Dados do Portal da Transparência do SNS, publicados pela ACSS, DE-SNS, INFARMED, SPMS e INEM, e do registo de contratos públicos do IMPIC (domínio público). Reutilizados ao abrigo da Lei n.º 68/2021. Não é um serviço oficial do SNS.
Porto · Norte
IPO Porto
Instituto Português de Oncologia do Porto Francisco Gentil, E. P. E.
Indicadores
43
Dados desde
2013
Natureza
Instituto de oncologia
Compara-se com
2 unidades
Não abrangido pela reforma ULS. A fonte alterna entre «IPO do Porto» e «IPO F. Gentil - Porto» — é a mesma entidade.
Mortalidade ajustada ao risco
1,01
sem diferença estatisticamente significativa face ao esperado
5395 óbitos observados, 5360 esperados · intervalo de 95 %: 0,98 a 1,03
Comparação corrigida pelo tipo de doentes que a unidade recebe — capítulo de diagnóstico, idade e sexo. É o único indicador desta página que permite comparar mortalidade entre hospitais. Período: 2021-01 a 2025-10.
do Grupo F, em gastos operacionais por doente padrão, em 2023. É contra esta unidade que a ACSS calcula a poupança possível das outras do grupo
Estimativa da ACSS, indicativa e não cumulativa: reflete o posicionamento face à unidade mais eficiente do grupo, não uma medida de desperdício. A unidade mais eficiente tem, por construção, poupança zero. A ACSS deixou de fazer este cálculo para as Unidades Locais de Saúde depois da reforma de 2024 — 2023 é o último ano em que cobriu o sistema.
Contratos públicos
1,43 mil M€
73 441 contratos, 2014–2026
47 % do valor por ajuste direto
4068 € contratados por doente padrão, em 2024–2026
1,4 M€ acrescentados a 21 contratos depois de assinados
Medicamentos e equipamento médico1,19 mil M€
Combustíveis e eletricidade48,8 M€
Serviços de saúde e ação social32,1 M€
Maior fornecedor: ROCHE FARMACÊUTICA QUIMICA, LDA. (59,4 M€). O ajuste direto é legal, mas concentrar nele a despesa reduz a concorrência. Fonte: IMPIC · Portal BASE — o registo integral dos contratos públicos do país, em domínio público.
Leitura de conjunto
22 indicadores comparáveis
Face à mediana das 43 unidades do SNS, a IPO Porto está 7 vezes melhor, 3 vezes em linha e 12 vezes pior, nos 22 indicadores em que a comparação faz sentido.
Cautela. Isto é uma contagem, não uma avaliação. Salvo a mortalidade ajustada ao risco, nenhum destes indicadores corrige o tipo de doentes que a unidade recebe: um hospital que trata casos mais graves fica abaixo da mediana sem que isso signifique piores cuidados. Estar acima em mais indicadores do que abaixo não faz de uma unidade melhor do que outra. 21 indicadores ficaram de fora por serem neutros — subir ou descer não é bom nem mau.
Acesso
Quanto se espera para ser atendido
Consultas médicas hospitalares
12 meses até mai. 2026
366 331
mediana nacional: 289 709
jan. 2013mai. 2026
Máximo 33 835 em out. 2025 · mínimo 18 160 em ago. 2014
Proporção do consumo hospitalar de antibióticos que corresponde a carbapenemes, medida em dose diária definida. São antibióticos de última linha para bactérias multirresistentes: quanto mais se usam, mais depressa se perde a única arma que resta contra elas.
jan. 2015metade das unidadesmediana nacionalabr. 2026
Máximo 14,4 % em jun. 2023 · mínimo 7,5 % em dez. 2015
Cautela. Não está ajustado ao doente. Um centro oncológico, de transplantação ou com muitos cuidados intensivos usa legitimamente mais carbapenemes, porque trata doentes imunodeprimidos e com infeções mais graves. É uma proporção, não um volume: um hospital que reduza todos os antibióticos por igual mantém o mesmo valor. A fonte atribui a cada hospital um grupo de comparação da ACSS (A a F, mais psiquiátricos), que seria a base justa para comparar — o snsRadar mostra por agora a mediana de todas as unidades.
O mesmo, restrito aos carbapenemes — os antibióticos de última linha para bactérias multirresistentes. Lido ao lado do peso dos carbapenemes, separa duas coisas que a proporção confunde: usar muitos antibióticos e usar os errados.
jan. 2015metade das unidadesmediana nacionalabr. 2026
Máximo 100,8 por 1000 dias em dez. 2024 · mínimo 39,3 por 1000 dias em jan. 2023
Cautela. Ver o consumo total. Um centro oncológico ou de transplantação usa legitimamente mais carbapenemes.
Peso das fluoroquinolonas no consumo de antibióticos
12 meses até abr. 2026
5,8 %
▲1,2 pontos acima da mediana nacional
4763 em 82 663
mediana
1,8 %13,7 %
Proporção do consumo hospitalar de antibióticos que corresponde a fluoroquinolonas. São um alvo clássico dos programas de uso responsável: selecionam resistências com rapidez e estão associadas à infeção por Clostridioides difficile.
Consumo total de antibióticos por 1000 dias de internamento
12 meses até abr. 2026
610,8 por 1000 dias
▼15 % abaixo da mediana nacional
66 946 em 109 601
Doses diárias definidas de antibiótico por cada mil dias de internamento. É a medida com que a ECDC compara hospitais e países — e, ao contrário do peso de cada classe, mede quanto se usa e não só o quê.
jan. 2015metade das unidadesmediana nacionalabr. 2026
Máximo 1049,8 por 1000 dias em fev. 2024 · mínimo 518,1 por 1000 dias em jan. 2023
Cautela. Junta duas fontes com perímetros próprios: as DDD são de todo o hospital e os dias de internamento só do internamento. Um hospital com muito ambulatório ou hospital de dia aparece com consumo mais alto por dia de cama sem que isso signifique prescrever pior. Também não está ajustado ao doente.
jan. 2013metade das unidadesmediana nacionalmai. 2026
Máximo 100,0 % em jan. 2013 · mínimo 0,0 % em fev. 2014
A fonte não apurou 7 meses (abr. 2025 a out. 2025). Publicou 0,0 % onde não tem apuramento, depois de a instituição vir a reportar valores — e um zero desses leria-se aqui como o melhor resultado do país. Esses meses ficam de fora do valor, do gráfico e da mediana nacional.
Cautela. A fonte publica apenas a taxa, sem numerador nem denominador. Não é possível agregar corretamente vários meses nem ajustar ao risco.
jan. 2013metade das unidadesmediana nacionalmai. 2026
Máximo 100,0 % em jun. 2014 · mínimo 0,0 % em jan. 2013
Cautela. A fonte publica apenas a taxa, sem numerador nem denominador. Não é possível agregar corretamente vários meses nem ajustar ao risco: mostramos o valor mensal tal como publicado, sem o somar a outros períodos.
Proporção de doentes que voltaram a ser internados no prazo de 30 dias após a alta. É a medida clássica de alta prematura ou de continuidade de cuidados mal assegurada depois de sair do hospital.
jan. 2013metade das unidadesmediana nacionalmai. 2026
Máximo 18,6 % em ago. 2016 · mínimo 6,8 % em mai. 2026
Cautela. Não está ajustado à gravidade. Doentes crónicos e idosos reinternam mais por razões alheias ao internamento anterior — e um hospital que trate doentes mais graves aparece pior sem que isso signifique pior cuidado.
Embolia pulmonar ou trombose venosa profunda pós-operatória
12 meses até mai. 2026
353 por 100 mil
■em linha com a mediana nacional
17 em 4815
Coágulos surgidos depois da cirurgia, por cada 100 000 episódios cirúrgicos elegíveis. É um evento em grande parte evitável com profilaxia adequada, e por isso é usado como medida de segurança e não de gravidade.
jan. 2015metade das unidadesmediana nacionalmai. 2026
Máximo 1422 por 100 mil em jun. 2019 · mínimo 0 por 100 mil em mar. 2015
Embolia pulmonar ou trombose venosa profunda pós-operatória — cada unidade contra a sua dimensão
limites de 95 % e 99,8 %taxa nacional
Não há episódios que cheguem para estimar a taxa do grupo, e a referência é a do país. Dentro do funil, a distância à referência é acaso: com poucos episódios, um caso a mais move muito a taxa. 7 unidades saem dos limites — ULS Algarve, ULS Alto Alentejo, ULS Alto Ave, ULS Amadora/Sintra, ULS Entre Douro e Vouga, ULS Matosinhos, ULS São João. Dentro do funil: com 4815 episódios, este valor não se distingue do resto do país.
Cautela. Depende de se procurar. Um hospital que faça mais exames de imagem encontra mais tromboses — o chamado viés de deteção — e aparece pior do que um que as não procure.
Infeções da corrente sanguínea associadas a cateter venoso central
12 meses até mai. 2026
0,0 ‰
■em linha com a mediana nacional
0 em 742
Episódios por mil em que o doente contraiu uma infeção da corrente sanguínea associada ao cateter venoso central, em adultos e em neonatologia. É a infeção hospitalar sobre a qual há mais evidência de que se previne com protocolo — as chamadas «bundles» de colocação e manutenção.
jan. 2015metade das unidadesmediana nacionalabr. 2026
Máximo 25,0 ‰ em out. 2020 · mínimo 0,0 ‰ em jan. 2015
Infeções da corrente sanguínea associadas a cateter venoso central — cada unidade contra a sua dimensão
limites de 95 % e 99,8 %taxa nacional
Não há episódios que cheguem para estimar a taxa do grupo, e a referência é a do país. Dentro do funil, a distância à referência é acaso: com poucos episódios, um caso a mais move muito a taxa. 2 unidades saem dos limites — ULS Almada-Seixal, ULS Santo António. Dentro do funil: com 742 episódios, este valor não se distingue do resto do país.
Cautela. Depende do registo e da procura ativa: um serviço que faça hemoculturas por rotina encontra mais infeções do que um que só as peça perante suspeita clínica.
Lacerações graves em partos vaginais instrumentados
12 meses até mai. 2026
—
Lacerações de 3.º e 4.º grau — as que atingem o esfíncter anal — em partos vaginais assistidos por fórceps ou ventosa. É um dos indicadores de segurança obstétrica da OCDE.
Sem série suficiente para traçar uma evolução.
Lacerações graves em partos vaginais instrumentados — cada unidade contra a sua dimensão
limites de 95 % e 99,8 %taxa nacional
Não há episódios que cheguem para estimar a taxa do grupo, e a referência é a do país. Dentro do funil, a distância à referência é acaso: com poucos episódios, um caso a mais move muito a taxa. 1 unidade sai dos limites — ULS São José.
Cautela. O parto instrumentado tem, por si, mais risco de laceração grave do que o parto espontâneo; por isso os dois indicadores estão separados e não se somam. Também aqui o registo pesa: uma laceração não codificada não aparece.
Lacerações graves em partos vaginais não instrumentados
12 meses até mai. 2026
—
Lacerações de 3.º e 4.º grau em partos vaginais espontâneos, sem fórceps nem ventosa.
Sem série suficiente para traçar uma evolução.
Lacerações graves em partos vaginais não instrumentados — cada unidade contra a sua dimensão
limites de 95 % e 99,8 %taxa nacional
Não há episódios que cheguem para estimar a taxa do grupo, e a referência é a do país. Dentro do funil, a distância à referência é acaso: com poucos episódios, um caso a mais move muito a taxa. 1 unidade sai dos limites — ULS São José.
Cautela. Não está ajustado ao risco da grávida. Tal como no parto instrumentado, um valor baixo pode significar menos lesões ou menos registo.
Casos de sépsis surgidos depois de uma cirurgia programada, por cada 100 000 episódios cirúrgicos elegíveis. Conta apenas cirurgia eletiva: uma infeção generalizada a seguir a uma operação marcada com antecedência é o tipo de acontecimento que a segurança hospitalar existe para evitar.
jan. 2015metade das unidadesmediana nacionalabr. 2026
Máximo 5556 por 100 mil em out. 2024 · mínimo 0 por 100 mil em jan. 2015
Sépsis pós-operatória — cada unidade contra a sua dimensão
limites de 95 % e 99,8 %taxa nacional
Não há episódios que cheguem para estimar a taxa do grupo, e a referência é a do país. Dentro do funil, a distância à referência é acaso: com poucos episódios, um caso a mais move muito a taxa. 4 unidades saem dos limites — ULS Alto Ave, ULS Entre Douro e Vouga, ULS Lezíria, ULS Santa Maria. Dentro do funil: com 312 episódios, este valor não se distingue do resto do país.
Cautela. Sensível à codificação e ao perfil dos doentes operados. Hospitais que operam doentes mais complexos têm mais risco, e o indicador não o ajusta.
Episódios de internamento por mil em que o doente desenvolveu uma úlcera de pressão. O denominador já exclui os episódios em que a úlcera não é atribuível ao internamento — estadias curtas e doentes admitidos com a lesão, entre outros.
jan. 2015metade das unidadesmediana nacionalmai. 2026
Máximo 6,52 ‰ em mar. 2016 · mínimo 0,0 ‰ em jan. 2015
Úlceras de pressão adquiridas no internamento — cada unidade contra a sua dimensão
limites de 95 % e 99,8 %taxa nacional
Não há episódios que cheguem para estimar a taxa do grupo, e a referência é a do país. Dentro do funil, a distância à referência é acaso: com poucos episódios, um caso a mais move muito a taxa. 2 unidades saem dos limites — Hospital de Cascais, ULS Amadora/Sintra. Dentro do funil: com 5014 episódios, este valor não se distingue do resto do país.
Cautela. Depende do registo. Um hospital que codifique bem as suas úlceras aparece pior do que um que as não registe — e a diferença entre unidades pode medir a qualidade do registo em vez da qualidade do cuidado.
Enfermeiros e úlceras de pressão, unidade a unidade
Nas 42 unidades com os dois valores, a correlação é 0,33 — uma relação fraca. O terço com mais doentes padrão por enfermeiro tem mediana de 0,94 ‰; o terço com menos, 0,68 ‰.
As 2 unidades do Grupo F — as que se comparam com esta — estão marcadas a cheio.
É a relação mais documentada em investigação de serviços de saúde, e aparece nos dados portugueses — mas isto são 42 unidades, não 42 mil doentes. Uma associação entre hospitais não prova nada sobre um doente em concreto, e o que aqui se vê pode ser dotação de enfermagem, complexidade dos doentes, ou apenas hospitais que registam melhor as suas úlceras.
Segurança e mortalidade ajustada ao risco — dois métodos independentes
Nas 39 unidades com os dois valores, a correlação é 0,01 — nenhuma relação visível. O terço com mais índice de segurança tem mediana de 1,11; o terço com menos, 0,98.
As 1 unidades do Grupo F — as que se comparam com esta — estão marcadas a cheio.
O eixo horizontal resume os seis indicadores de segurança em desvios face à taxa do país; o vertical é o rácio entre mortes observadas e esperadas, padronizado por capítulo de diagnóstico, idade e sexo. Medem coisas diferentes por caminhos diferentes: concordarem reforça ambos, discordarem diz que cada um vê o que o outro não vê. Nenhum dos dois mede a qualidade do cuidado diretamente.
Capacidade
Meios humanos e atividade
Proporção de cirurgias urgentes no total
12 meses até mai. 2026
4,8 %
mediana nacional: 10,9 %
606 em 12 584
mediana
1,4 %11,6 %
jan. 2013metade das unidadesmediana nacionalmai. 2026
Máximo 10,5 % em ago. 2023 · mínimo 2,1 % em fev. 2013
Unidades de produção ajustadas à complexidade por cada médico equivalente a tempo completo. É a medida de produtividade que a ACSS usa, e a única que permite comparar quadros médicos de hospitais que tratam coisas diferentes.
jan. 2013mai. 2026
Máximo 14 em dez. 2017 · mínimo 8 em fev. 2026
Cautela. Um valor alto tanto pode significar uma equipa produtiva como uma equipa a menos para o trabalho que tem. O indicador não distingue as duas coisas, e a leitura isolada de qualquer uma delas seria abusiva.
Cautela. Descontinuidade em janeiro de 2024: a reforma ULS integrou os agrupamentos de centros de saúde nas mesmas entidades, e os efetivos saltam +21 % (médicos +33 %) de dezembro de 2023 para dezembro de 2024. Não é contratação — é mudança de perímetro. Confirmado contra o INE em reference/VALIDACAO-EXTERNA.md.
Proporção de internamentos que passaram dos 30 dias. Uma parte destes são doentes que já têm alta clínica e continuam na cama por não haver resposta social ou de cuidados continuados — camas de agudos ocupadas por quem já não precisa delas.
jan. 2013metade das unidadesmediana nacionalmai. 2026
Máximo 7,3 % em ago. 2025 · mínimo 1,0 % em abr. 2014
Cautela. Mede tanto a eficiência do hospital como a falta de respostas fora dele. A causa não vem nos dados.
Cautela. Descontinuidade em janeiro de 2024: a reforma ULS integrou os agrupamentos de centros de saúde nas mesmas entidades, e os efetivos saltam +21 % (médicos +33 %) de dezembro de 2023 para dezembro de 2024. Não é contratação — é mudança de perímetro. Confirmado contra o INE em reference/VALIDACAO-EXTERNA.md.
jan. 2013metade das unidadesmediana nacionalmai. 2026
Máximo 97,9 % em nov. 2015 · mínimo 56,7 % em abr. 2020
Cautela. O denominador é a lotação praticada, que varia com camas abertas e encerradas. Ocupação alta pode significar eficiência ou pressão excessiva; ocupação baixa pode significar folga ou camas encerradas por falta de pessoal.
Máximo 2660 em jun. 2026 · mínimo 1921 em dez. 2014
Cautela. É um efetivo num momento, não um fluxo: somar meses não faz sentido — a ficha mostra o último período. Descontinuidade em janeiro de 2024: a reforma ULS integrou os centros de saúde nas mesmas entidades, e os efetivos saltam +21 % (médicos +33 %) sem que ninguém tenha sido contratado. Ver reference/VALIDACAO-EXTERNA.md.
Máximo 46,2 M€ em nov. 2025 · mínimo -990 323 € em mar. 2016
Cautela. É um saldo em dívida numa data, não uma despesa do período: somar meses contaria a mesma dívida vezes sem conta. A ficha mostra o último período.
Gastos com fornecimentos e serviços externos por doente padrão
12 meses até mai. 2026
479 €
mediana nacional: 3500 €
29 063 783 em 60 660
Tudo o que a instituição compra fora: meios complementares de diagnóstico contratados, limpeza, alimentação, manutenção, prestações de serviços clínicos. Por unidade de produção ajustada.
jan. 2018metade das unidadesmediana nacionalmai. 2026
Máximo 837 € em ago. 2025 · mínimo 8 € em jan. 2019
Cautela. Uma unidade que contrate serviços a terceiros troca gastos com pessoal por gastos aqui. Ler os dois em conjunto diz mais do que qualquer um sozinho.
O que a instituição gasta, ao todo, por cada unidade de produção ajustada à complexidade do que trata. É a única forma de pôr lado a lado o custo de um hospital central e o de uma unidade local.
jan. 2018metade das unidadesmediana nacionalmai. 2026
Máximo 5642 € em abr. 2026 · mínimo 13 € em dez. 2021
Cautela. O doente padrão pode não captar toda a carteira de serviços de uma instituição — a ressalva é da própria ACSS. Gastar menos não é, por si, gerir melhor: pode ser não ter com que gastar.
Peso do trabalho extraordinário e suplementos nos gastos com pessoal
11 meses até mai. 2026
11,9 %
▼6,1 pontos abaixo da mediana nacional
13 513 em 113 861
mediana
3,7 %55,7 %
Proporção da despesa com pessoal que vai para horas extraordinárias e suplementos: quanto da atividade é assegurado fora do horário normal. A causa — falta de quadros, escalas de urgência, opção de gestão — não vem nos dados, e o número por si não a distingue.
jan. 2018metade das unidadesmediana nacionalmai. 2026
Máximo 52,1 % em dez. 2022 · mínimo 7,3 % em mai. 2026