. 2018metade das unidadesmediana nacionalmai. 2026

Máximo 93,1 % em mar. 2025 · mínimo 62,2 % em jun. 2020

Ver este número na fonteDE-SNSatualizado 30 de julho de 2026

Atendimentos em urgência

12 meses até mai. 2026

126 447

mediana nacional: 137 498

abr. 2015mai. 2026

Máximo 21 971 em out. 2025 · mínimo 0 em nov. 2025

Ver este número na fonteDE-SNSatualizado 30 de julho de 2026

Atendimentos em urgência com prioridade alta (vermelho e laranja)

12 meses até mai. 2026

12,4 %

mediana nacional: 10,7 %

15 662 em 126 447

abr. 2015metade das unidadesmediana nacionalmai. 2026

Máximo 17,6 % em dez. 2023 · mínimo 7,8 % em ago. 2015

Cautela. Uma proporção alta de prioridades urgentes pode indicar boa filtragem da procura não urgente, ou uma população mais doente. Não é, por si, medida de qualidade.

Ver este número na fonteDE-SNSatualizado 30 de julho de 2026

Qualidade

Resultados dos cuidados prestados

Partos por cesariana

12 meses até mai. 2026

32,2 %

mediana nacional: 33,7 %

781 em 2423

jan. 2013metade das unidadesmediana nacionalmai. 2026

Máximo 40,8 % em ago. 2025 · mínimo 19,0 % em mai. 2021

Cautela. Não ajustado ao risco. Maternidades que recebem gravidezes de alto risco, ou que servem populações mais velhas, têm taxas legitimamente mais altas. Uma taxa acima da referência não indica, por si só, má prática.

Referência histórica da OMS: 10 a 15 %. É o consenso de 1985 — em 2015 a OMS deixou de fixar um alvo, por concluir que a taxa ideal é desconhecida e que, acima de 10 %, mais cesarianas não estão associadas a menos mortes de mães ou de recém-nascidos. Está na escala como marco de leitura, não como meta a atingir. Organização Mundial da Saúde, Declaração sobre taxas de cesarianas, 2015 (WHO/RHR/15.02).

Ver este número na fonteDE-SNSatualizado 30 de julho de 2026

Cesarianas em gravidezes de termo, feto único e de cabeça para baixo

12 meses até mai. 2026

33,3 %

4,5 pontos abaixo da mediana nacional

564 em 1692

A taxa de cesarianas restrita às gravidezes de um só feto, de cabeça para baixo, às 37 semanas ou mais — fora ficam as situações em que a cesariana é quase sempre a decisão certa: prematuridade, apresentação pélvica, gémeos. Não exclui, porém, as mulheres com cesariana anterior.

jan. 2015metade das unidadesmediana nacionalmai. 2026

Máximo 41,2 % em ago. 2025 · mínimo 18,0 % em nov. 2016

Cautela. Sobe acima da taxa global em 35 das 37 maternidades, e a razão está no indicador seguinte: quem já teve uma cesariana volta quase sempre a tê-la, e esses partos são de termo, unifetais e cefálicos — caem todos dentro deste grupo. Não é, por isso, a medida ajustada ao risco que o nome sugere: para isso seria preciso excluir também a cesariana anterior, e a ACSS não publica esse indicador de forma utilizável (ver reference/NOTAS.md, secção 22).

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Cirurgias em ambulatório, entre as que o poderiam ser

12 meses até mai. 2026

96,2 %

6,2 pontos acima da mediana nacional

6479 em 6736

Entre os procedimentos que podem ser feitos sem internamento, a proporção que efetivamente o foi. Evita noites de internamento desnecessárias.

jan. 2013metade das unidadesmediana nacionalmai. 2026

Máximo 97,5 % em jun. 2025 · mínimo 77,5 % em ago. 2013

Ver este número na fonteDE-SNSatualizado 30 de julho de 2026

Fraturas da anca operadas nas primeiras 48 horas

12 meses até mai. 2026

88,3 %

36 pontos acima da mediana nacional

34 pontos acima da mediana do Grupo C (17 unidades semelhantes: 54,3 %)

293 em 332

Doentes com mais de 65 anos. Operar nas primeiras 48 horas está associado a menor mortalidade e menor perda de autonomia.

jan. 2013metade das unidadesmediana nacionalmai. 2026

Máximo 100,0 % em jun. 2016 · mínimo 54,2 % em jun. 2023

Ver este número na fonteDE-SNSatualizado 30 de julho de 2026

Mortalidade a 30 dias por AVC hemorrágico

12 meses até mai. 2026

27,3 %

0,8 pontos acima da mediana nacional

5 pontos abaixo da mediana do Grupo C (17 unidades semelhantes: 32,3 %)

jan. 2013metade das unidadesmediana nacionalmai. 2026

Máximo 66,7 % em fev. 2024 · mínimo 0,0 % em jan. 2018

Cautela. A fonte publica apenas a taxa, sem numerador nem denominador. Não é possível agregar corretamente vários meses nem ajustar ao risco.

Ver este número na fonteACSSatualizado 30 de julho de 2026

Mortalidade a 30 dias por AVC isquémico

12 meses até mai. 2026

9,8 %

2,2 pontos abaixo da mediana nacional

0,9 pontos abaixo da mediana do Grupo C (17 unidades semelhantes: 10,7 %)

jan. 2013metade das unidadesmediana nacionalmai. 2026

Máximo 27,3 % em jan. 2018 · mínimo 0,0 % em jan. 2014

Cautela. A fonte publica apenas a taxa, sem numerador nem denominador. Não é possível agregar corretamente vários meses nem ajustar ao risco: mostramos o valor mensal tal como publicado, sem o somar a outros períodos.

Ver este número na fonteACSSatualizado 30 de julho de 2026

Partos vaginais depois de uma cesariana anterior

12 meses até mai. 2026

0,0 %

em linha com a mediana nacional

0 em 175

Entre as grávidas de termo, com um só feto de cabeça para baixo e uma cesariana anterior, a proporção que teve parto vaginal. Mede se o hospital oferece essa possibilidade ou se trata a cesariana anterior como decisão definitiva. Em Portugal, a mediana das maternidades é de zero: a primeira cesariana determina, na prática, todos os partos seguintes.

fev. 2015metade das unidadesmediana nacionalago. 2025

Máximo 43,8 % em out. 2016 · mínimo 0,0 % em ago. 2017

Cautela. Nem toda a mulher com cesariana anterior é candidata a parto vaginal, e a escolha informada da grávida é uma razão legítima para não o tentar. Uma taxa alta não é, por si, melhor cuidado.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Reinternamentos até 30 dias

12 meses até mai. 2026

4,2 %

2,3 pontos abaixo da mediana nacional

553 em 13 143

Proporção de doentes que voltaram a ser internados no prazo de 30 dias após a alta. É a medida clássica de alta prematura ou de continuidade de cuidados mal assegurada depois de sair do hospital.

jan. 2013metade das unidadesmediana nacionalmai. 2026

Máximo 8,5 % em mar. 2015 · mínimo 2,8 % em jun. 2020

Cautela. Não está ajustado à gravidade. Doentes crónicos e idosos reinternam mais por razões alheias ao internamento anterior — e um hospital que trate doentes mais graves aparece pior sem que isso signifique pior cuidado.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Reparações de aneurismas da aorta abdominal

12 meses até mai. 2026

0

mediana nacional: 0

Número de reparações de aneurismas da aorta abdominal.

jan. 2015mai. 2026

Máximo 0 em jan. 2015 · mínimo 0 em jan. 2015

Reparações de aneurismas da aorta abdominal — 309 no país, 15 unidades
  1. ULS São José78
  2. ULS Coimbra62
  3. ULS São João55
  4. ULS Santo António32
  5. ULS Almada-Seixal17
  6. ULS Braga14
  7. ULS Trás-os-Montes e Alto Douro14
  8. ULS Lezíria9
  9. ULS Viseu Dão-Lafões6
  10. ULS Alto Ave5
  11. ULS Gaia/Espinho5
  12. ULS Santa Maria5

As três maiores fazem 63 % do total do país. É uma contagem, não uma medida de resultado.

Cautela. É uma contagem, não uma medida de resultado.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Angioplastias coronárias

12 meses até mai. 2026

9

mediana nacional: 20

Número de angioplastias percutâneas das artérias coronárias (PTCA) — o procedimento que desobstrui a artéria no enfarte agudo do miocárdio.

jan. 2015mai. 2026

Máximo 2 em jun. 2017 · mínimo 0 em jan. 2015

Angioplastias coronárias — 5665 no país, 29 unidades
  1. ULS Coimbra639
  2. ULS Algarve552
  3. ULS Tâmega e Sousa457
  4. ULS Trás-os-Montes e Alto Douro430
  5. ULS Arrábida390
  6. ULS Amadora/Sintra377
  7. ULS São João353
  8. ULS Braga344
  9. ULS Gaia/Espinho276
  10. ULS Santo António274
  11. ULS Alentejo Central256
  12. ⋯ mais 17 unidades
  13. Hospital de Cascais9

As três maiores fazem 29 % do total do país. Esta unidade faz 9 por ano — 25.ª de 29. É uma contagem, não uma medida de resultado.

Cautela. É uma contagem, não uma medida de resultado.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Cirurgias de bypass das artérias coronárias

12 meses até mai. 2026

0

mediana nacional: 0

Número de cirurgias de revascularização do miocárdio (CABG). Só um punhado de centros do país as faz.

jan. 2015mai. 2026

Máximo 0 em jan. 2015 · mínimo 0 em jan. 2015

Cirurgias de bypass das artérias coronárias — 1581 no país, 7 unidades
  1. ULS São João496
  2. ULS Gaia/Espinho400
  3. ULS São José296
  4. ULS Coimbra211
  5. ULS Santa Maria143
  6. ULS Lisboa Ocidental28
  7. ULS Braga7

As três maiores fazem 75 % do total do país. É uma contagem, não uma medida de resultado.

Cautela. É uma contagem, não uma medida de resultado.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Endarterectomias da carótida

12 meses até mai. 2026

0

mediana nacional: 0

Número de endarterectomias da carótida — a cirurgia que remove a placa que obstrui a artéria do pescoço, para prevenir o AVC.

jan. 2015mai. 2026

Máximo 0 em jan. 2015 · mínimo 0 em jan. 2015

Endarterectomias da carótida — 278 no país, 15 unidades
  1. ULS São José59
  2. ULS Coimbra52
  3. ULS São João44
  4. ULS Santo António22
  5. ULS Almada-Seixal20
  6. ULS Braga18
  7. ULS Tâmega e Sousa16
  8. ULS Alto Ave15
  9. ULS Loures-Odivelas8
  10. ULS Gaia/Espinho5
  11. ULS Algarve4
  12. ULS Lezíria4

As três maiores fazem 56 % do total do país. É uma contagem, não uma medida de resultado.

Cautela. É uma contagem, não uma medida de resultado.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Resseções do esófago

12 meses até mai. 2026

0

mediana nacional: 1

Número de resseções do esófago realizadas. Tal como a do pâncreas, é uma cirurgia de alto risco em que o volume do centro conta.

jan. 2015mai. 2026

Máximo 3 em ago. 2017 · mínimo 0 em jan. 2015

Resseções do esófago — 184 no país, 24 unidades
  1. IPO Porto53
  2. ULS Santa Maria29
  3. ULS Braga27
  4. IPO Lisboa12
  5. ULS Trás-os-Montes e Alto Douro7
  6. ULS Alto Ave6
  7. ULS São João6
  8. ULS Entre Douro e Vouga5
  9. ULS Gaia/Espinho5
  10. ULS Almada-Seixal4
  11. ULS Alto Minho4
  12. ULS Santo António4

As três maiores fazem 59 % do total do país. É uma contagem, não uma medida de resultado.

Cautela. É uma contagem, não uma medida de resultado.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Resseções do pâncreas

12 meses até mai. 2026

1

mediana nacional: 1

Número de resseções do pâncreas realizadas. É das cirurgias com relação mais documentada entre o volume do hospital e a sobrevivência do doente.

jan. 2015mai. 2026

Máximo 3 em fev. 2017 · mínimo 0 em jan. 2015

Resseções do pâncreas — 386 no país, 24 unidades
  1. ULS São João72
  2. IPO Porto51
  3. ULS Região de Leiria43
  4. ULS Santa Maria30
  5. ULS Braga24
  6. ULS Amadora/Sintra21
  7. ULS São José18
  8. ULS Viseu Dão-Lafões18
  9. ULS Entre Douro e Vouga17
  10. ULS Loures-Odivelas16
  11. ULS Alto Ave15
  12. ⋯ mais 12 unidades
  13. Hospital de Cascais1

As três maiores fazem 43 % do total do país. Esta unidade faz 1 por ano — 19.ª de 24. É uma contagem, não uma medida de resultado.

Cautela. É uma contagem, não uma medida de resultado. Um volume baixo não diz que aquele hospital opera mal; diz que opera poucas vezes.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Porque é que a taxa sobe quando se olha para o grupo de menor risco
32,2 %33,3 %todos os partostermo, feto único, cefálicomediana

Sobe em 35 das 37 maternidades do país: a mediana passa de 33,7 % para 37,9 %. A causa está no indicador de partos vaginais após cesariana, acima: quem já teve uma cesariana volta quase sempre a tê-la, e esses partos são de termo, unifetais e cefálicos.

Segurança

Danos que o internamento causou, e não a doença

Embolia pulmonar ou trombose venosa profunda pós-operatória

12 meses até mai. 2026

662 por 100 mil

93 % acima da mediana nacional

119 % acima da mediana do Grupo C (17 unidades semelhantes: 303 por 100 mil)

22 em 3323

Coágulos surgidos depois da cirurgia, por cada 100 000 episódios cirúrgicos elegíveis. É um evento em grande parte evitável com profilaxia adequada, e por isso é usado como medida de segurança e não de gravidade.

jan. 2015metade das unidadesmediana nacionalmai. 2026

Máximo 1818 por 100 mil em ago. 2020 · mínimo 0 por 100 mil em jan. 2015

Embolia pulmonar ou trombose venosa profunda pós-operatória — cada unidade do Grupo C contra a sua dimensão
1000episódios no período03051249ULS MatosinhosULS Alto AlentejoHospital de CascaisULS Alto Ave

limites de 95 % e 99,8 %taxa do Grupo Ctaxa do país

A referência é a taxa do Grupo C — 305 por 100 mil contra 389 por 100 mil no país —, porque comparar com o conjunto diria mais sobre o grupo a que esta unidade pertence do que sobre ela. Dentro do funil, a distância à referência é acaso: com poucos episódios, um caso a mais move muito a taxa. 4 unidades saem dos limites — ULS Alto Alentejo, ULS Alto Ave, ULS Matosinhos, Hospital de Cascais. Fora do funil: Hospital de Cascais está acima do que a variação aleatória explica.

Cautela. Depende de se procurar. Um hospital que faça mais exames de imagem encontra mais tromboses — o chamado viés de deteção — e aparece pior do que um que as não procure.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Infeções da corrente sanguínea associadas a cateter venoso central

12 meses até mai. 2026

0,0 ‰

em linha com a mediana nacional

100 % abaixo da mediana do Grupo C (17 unidades semelhantes: 0,07 ‰)

0 em 7453

Episódios por mil em que o doente contraiu uma infeção da corrente sanguínea associada ao cateter venoso central, em adultos e em neonatologia. É a infeção hospitalar sobre a qual há mais evidência de que se previne com protocolo — as chamadas «bundles» de colocação e manutenção.

jan. 2015metade das unidadesmediana nacionalmai. 2026

Máximo 4,9 ‰ em jan. 2020 · mínimo 0,0 ‰ em jan. 2015

Infeções da corrente sanguínea associadas a cateter venoso central — cada unidade do Grupo C contra a sua dimensão
100010 000episódios no período00,141,65Hospital de Cascais

limites de 95 % e 99,8 %taxa do Grupo Ctaxa do país

A referência é a taxa do Grupo C — 0,14 ‰ contra 0,27 ‰ no país —, porque comparar com o conjunto diria mais sobre o grupo a que esta unidade pertence do que sobre ela. Dentro do funil, a distância à referência é acaso: com poucos episódios, um caso a mais move muito a taxa. Nenhuma unidade do Grupo C sai dos limites neste indicador. Dentro do funil: com 7453 episódios, este valor não se distingue das outras unidades do Grupo C.

Cautela. Depende do registo e da procura ativa: um serviço que faça hemoculturas por rotina encontra mais infeções do que um que só as peça perante suspeita clínica.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Lacerações graves em partos vaginais instrumentados

12 meses até mai. 2026

4,3 %

1,1 pontos acima da mediana nacional

0,6 pontos acima da mediana do Grupo C (16 unidades semelhantes: 3,7 %)

18 em 421

Lacerações de 3.º e 4.º grau — as que atingem o esfíncter anal — em partos vaginais assistidos por fórceps ou ventosa. É um dos indicadores de segurança obstétrica da OCDE.

jan. 2015metade das unidadesmediana nacionalmai. 2026

Máximo 16,2 % em jun. 2023 · mínimo 0,0 % em fev. 2015

Lacerações graves em partos vaginais instrumentados — cada unidade do Grupo C contra a sua dimensão
100episódios no período03,7820,8Hospital de Cascais

limites de 95 % e 99,8 %taxa do Grupo Ctaxa do país

A referência é a taxa do Grupo C — 3,8 % contra 3,7 % no país —, porque comparar com o conjunto diria mais sobre o grupo a que esta unidade pertence do que sobre ela. Dentro do funil, a distância à referência é acaso: com poucos episódios, um caso a mais move muito a taxa. Nenhuma unidade do Grupo C sai dos limites neste indicador. Dentro do funil: com 421 episódios, este valor não se distingue das outras unidades do Grupo C.

Cautela. O parto instrumentado tem, por si, mais risco de laceração grave do que o parto espontâneo; por isso os dois indicadores estão separados e não se somam. Também aqui o registo pesa: uma laceração não codificada não aparece.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Lacerações graves em partos vaginais não instrumentados

12 meses até mai. 2026

1,3 %

0,8 pontos acima da mediana nacional

0,7 pontos acima da mediana do Grupo C (17 unidades semelhantes: 0,6 %)

16 em 1201

Lacerações de 3.º e 4.º grau em partos vaginais espontâneos, sem fórceps nem ventosa.

jan. 2015metade das unidadesmediana nacionalmai. 2026

Máximo 5,4 % em fev. 2017 · mínimo 0,0 % em jan. 2015

Lacerações graves em partos vaginais não instrumentados — cada unidade do Grupo C contra a sua dimensão
1001000episódios no período00,886,54Hospital de Cascais

limites de 95 % e 99,8 %taxa do Grupo Ctaxa do país

A referência é a taxa do Grupo C — 0,9 % contra 0,8 % no país —, porque comparar com o conjunto diria mais sobre o grupo a que esta unidade pertence do que sobre ela. Dentro do funil, a distância à referência é acaso: com poucos episódios, um caso a mais move muito a taxa. Nenhuma unidade do Grupo C sai dos limites neste indicador. Dentro do funil: com 1201 episódios, este valor não se distingue das outras unidades do Grupo C.

Cautela. Não está ajustado ao risco da grávida. Tal como no parto instrumentado, um valor baixo pode significar menos lesões ou menos registo.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Sépsis pós-operatória

12 meses até mai. 2026

677 por 100 mil

12 % acima da mediana nacional

77 % acima da mediana do Grupo C (17 unidades semelhantes: 382 por 100 mil)

5 em 739

Casos de sépsis surgidos depois de uma cirurgia programada, por cada 100 000 episódios cirúrgicos elegíveis. Conta apenas cirurgia eletiva: uma infeção generalizada a seguir a uma operação marcada com antecedência é o tipo de acontecimento que a segurança hospitalar existe para evitar.

jan. 2015metade das unidadesmediana nacionalmai. 2026

Máximo 8081 por 100 mil em jul. 2015 · mínimo 0 por 100 mil em set. 2015

Sépsis pós-operatória — cada unidade do Grupo C contra a sua dimensão
1000episódios no período05252227ULS LezíriaULS Tâmega e SousaHospital de Cascais

limites de 95 % e 99,8 %taxa do Grupo Ctaxa do país

A referência é a taxa do Grupo C — 525 por 100 mil contra 738 por 100 mil no país —, porque comparar com o conjunto diria mais sobre o grupo a que esta unidade pertence do que sobre ela. Dentro do funil, a distância à referência é acaso: com poucos episódios, um caso a mais move muito a taxa. 2 unidades saem dos limites — ULS Lezíria, ULS Tâmega e Sousa. Dentro do funil: com 739 episódios, este valor não se distingue das outras unidades do Grupo C.

Cautela. Sensível à codificação e ao perfil dos doentes operados. Hospitais que operam doentes mais complexos têm mais risco, e o indicador não o ajusta.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Úlceras de pressão adquiridas no internamento

12 meses até mai. 2026

2,67 ‰

305 % acima da mediana nacional

202 % acima da mediana do Grupo C (17 unidades semelhantes: 0,88 ‰)

9 em 3368

Episódios de internamento por mil em que o doente desenvolveu uma úlcera de pressão. O denominador já exclui os episódios em que a úlcera não é atribuível ao internamento — estadias curtas e doentes admitidos com a lesão, entre outros.

jan. 2015metade das unidadesmediana nacionalmai. 2026

Máximo 27,32 ‰ em mar. 2020 · mínimo 0,0 ‰ em mai. 2015

Úlceras de pressão adquiridas no internamento — cada unidade do Grupo C contra a sua dimensão
100010 000episódios no período00,836,54Hospital de Cascais

limites de 95 % e 99,8 %taxa do Grupo Ctaxa do país

A referência é a taxa do Grupo C — 0,83 ‰ contra 0,85 ‰ no país —, porque comparar com o conjunto diria mais sobre o grupo a que esta unidade pertence do que sobre ela. Dentro do funil, a distância à referência é acaso: com poucos episódios, um caso a mais move muito a taxa. 1 unidade sai dos limites — Hospital de Cascais. Fora do funil: Hospital de Cascais está acima do que a variação aleatória explica.

Cautela. Depende do registo. Um hospital que codifique bem as suas úlceras aparece pior do que um que as não registe — e a diferença entre unidades pode medir a qualidade do registo em vez da qualidade do cuidado.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Segurança e mortalidade ajustada ao risco — dois métodos independentes
0,641,111,58-2,560,192,94índice de segurançamortalidade ajustadaHospital de Cascais

Nas 39 unidades com os dois valores, a correlação é 0,01 — nenhuma relação visível. O terço com mais índice de segurança tem mediana de 1,11; o terço com menos, 0,98.

As 14 unidades do Grupo C — as que se comparam com esta — estão marcadas a cheio.

O eixo horizontal resume os seis indicadores de segurança em desvios face à taxa do país; o vertical é o rácio entre mortes observadas e esperadas, padronizado por capítulo de diagnóstico, idade e sexo. Medem coisas diferentes por caminhos diferentes: concordarem reforça ambos, discordarem diz que cada um vê o que o outro não vê. Nenhum dos dois mede a qualidade do cuidado diretamente.

Capacidade

Meios humanos e atividade

Proporção de cirurgias urgentes no total

12 meses até mai. 2026

10,5 %

mediana nacional: 10,9 %

2205 em 20 988

jan. 2013metade das unidadesmediana nacionalmai. 2026

Máximo 50,7 % em abr. 2020 · mínimo 8,4 % em fev. 2023

Ver este número na fonteDE-SNSatualizado 1 de agosto de 2026

Doentes padrão por médico

sem apuramento desde jan. 2024

Unidades de produção ajustadas à complexidade por cada médico equivalente a tempo completo. É a medida de produtividade que a ACSS usa, e a única que permite comparar quadros médicos de hospitais que tratam coisas diferentes.

jan. 2013fev. 2014

Máximo 23 em dez. 2013 · mínimo 3 em ago. 2013

A fonte não apurou 29 meses (jan. 2024 a mai. 2026). Publicou 0,0 % onde não tem apuramento, depois de a instituição vir a reportar valores — e um zero desses leria-se aqui como o melhor resultado do país. Esses meses ficam de fora do valor, do gráfico e da mediana nacional.

Cautela. Um valor alto tanto pode significar uma equipa produtiva como uma equipa a menos para o trabalho que tem. O indicador não distingue as duas coisas, e a leitura isolada de qualquer uma delas seria abusiva.

Ver este número na fonteACSSatualizado 28 de setembro de 2023

Internamentos com mais de 30 dias

12 meses até mai. 2026

3,1 %

1,2 pontos abaixo da mediana nacional

414 em 13 143

Proporção de internamentos que passaram dos 30 dias. Uma parte destes são doentes que já têm alta clínica e continuam na cama por não haver resposta social ou de cuidados continuados — camas de agudos ocupadas por quem já não precisa delas.

jan. 2013metade das unidadesmediana nacionalmai. 2026

Máximo 4,3 % em mai. 2020 · mínimo 0,4 % em ago. 2013

Cautela. Mede tanto a eficiência do hospital como a falta de respostas fora dele. A causa não vem nos dados.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Intervenções cirúrgicas realizadas

12 meses até mai. 2026

20 988

mediana nacional: 15 920

jan. 2013mai. 2026

Máximo 1892 em mai. 2026 · mínimo 207 em abr. 2020

Ver este número na fonteDE-SNSatualizado 1 de agosto de 2026

Taxa de ocupação do internamento

12 meses até mai. 2026

84,9 %

mediana nacional: 87,2 %

85 792 em 101 105

jan. 2013metade das unidadesmediana nacionalmai. 2026

Máximo 149,0 % em nov. 2019 · mínimo 41,2 % em out. 2019

Cautela. O denominador é a lotação praticada, que varia com camas abertas e encerradas. Ocupação alta pode significar eficiência ou pressão excessiva; ocupação baixa pode significar folga ou camas encerradas por falta de pessoal.

Ver este número na fonteDE-SNSatualizado 30 de julho de 2026