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snsRadar · Observatório do Serviço Nacional de Saúde

O SNS, hospital a hospital · 2013–2026

Dados do Portal da Transparência do SNS, publicados pela ACSS, DE-SNS, INFARMED, SPMS e INEM, e do registo de contratos públicos do IMPIC (domínio público). Reutilizados ao abrigo da Lei n.º 68/2021. Não é um serviço oficial do SNS.

Coimbra · Centro

IPO Coimbra

Instituto Português de Oncologia de Coimbra Francisco Gentil, E. P. E.

Indicadores
41
Dados desde
2013
Natureza
Instituto de oncologia
Compara-se com
2 unidades

Não abrangido pela reforma ULS. A fonte alterna entre «IPO de Coimbra» e «IPO F. Gentil - Centro» — é a mesma entidade, sem alteração legal.

Mortalidade ajustada ao risco

Não publicada

letalidade caiu de 6.6% em 2021 para 0.3% em 2025

Uma queda desta dimensão, transversal a todos os capítulos de diagnóstico, não é compatível com melhoria clínica — indica óbitos por registar. Preferimos não mostrar nada a mostrar um número que colocaria esta unidade entre as melhores do país sem fundamento.

Poupança estimada pela ACSS

7,2 M€

é o que a ACSS estimava, em 2023, que esta unidade pouparia em gastos operacionais se igualasse a mais eficiente do Grupo F

resultado operacional de -17,1 M€, que passaria a -9,8 M€

Estimativa da ACSS, indicativa e não cumulativa: reflete o posicionamento face à unidade mais eficiente do grupo, não uma medida de desperdício. A unidade mais eficiente tem, por construção, poupança zero. A ACSS deixou de fazer este cálculo para as Unidades Locais de Saúde depois da reforma de 2024 — 2023 é o último ano em que cobriu o sistema.

Contratos públicos

449,5 M€

8714 contratos, 2013–2026

20 % do valor por ajuste direto

2879 € contratados por doente padrão, em 2024–2026

12,5 M€ acrescentados a 286 contratos depois de assinados

  • Medicamentos e equipamento médico313,5 M€
  • Combustíveis e eletricidade30,3 M€
  • Trabalhos de construção26,8 M€

Maior fornecedor: E.D.P. (23,7 M€). O ajuste direto é legal, mas concentrar nele a despesa reduz a concorrência. Fonte: IMPIC · Portal BASE — o registo integral dos contratos públicos do país, em domínio público.

Leitura de conjunto

20 indicadores comparáveis

Face à mediana das 43 unidades do SNS, a IPO Coimbra está 14 vezes melhor, 1 vez em linha e 5 vezes pior, nos 20 indicadores em que a comparação faz sentido.

  • melhor que a mediana
  • em linha
  • pior que a mediana
Onde está melhor
Úlceras de pressão adquiridas no internamento0,0 ‰ 100 % abaixo da mediana nacional
Onde está pior
Dívida vencida a fornecedores externos5,9 M€ 175 % acima da mediana nacional

Cautela. Isto é uma contagem, não uma avaliação. Salvo a mortalidade ajustada ao risco, nenhum destes indicadores corrige o tipo de doentes que a unidade recebe: um hospital que trata casos mais graves fica abaixo da mediana sem que isso signifique piores cuidados. Estar acima em mais indicadores do que abaixo não faz de uma unidade melhor do que outra. 21 indicadores ficaram de fora por serem neutros — subir ou descer não é bom nem mau.

Acesso

Quanto se espera para ser atendido

Consultas médicas hospitalares

12 meses até mai. 2026

219 804

mediana nacional: 289 709

jan. 2013mai. 2026

Máximo 20 816 em out. 2025 · mínimo 6383 em ago. 2014

Ver este número na fonteDE-SNSatualizado 30 de julho de 2026

Primeiras consultas realizadas em tempo adequado

12 meses até mai. 2026

84,9 %

33,9 pontos acima da mediana nacional

6247 em 7360

jan. 2013metade das unidadesmediana nacionalmai. 2026

Máximo 100,0 % em fev. 2013 · mínimo 38,8 % em mai. 2020

Cautela. Conta apenas as consultas com registo no CTH. Consultas fora desse circuito não entram no denominador.

Ver este número na fonteDE-SNSatualizado 30 de julho de 2026

Dias de espera no internamento antes da cirurgia programada

12 meses até mai. 2026

0,3 dias

58 % abaixo da mediana nacional

311 em 1149

Tempo entre a admissão e a cirurgia, em episódios cirúrgicos programados. Mede dias de cama ocupados antes de operar, não a espera em lista.

jan. 2013metade das unidadesmediana nacionalmai. 2026

Máximo 2,7 dias em mai. 2016 · mínimo 0,1 dias em nov. 2025

Ver este número na fonteDE-SNSatualizado 30 de julho de 2026

Doentes em lista de espera cirúrgica dentro do tempo máximo garantido

12 meses até mai. 2026

84,5 %

7,8 pontos acima da mediana nacional

10 795 em 12 769

Percentagem de doentes inscritos para cirurgia cuja espera ainda não ultrapassou o Tempo Máximo de Resposta Garantida.

jan. 2018metade das unidadesmediana nacionalmai. 2026

Máximo 87,3 % em mar. 2026 · mínimo 52,5 % em set. 2019

Ver este número na fonteDE-SNSatualizado 30 de julho de 2026

Qualidade

Resultados dos cuidados prestados

Peso dos carbapenemes no consumo de antibióticos

12 meses até abr. 2026

6,5 %

1,3 pontos acima da mediana nacional

861 em 13 342

Proporção do consumo hospitalar de antibióticos que corresponde a carbapenemes, medida em dose diária definida. São antibióticos de última linha para bactérias multirresistentes: quanto mais se usam, mais depressa se perde a única arma que resta contra elas.

jan. 2015metade das unidadesmediana nacionalabr. 2026

Máximo 16,5 % em ago. 2021 · mínimo -3,3 % em fev. 2023

Cautela. Não está ajustado ao doente. Um centro oncológico, de transplantação ou com muitos cuidados intensivos usa legitimamente mais carbapenemes, porque trata doentes imunodeprimidos e com infeções mais graves. É uma proporção, não um volume: um hospital que reduza todos os antibióticos por igual mantém o mesmo valor. A fonte atribui a cada hospital um grupo de comparação da ACSS (A a F, mais psiquiátricos), que seria a base justa para comparar — o snsRadar mostra por agora a mediana de todas as unidades.

Ver este número na fonteINFARMEDatualizado 3 de julho de 2026

Carbapenemes por 1000 dias de internamento

12 meses até abr. 2026

27 por 1000 dias

29 % abaixo da mediana nacional

848 em 31 422

O mesmo, restrito aos carbapenemes — os antibióticos de última linha para bactérias multirresistentes. Lido ao lado do peso dos carbapenemes, separa duas coisas que a proporção confunde: usar muitos antibióticos e usar os errados.

jan. 2015metade das unidadesmediana nacionalabr. 2026

Máximo 202,8 por 1000 dias em out. 2024 · mínimo -14,2 por 1000 dias em fev. 2023

Cautela. Ver o consumo total. Um centro oncológico ou de transplantação usa legitimamente mais carbapenemes.

Ver este número na fonteINFARMEDatualizado 3 de julho de 2026

Peso das cefalosporinas no consumo de antibióticos

12 meses até abr. 2026

19,8 %

0,6 pontos abaixo da mediana nacional

3431 em 17 309

Proporção do consumo hospitalar de antibióticos que corresponde a cefalosporinas, em dose diária definida.

jan. 2015metade das unidadesmediana nacionalabr. 2026

Máximo 38,2 % em ago. 2016 · mínimo 10,6 % em out. 2025

Cautela. Não está ajustado ao doente. É uma proporção do total de antibióticos, não um volume por doente.

Ver este número na fonteINFARMEDatualizado 3 de julho de 2026

Peso das fluoroquinolonas no consumo de antibióticos

12 meses até abr. 2026

6,8 %

2,2 pontos acima da mediana nacional

1177 em 17 313

Proporção do consumo hospitalar de antibióticos que corresponde a fluoroquinolonas. São um alvo clássico dos programas de uso responsável: selecionam resistências com rapidez e estão associadas à infeção por Clostridioides difficile.

jan. 2015metade das unidadesmediana nacionalabr. 2026

Máximo 15,6 % em ago. 2017 · mínimo 3,1 % em out. 2021

Cautela. Não está ajustado ao doente nem ao perfil de infeções tratadas. É uma proporção do total de antibióticos, não um volume por doente.

Ver este número na fonteINFARMEDatualizado 3 de julho de 2026

Fluoroquinolonas por 1000 dias de internamento

12 meses até abr. 2026

37,5 por 1000 dias

14 % abaixo da mediana nacional

1177 em 31 422

Volume de fluoroquinolonas por mil dias de internamento. São um alvo clássico dos programas de uso responsável de antibióticos.

jan. 2015metade das unidadesmediana nacionalabr. 2026

Máximo 196,5 por 1000 dias em out. 2024 · mínimo 12,8 por 1000 dias em out. 2023

Cautela. Ver o consumo total de antibióticos.

Ver este número na fonteINFARMEDatualizado 3 de julho de 2026

Consumo total de antibióticos por 1000 dias de internamento

12 meses até abr. 2026

431 por 1000 dias

40 % abaixo da mediana nacional

13 342 em 30 953

Doses diárias definidas de antibiótico por cada mil dias de internamento. É a medida com que a ECDC compara hospitais e países — e, ao contrário do peso de cada classe, mede quanto se usa e não só o quê.

jan. 2015metade das unidadesmediana nacionalabr. 2026

Máximo 2069,2 por 1000 dias em out. 2024 · mínimo 252,6 por 1000 dias em jan. 2023

Cautela. Junta duas fontes com perímetros próprios: as DDD são de todo o hospital e os dias de internamento só do internamento. Um hospital com muito ambulatório ou hospital de dia aparece com consumo mais alto por dia de cama sem que isso signifique prescrever pior. Também não está ajustado ao doente.

Ver este número na fonteINFARMEDatualizado 3 de julho de 2026

Cirurgias em ambulatório, entre as que o poderiam ser

12 meses até mai. 2026

17,4 %

72,7 pontos abaixo da mediana nacional

63 em 363

Entre os procedimentos que podem ser feitos sem internamento, a proporção que efetivamente o foi. Evita noites de internamento desnecessárias.

jan. 2013metade das unidadesmediana nacionalabr. 2026

Máximo 55,9 % em mai. 2023 · mínimo 0,0 % em nov. 2013

Ver este número na fonteDE-SNSatualizado 30 de julho de 2026

Fraturas da anca operadas nas primeiras 48 horas

12 meses até mai. 2026

Doentes com mais de 65 anos. Operar nas primeiras 48 horas está associado a menor mortalidade e menor perda de autonomia.

Sem série suficiente para traçar uma evolução.

Ver este número na fonteDE-SNSatualizado 30 de julho de 2026

Reinternamentos até 30 dias

12 meses até mai. 2026

0,8 %

5,7 pontos abaixo da mediana nacional

10 em 1185

Proporção de doentes que voltaram a ser internados no prazo de 30 dias após a alta. É a medida clássica de alta prematura ou de continuidade de cuidados mal assegurada depois de sair do hospital.

jan. 2013metade das unidadesmediana nacionalmai. 2026

Máximo 17,9 % em set. 2015 · mínimo 0,0 % em nov. 2025

Cautela. Não está ajustado à gravidade. Doentes crónicos e idosos reinternam mais por razões alheias ao internamento anterior — e um hospital que trate doentes mais graves aparece pior sem que isso signifique pior cuidado.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Reparações de aneurismas da aorta abdominal

12 meses até mai. 2026

0

mediana nacional: 0

Número de reparações de aneurismas da aorta abdominal.

jan. 2015mai. 2026

Máximo 1 em abr. 2015 · mínimo 0 em jan. 2015

Reparações de aneurismas da aorta abdominal — 309 no país, 15 unidades
  1. ULS São José78
  2. ULS Coimbra62
  3. ULS São João55
  4. ULS Santo António32
  5. ULS Almada-Seixal17
  6. ULS Braga14
  7. ULS Trás-os-Montes e Alto Douro14
  8. ULS Lezíria9
  9. ULS Viseu Dão-Lafões6
  10. ULS Alto Ave5
  11. ULS Gaia/Espinho5
  12. ULS Santa Maria5

As três maiores fazem 63 % do total do país. É uma contagem, não uma medida de resultado.

Cautela. É uma contagem, não uma medida de resultado.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Angioplastias coronárias

12 meses até mai. 2026

0

mediana nacional: 20

Número de angioplastias percutâneas das artérias coronárias (PTCA) — o procedimento que desobstrui a artéria no enfarte agudo do miocárdio.

jan. 2015mai. 2026

Máximo 0 em jan. 2015 · mínimo 0 em jan. 2015

Angioplastias coronárias — 5665 no país, 29 unidades
  1. ULS Coimbra639
  2. ULS Algarve552
  3. ULS Tâmega e Sousa457
  4. ULS Trás-os-Montes e Alto Douro430
  5. ULS Arrábida390
  6. ULS Amadora/Sintra377
  7. ULS São João353
  8. ULS Braga344
  9. ULS Gaia/Espinho276
  10. ULS Santo António274
  11. ULS Alentejo Central256
  12. ULS Região de Aveiro242

As três maiores fazem 29 % do total do país. É uma contagem, não uma medida de resultado.

Cautela. É uma contagem, não uma medida de resultado.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Cirurgias de bypass das artérias coronárias

12 meses até mai. 2026

0

mediana nacional: 0

Número de cirurgias de revascularização do miocárdio (CABG). Só um punhado de centros do país as faz.

jan. 2015mai. 2026

Máximo 0 em jan. 2015 · mínimo 0 em jan. 2015

Cirurgias de bypass das artérias coronárias — 1581 no país, 7 unidades
  1. ULS São João496
  2. ULS Gaia/Espinho400
  3. ULS São José296
  4. ULS Coimbra211
  5. ULS Santa Maria143
  6. ULS Lisboa Ocidental28
  7. ULS Braga7

As três maiores fazem 75 % do total do país. É uma contagem, não uma medida de resultado.

Cautela. É uma contagem, não uma medida de resultado.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Endarterectomias da carótida

12 meses até mai. 2026

0

mediana nacional: 0

Número de endarterectomias da carótida — a cirurgia que remove a placa que obstrui a artéria do pescoço, para prevenir o AVC.

jan. 2015mai. 2026

Máximo 0 em jan. 2015 · mínimo 0 em jan. 2015

Endarterectomias da carótida — 278 no país, 15 unidades
  1. ULS São José59
  2. ULS Coimbra52
  3. ULS São João44
  4. ULS Santo António22
  5. ULS Almada-Seixal20
  6. ULS Braga18
  7. ULS Tâmega e Sousa16
  8. ULS Alto Ave15
  9. ULS Loures-Odivelas8
  10. ULS Gaia/Espinho5
  11. ULS Algarve4
  12. ULS Lezíria4

As três maiores fazem 56 % do total do país. É uma contagem, não uma medida de resultado.

Cautela. É uma contagem, não uma medida de resultado.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Resseções do esófago

12 meses até mai. 2026

0

mediana nacional: 1

Número de resseções do esófago realizadas. Tal como a do pâncreas, é uma cirurgia de alto risco em que o volume do centro conta.

jan. 2015mai. 2026

Máximo 5 em jul. 2017 · mínimo 0 em jan. 2015

Resseções do esófago — 184 no país, 24 unidades
  1. IPO Porto53
  2. ULS Santa Maria29
  3. ULS Braga27
  4. IPO Lisboa12
  5. ULS Trás-os-Montes e Alto Douro7
  6. ULS Alto Ave6
  7. ULS São João6
  8. ULS Entre Douro e Vouga5
  9. ULS Gaia/Espinho5
  10. ULS Almada-Seixal4
  11. ULS Alto Minho4
  12. ULS Santo António4

As três maiores fazem 59 % do total do país. É uma contagem, não uma medida de resultado.

Cautela. É uma contagem, não uma medida de resultado.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Resseções do pâncreas

12 meses até mai. 2026

0

mediana nacional: 1

Número de resseções do pâncreas realizadas. É das cirurgias com relação mais documentada entre o volume do hospital e a sobrevivência do doente.

jan. 2015mai. 2026

Máximo 3 em nov. 2023 · mínimo 0 em jan. 2015

Resseções do pâncreas — 386 no país, 24 unidades
  1. ULS São João72
  2. IPO Porto51
  3. ULS Região de Leiria43
  4. ULS Santa Maria30
  5. ULS Braga24
  6. ULS Amadora/Sintra21
  7. ULS São José18
  8. ULS Viseu Dão-Lafões18
  9. ULS Entre Douro e Vouga17
  10. ULS Loures-Odivelas16
  11. ULS Alto Ave15
  12. ULS Alto Minho12

As três maiores fazem 43 % do total do país. É uma contagem, não uma medida de resultado.

Cautela. É uma contagem, não uma medida de resultado. Um volume baixo não diz que aquele hospital opera mal; diz que opera poucas vezes.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Segurança

Danos que o internamento causou, e não a doença

Embolia pulmonar ou trombose venosa profunda pós-operatória

12 meses até mai. 2026

300 por 100 mil

13 % abaixo da mediana nacional

2 em 667

Coágulos surgidos depois da cirurgia, por cada 100 000 episódios cirúrgicos elegíveis. É um evento em grande parte evitável com profilaxia adequada, e por isso é usado como medida de segurança e não de gravidade.

jan. 2015metade das unidadesmediana nacionalabr. 2026

Máximo 1538 por 100 mil em ago. 2025 · mínimo 0 por 100 mil em jan. 2015

Embolia pulmonar ou trombose venosa profunda pós-operatória — cada unidade contra a sua dimensão
100010 000episódios no período03891320ULS Alto AlentejoIPO CoimbraULS Alto AveULS Algarve

limites de 95 % e 99,8 %taxa nacional

Não há episódios que cheguem para estimar a taxa do grupo, e a referência é a do país. Dentro do funil, a distância à referência é acaso: com poucos episódios, um caso a mais move muito a taxa. 7 unidades saem dos limites — ULS Algarve, ULS Alto Alentejo, ULS Alto Ave, ULS Amadora/Sintra, ULS Entre Douro e Vouga, ULS Matosinhos, ULS São João. Dentro do funil: com 667 episódios, este valor não se distingue do resto do país.

Cautela. Depende de se procurar. Um hospital que faça mais exames de imagem encontra mais tromboses — o chamado viés de deteção — e aparece pior do que um que as não procure.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Infeções da corrente sanguínea associadas a cateter venoso central

12 meses até mai. 2026

0,0 ‰

em linha com a mediana nacional

0 em 186

Episódios por mil em que o doente contraiu uma infeção da corrente sanguínea associada ao cateter venoso central, em adultos e em neonatologia. É a infeção hospitalar sobre a qual há mais evidência de que se previne com protocolo — as chamadas «bundles» de colocação e manutenção.

jan. 2015metade das unidadesmediana nacionalout. 2025

Máximo 0,0 ‰ em jan. 2015 · mínimo 0,0 ‰ em jan. 2015

Infeções da corrente sanguínea associadas a cateter venoso central — cada unidade contra a sua dimensão
100010 000episódios no período00,274,82ULS Almada-SeixalULS Santo AntónioIPO Coimbra

limites de 95 % e 99,8 %taxa nacional

Não há episódios que cheguem para estimar a taxa do grupo, e a referência é a do país. Dentro do funil, a distância à referência é acaso: com poucos episódios, um caso a mais move muito a taxa. 2 unidades saem dos limites — ULS Almada-Seixal, ULS Santo António. Dentro do funil: com 186 episódios, este valor não se distingue do resto do país.

Cautela. Depende do registo e da procura ativa: um serviço que faça hemoculturas por rotina encontra mais infeções do que um que só as peça perante suspeita clínica.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Lacerações graves em partos vaginais instrumentados

12 meses até mai. 2026

Lacerações de 3.º e 4.º grau — as que atingem o esfíncter anal — em partos vaginais assistidos por fórceps ou ventosa. É um dos indicadores de segurança obstétrica da OCDE.

Sem série suficiente para traçar uma evolução.

Lacerações graves em partos vaginais instrumentados — cada unidade contra a sua dimensão
100episódios no período03,7220,7ULS São José

limites de 95 % e 99,8 %taxa nacional

Não há episódios que cheguem para estimar a taxa do grupo, e a referência é a do país. Dentro do funil, a distância à referência é acaso: com poucos episódios, um caso a mais move muito a taxa. 1 unidade sai dos limites — ULS São José.

Cautela. O parto instrumentado tem, por si, mais risco de laceração grave do que o parto espontâneo; por isso os dois indicadores estão separados e não se somam. Também aqui o registo pesa: uma laceração não codificada não aparece.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Lacerações graves em partos vaginais não instrumentados

12 meses até mai. 2026

Lacerações de 3.º e 4.º grau em partos vaginais espontâneos, sem fórceps nem ventosa.

Sem série suficiente para traçar uma evolução.

Lacerações graves em partos vaginais não instrumentados — cada unidade contra a sua dimensão
1001000episódios no período00,86,17ULS São José

limites de 95 % e 99,8 %taxa nacional

Não há episódios que cheguem para estimar a taxa do grupo, e a referência é a do país. Dentro do funil, a distância à referência é acaso: com poucos episódios, um caso a mais move muito a taxa. 1 unidade sai dos limites — ULS São José.

Cautela. Não está ajustado ao risco da grávida. Tal como no parto instrumentado, um valor baixo pode significar menos lesões ou menos registo.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Sépsis pós-operatória

12 meses até mai. 2026

0 por 100 mil

100 % abaixo da mediana nacional

0 em 103

Casos de sépsis surgidos depois de uma cirurgia programada, por cada 100 000 episódios cirúrgicos elegíveis. Conta apenas cirurgia eletiva: uma infeção generalizada a seguir a uma operação marcada com antecedência é o tipo de acontecimento que a segurança hospitalar existe para evitar.

jan. 2015metade das unidadesmediana nacionaldez. 2024

Máximo 0 por 100 mil em jan. 2015 · mínimo 0 por 100 mil em jan. 2015

Sépsis pós-operatória — cada unidade contra a sua dimensão
1001000episódios no período07384073ULS LezíriaULS Entre Douro e VougaULS Alto AveIPO Coimbra

limites de 95 % e 99,8 %taxa nacional

Não há episódios que cheguem para estimar a taxa do grupo, e a referência é a do país. Dentro do funil, a distância à referência é acaso: com poucos episódios, um caso a mais move muito a taxa. 4 unidades saem dos limites — ULS Alto Ave, ULS Entre Douro e Vouga, ULS Lezíria, ULS Santa Maria. Dentro do funil: com 103 episódios, este valor não se distingue do resto do país.

Cautela. Sensível à codificação e ao perfil dos doentes operados. Hospitais que operam doentes mais complexos têm mais risco, e o indicador não o ajusta.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Úlceras de pressão adquiridas no internamento

12 meses até mai. 2026

0,0 ‰

100 % abaixo da mediana nacional

0 em 56

Episódios de internamento por mil em que o doente desenvolveu uma úlcera de pressão. O denominador já exclui os episódios em que a úlcera não é atribuível ao internamento — estadias curtas e doentes admitidos com a lesão, entre outros.

jan. 2015metade das unidadesmediana nacionaljan. 2025

Máximo 26,32 ‰ em dez. 2015 · mínimo 0,0 ‰ em fev. 2015

Úlceras de pressão adquiridas no internamento — cada unidade contra a sua dimensão
100100010 000episódios no período00,8515,4Hospital de CascaisULS Amadora/SintraIPO Coimbra

limites de 95 % e 99,8 %taxa nacional

Não há episódios que cheguem para estimar a taxa do grupo, e a referência é a do país. Dentro do funil, a distância à referência é acaso: com poucos episódios, um caso a mais move muito a taxa. 2 unidades saem dos limites — Hospital de Cascais, ULS Amadora/Sintra. Dentro do funil: com 56 episódios, este valor não se distingue do resto do país.

Cautela. Depende do registo. Um hospital que codifique bem as suas úlceras aparece pior do que um que as não registe — e a diferença entre unidades pode medir a qualidade do registo em vez da qualidade do cuidado.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Enfermeiros e úlceras de pressão, unidade a unidade
-0,171,062,28-22552doentes padrão por enfermeiroúlceras de pressãoIPO Coimbra

Nas 42 unidades com os dois valores, a correlação é 0,33 — uma relação fraca. O terço com mais doentes padrão por enfermeiro tem mediana de 0,94 ‰; o terço com menos, 0,68 ‰.

As 2 unidades do Grupo F — as que se comparam com esta — estão marcadas a cheio.

É a relação mais documentada em investigação de serviços de saúde, e aparece nos dados portugueses — mas isto são 42 unidades, não 42 mil doentes. Uma associação entre hospitais não prova nada sobre um doente em concreto, e o que aqui se vê pode ser dotação de enfermagem, complexidade dos doentes, ou apenas hospitais que registam melhor as suas úlceras.

Capacidade

Meios humanos e atividade

Proporção de cirurgias urgentes no total

12 meses até mai. 2026

1,4 %

mediana nacional: 10,9 %

81 em 5970

jan. 2019metade das unidadesmediana nacionalmai. 2026

Máximo 8,2 % em nov. 2021 · mínimo 0,0 % em out. 2021

Ver este número na fonteDE-SNSatualizado 1 de agosto de 2026

Consultas em telemedicina

12 meses até mai. 2026

348

mediana nacional: 2969

jan. 2023mai. 2026

Máximo 39 em dez. 2025 · mínimo 0 em abr. 2023

Ver este número na fonteDE-SNSatualizado 30 de julho de 2026

Doentes padrão por enfermeiro

12 meses até mai. 2026

9

mediana nacional: 3

O mesmo, por enfermeiro equivalente a tempo completo.

jan. 2013mai. 2026

Máximo 13 em dez. 2024 · mínimo 5 em ago. 2013

Cautela. Ver os doentes padrão por médico: mede tanto produtividade como escassez.

Ver este número na fonteACSSatualizado 28 de setembro de 2023

Doentes padrão por médico

12 meses até mai. 2026

13

mediana nacional: 6

Unidades de produção ajustadas à complexidade por cada médico equivalente a tempo completo. É a medida de produtividade que a ACSS usa, e a única que permite comparar quadros médicos de hospitais que tratam coisas diferentes.

jan. 2013mai. 2026

Máximo 19 em dez. 2024 · mínimo 7 em ago. 2020

Cautela. Um valor alto tanto pode significar uma equipa produtiva como uma equipa a menos para o trabalho que tem. O indicador não distingue as duas coisas, e a leitura isolada de qualquer uma delas seria abusiva.

Ver este número na fonteACSSatualizado 28 de setembro de 2023

Enfermeiros

situação em jun. 2026

293

mediana nacional: 1062

dez. 2014jun. 2026

Máximo 299 em fev. 2021 · mínimo 240 em jan. 2015

Cautela. Descontinuidade em janeiro de 2024: a reforma ULS integrou os agrupamentos de centros de saúde nas mesmas entidades, e os efetivos saltam +21 % (médicos +33 %) de dezembro de 2023 para dezembro de 2024. Não é contratação — é mudança de perímetro. Confirmado contra o INE em reference/VALIDACAO-EXTERNA.md.

Ver este número na fonteACSSatualizado 15 de julho de 2026

Internamentos com mais de 30 dias

12 meses até mai. 2026

0,1 %

4,2 pontos abaixo da mediana nacional

1 em 1185

Proporção de internamentos que passaram dos 30 dias. Uma parte destes são doentes que já têm alta clínica e continuam na cama por não haver resposta social ou de cuidados continuados — camas de agudos ocupadas por quem já não precisa delas.

jan. 2013metade das unidadesmediana nacionalmai. 2026

Máximo 10,6 % em nov. 2015 · mínimo 0,0 % em jul. 2023

Cautela. Mede tanto a eficiência do hospital como a falta de respostas fora dele. A causa não vem nos dados.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Intervenções cirúrgicas realizadas

12 meses até mai. 2026

5970

mediana nacional: 15 920

jan. 2013mai. 2026

Máximo 559 em out. 2025 · mínimo 171 em ago. 2014

Ver este número na fonteDE-SNSatualizado 1 de agosto de 2026

Médicos (excluindo internos)

situação em jun. 2026

176

mediana nacional: 434

dez. 2014jun. 2026

Máximo 177 em fev. 2026 · mínimo 123 em dez. 2014

Cautela. Descontinuidade em janeiro de 2024: a reforma ULS integrou os agrupamentos de centros de saúde nas mesmas entidades, e os efetivos saltam +21 % (médicos +33 %) de dezembro de 2023 para dezembro de 2024. Não é contratação — é mudança de perímetro. Confirmado contra o INE em reference/VALIDACAO-EXTERNA.md.

Ver este número na fonteACSSatualizado 15 de julho de 2026

Taxa de ocupação do internamento

12 meses até mai. 2026

65,1 %

mediana nacional: 87,2 %

31 309 em 48 088

jan. 2013metade das unidadesmediana nacionalmai. 2026

Máximo 122,0 % em set. 2024 · mínimo 15,8 % em out. 2024

Cautela. O denominador é a lotação praticada, que varia com camas abertas e encerradas. Ocupação alta pode significar eficiência ou pressão excessiva; ocupação baixa pode significar folga ou camas encerradas por falta de pessoal.

Ver este número na fonteDE-SNSatualizado 30 de julho de 2026

Trabalhadores

situação em jun. 2026

1109

mediana nacional: 3072

dez. 2014jun. 2026

Máximo 1119 em jan. 2026 · mínimo 911 em dez. 2014

Cautela. É um efetivo num momento, não um fluxo: somar meses não faz sentido — a ficha mostra o último período. Descontinuidade em janeiro de 2024: a reforma ULS integrou os centros de saúde nas mesmas entidades, e os efetivos saltam +21 % (médicos +33 %) sem que ninguém tenha sido contratado. Ver reference/VALIDACAO-EXTERNA.md.

Ver este número na fonteACSSatualizado 15 de julho de 2026

Dinheiro

Contas e pagamentos a fornecedores

Dívida total a fornecedores externos

situação em abr. 2026

14,8 M€

13 % abaixo da mediana nacional

jan. 2014abr. 2026

Máximo 46,9 M€ em out. 2025 · mínimo 965 700 € em dez. 2015

Ver este número na fonteACSSatualizado 30 de julho de 2026

Dívida vencida a fornecedores externos

situação em abr. 2026

5,9 M€

175 % acima da mediana nacional

jan. 2014abr. 2026

Máximo 40,8 M€ em out. 2025 · mínimo 0 € em jan. 2014

Cautela. É um saldo em dívida numa data, não uma despesa do período: somar meses contaria a mesma dívida vezes sem conta. A ficha mostra o último período.

Ver este número na fonteACSSatualizado 30 de julho de 2026

Gastos com fornecimentos e serviços externos por doente padrão

12 meses até mai. 2026

699 €

mediana nacional: 3500 €

21 236 637 em 30 376

Tudo o que a instituição compra fora: meios complementares de diagnóstico contratados, limpeza, alimentação, manutenção, prestações de serviços clínicos. Por unidade de produção ajustada.

jan. 2018metade das unidadesmediana nacionalmai. 2026

Máximo 1832 € em dez. 2020 · mínimo -224 € em nov. 2020

Cautela. Uma unidade que contrate serviços a terceiros troca gastos com pessoal por gastos aqui. Ler os dois em conjunto diz mais do que qualquer um sozinho.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Gastos com material de consumo clínico por doente padrão

12 meses até mai. 2026

174 €

mediana nacional: 375 €

5 289 545 em 30 376

Próteses, dispositivos, consumíveis de bloco e de imagiologia, por unidade de produção ajustada.

jan. 2018metade das unidadesmediana nacionalmai. 2026

Máximo 267 € em dez. 2020 · mínimo 74 € em ago. 2018

Cautela. Sobe onde há mais cirurgia e cardiologia de intervenção.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Gastos com medicamentos por doente padrão

12 meses até mai. 2026

1120 €

mediana nacional: 871 €

34 029 823 em 30 376

Gasto em medicamentos por unidade de produção ajustada. Sobe legitimamente em unidades com oncologia, doenças raras ou terapêuticas biológicas.

jan. 2018metade das unidadesmediana nacionalmai. 2026

Máximo 1542 € em mai. 2026 · mínimo -1094 € em dez. 2023

Cautela. Fortemente dependente da carteira de serviços, mesmo depois do ajustamento.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Gastos operacionais por doente padrão

12 meses até mai. 2026

3980 €

mediana nacional: 4532 €

120 895 024 em 30 376

O que a instituição gasta, ao todo, por cada unidade de produção ajustada à complexidade do que trata. É a única forma de pôr lado a lado o custo de um hospital central e o de uma unidade local.

jan. 2018metade das unidadesmediana nacionalmai. 2026

Máximo 4837 € em dez. 2021 · mínimo 2087 € em dez. 2018

Cautela. O doente padrão pode não captar toda a carteira de serviços de uma instituição — a ressalva é da própria ACSS. Gastar menos não é, por si, gerir melhor: pode ser não ter com que gastar.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Gastos com pessoal por doente padrão

12 meses até mai. 2026

1723 €

mediana nacional: 3941 €

52 329 850 em 30 376

A parte dos gastos que vai para quem trata, por unidade de produção ajustada.

jan. 2018metade das unidadesmediana nacionalmai. 2026

Máximo 2273 € em dez. 2023 · mínimo 948 € em set. 2021

Cautela. Ver os gastos operacionais por doente padrão. Um valor baixo pode significar escassez de profissionais e não contenção de custos.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Peso do trabalho extraordinário e suplementos nos gastos com pessoal

12 meses até mai. 2026

15,4 %

2,6 pontos abaixo da mediana nacional

8036 em 52 330

Proporção da despesa com pessoal que vai para horas extraordinárias e suplementos: quanto da atividade é assegurado fora do horário normal. A causa — falta de quadros, escalas de urgência, opção de gestão — não vem nos dados, e o número por si não a distingue.

jan. 2018metade das unidadesmediana nacionalmai. 2026

Máximo 32,7 % em set. 2024 · mínimo 3,1 % em set. 2023

Ver este número na fonteDE-SNSatualizado 30 de julho de 2026

Prazo médio de pagamento a fornecedores

situação em mar. 2026

115 dias

46 % acima da mediana nacional

Dias que a instituição demora, em média, a pagar aos seus fornecedores.

mar. 2014mar. 2026

Máximo 163 dias em mar. 2022 · mínimo 26 dias em set. 2016

Ver este número na fonteACSSatualizado 17 de junho de 2026