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snsRadar · Observatório do Serviço Nacional de Saúde

O SNS, hospital a hospital · 2013–2026

Dados do Portal da Transparência do SNS, publicados pela ACSS, DE-SNS, INFARMED, SPMS e INEM, e do registo de contratos públicos do IMPIC (domínio público). Reutilizados ao abrigo da Lei n.º 68/2021. Não é um serviço oficial do SNS.

Lisboa · Lisboa e Vale do Tejo

ULS Amadora/Sintra

Unidade Local de Saúde de Amadora/Sintra, E. P. E.

Indicadores
51
Dados desde
2013
Natureza
Unidade Local de Saúde
Compara-se com
7 unidades

Mortalidade ajustada ao risco

1,14

14 % mais óbitos do que o esperado

9699 óbitos observados, 8486 esperados · intervalo de 95 %: 1,12 a 1,17

Comparação corrigida pelo tipo de doentes que a unidade recebe — capítulo de diagnóstico, idade e sexo. É o único indicador desta página que permite comparar mortalidade entre hospitais. Período: 2021-01 a 2025-10.

Padronização indireta. Sobre os limites de comparar hospitais por mortalidade: Lilford & Pronovost, BMJ, 2010;340:c2016 e Shahian D. M. et al., New England Journal of Medicine, 2010;363:2530–9.

População servida

582 385

utentes inscritos nos cuidados primários

194 681 sem médico de família (33,4 %)

É a população pela qual esta unidade é responsável, e o denominador que torna as contagens comparáveis entre unidades de dimensão diferente.

Poupança estimada pela ACSS

79,5 M€

é o que a ACSS estimava, em 2023, que esta unidade pouparia em gastos operacionais se igualasse a mais eficiente do Grupo D

resultado operacional de -45,4 M€, que passaria a 34,1 M€

Estimativa da ACSS, indicativa e não cumulativa: reflete o posicionamento face à unidade mais eficiente do grupo, não uma medida de desperdício. A unidade mais eficiente tem, por construção, poupança zero. A ACSS deixou de fazer este cálculo para as Unidades Locais de Saúde depois da reforma de 2024 — 2023 é o último ano em que cobriu o sistema.

Contratos públicos

705,3 M€

11 130 contratos, 2013–2026

28 % do valor por ajuste direto

2124 € contratados por doente padrão, em 2024–2026

6,0 M€ acrescentados a 68 contratos depois de assinados

  • Medicamentos e equipamento médico529,3 M€
  • Combustíveis e eletricidade26,8 M€
  • Hotelaria e restauração20,7 M€

Maior fornecedor: E.D.P. (23,7 M€). O ajuste direto é legal, mas concentrar nele a despesa reduz a concorrência. Fonte: IMPIC · Portal BASE — o registo integral dos contratos públicos do país, em domínio público.

Leitura de conjunto

27 indicadores comparáveis

Face à mediana das 43 unidades do SNS, a ULS Amadora/Sintra está 9 vezes melhor, 7 vezes em linha e 11 vezes pior, nos 27 indicadores em que a comparação faz sentido.

  • melhor que a mediana
  • em linha
  • pior que a mediana
Onde está melhor
Fraturas da anca operadas nas primeiras 48 horas82,3 % 30 pontos acima da mediana nacional
Onde está pior
Dívida vencida a fornecedores externos13,0 M€ 505 % acima da mediana nacional

Cautela. Isto é uma contagem, não uma avaliação. Salvo a mortalidade ajustada ao risco, nenhum destes indicadores corrige o tipo de doentes que a unidade recebe: um hospital que trata casos mais graves fica abaixo da mediana sem que isso signifique piores cuidados. Estar acima em mais indicadores do que abaixo não faz de uma unidade melhor do que outra. 24 indicadores ficaram de fora por serem neutros — subir ou descer não é bom nem mau.

Acesso

Quanto se espera para ser atendido

Consultas médicas hospitalares

12 meses até mai. 2026

391 591

mediana nacional: 289 709

672,4 por mil utentes inscritos · mediana nacional 1013,0

jan. 2013reforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 37 416 em out. 2025 · mínimo 18 446 em ago. 2014

Ver este número na fonteDE-SNSatualizado 30 de julho de 2026

Primeiras consultas realizadas em tempo adequado

11 meses até mai. 2026

50,5 %

em linha com a mediana nacional

3,4 pontos abaixo da mediana do Grupo D (8 unidades semelhantes: 53,9 %)

31 563 em 62 477

jan. 2013metade das unidadesmediana nacionalreforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 96,2 % em out. 2025 · mínimo 37,7 % em mai. 2026

Cautela. Conta apenas as consultas com registo no CTH. Consultas fora desse circuito não entram no denominador.

Ver este número na fonteDE-SNSatualizado 30 de julho de 2026

Dias de espera no internamento antes da cirurgia programada

12 meses até mai. 2026

0,8 dias

23 % acima da mediana nacional

18 % abaixo da mediana do Grupo D (8 unidades semelhantes: 1 dias)

3083 em 3906

Tempo entre a admissão e a cirurgia, em episódios cirúrgicos programados. Mede dias de cama ocupados antes de operar, não a espera em lista.

jan. 2013metade das unidadesmediana nacionalreforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 1,6 dias em abr. 2020 · mínimo 0,4 dias em abr. 2017

Ver este número na fonteDE-SNSatualizado 30 de julho de 2026

Doentes em lista de espera cirúrgica dentro do tempo máximo garantido

12 meses até mai. 2026

61,5 %

15,3 pontos abaixo da mediana nacional

9,4 pontos abaixo da mediana do Grupo D (8 unidades semelhantes: 70,9 %)

55 960 em 91 054

Percentagem de doentes inscritos para cirurgia cuja espera ainda não ultrapassou o Tempo Máximo de Resposta Garantida.

jan. 2018metade das unidadesmediana nacionalreforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 75,0 % em mai. 2022 · mínimo 42,0 % em set. 2020

Ver este número na fonteDE-SNSatualizado 30 de julho de 2026

Atendimentos em urgência

12 meses até mai. 2026

213 842

mediana nacional: 137 498

367,2 por mil utentes inscritos · mediana nacional 497,2

jan. 2013reforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 26 071 em jul. 2016 · mínimo 10 014 em abr. 2020

Ver este número na fonteDE-SNSatualizado 30 de julho de 2026

Atendimentos em urgência com prioridade alta (vermelho e laranja)

12 meses até mai. 2026

12,6 %

mediana nacional: 10,7 %

26 967 em 213 842

jan. 2013metade das unidadesmediana nacionalreforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 26,0 % em out. 2013 · mínimo 8,5 % em jul. 2023

Cautela. Uma proporção alta de prioridades urgentes pode indicar boa filtragem da procura não urgente, ou uma população mais doente. Não é, por si, medida de qualidade.

Ver este número na fonteDE-SNSatualizado 30 de julho de 2026

Qualidade

Resultados dos cuidados prestados

Peso dos carbapenemes no consumo de antibióticos

12 meses até abr. 2026

4,6 %

0,5 pontos abaixo da mediana nacional

8399 em 181 684

Proporção do consumo hospitalar de antibióticos que corresponde a carbapenemes, medida em dose diária definida. São antibióticos de última linha para bactérias multirresistentes: quanto mais se usam, mais depressa se perde a única arma que resta contra elas.

jan. 2015metade das unidadesmediana nacionalreforma ULS, jan. 2024abr. 2026

Máximo 8,4 % em ago. 2018 · mínimo 2,7 % em abr. 2023

Cautela. Não está ajustado ao doente. Um centro oncológico, de transplantação ou com muitos cuidados intensivos usa legitimamente mais carbapenemes, porque trata doentes imunodeprimidos e com infeções mais graves. É uma proporção, não um volume: um hospital que reduza todos os antibióticos por igual mantém o mesmo valor. A fonte atribui a cada hospital um grupo de comparação da ACSS (A a F, mais psiquiátricos), que seria a base justa para comparar — o snsRadar mostra por agora a mediana de todas as unidades.

Ver este número na fonteINFARMEDatualizado 3 de julho de 2026

Carbapenemes por 1000 dias de internamento

12 meses até abr. 2026

34,4 por 1000 dias

10 % abaixo da mediana nacional

em linha com a mediana nacionalda mediana do Grupo D (8 unidades semelhantes: 34,4 por 1000 dias)

8450 em 245 634

O mesmo, restrito aos carbapenemes — os antibióticos de última linha para bactérias multirresistentes. Lido ao lado do peso dos carbapenemes, separa duas coisas que a proporção confunde: usar muitos antibióticos e usar os errados.

jan. 2015metade das unidadesmediana nacionalreforma ULS, jan. 2024abr. 2026

Máximo 59,4 por 1000 dias em mai. 2015 · mínimo 15,9 por 1000 dias em dez. 2019

Cautela. Ver o consumo total. Um centro oncológico ou de transplantação usa legitimamente mais carbapenemes.

Ver este número na fonteINFARMEDatualizado 3 de julho de 2026

Peso das cefalosporinas no consumo de antibióticos

12 meses até abr. 2026

17,7 %

2,8 pontos abaixo da mediana nacional

4,1 pontos abaixo da mediana do Grupo D (8 unidades semelhantes: 21,7 %)

49 365 em 279 609

Proporção do consumo hospitalar de antibióticos que corresponde a cefalosporinas, em dose diária definida.

jan. 2015metade das unidadesmediana nacionalreforma ULS, jan. 2024abr. 2026

Máximo 30,9 % em mar. 2017 · mínimo 9,3 % em nov. 2025

Cautela. Não está ajustado ao doente. É uma proporção do total de antibióticos, não um volume por doente.

Ver este número na fonteINFARMEDatualizado 3 de julho de 2026

Peso das fluoroquinolonas no consumo de antibióticos

12 meses até abr. 2026

3,6 %

1 pontos abaixo da mediana nacional

1,4 pontos abaixo da mediana do Grupo D (8 unidades semelhantes: 5,0 %)

10 064 em 279 609

Proporção do consumo hospitalar de antibióticos que corresponde a fluoroquinolonas. São um alvo clássico dos programas de uso responsável: selecionam resistências com rapidez e estão associadas à infeção por Clostridioides difficile.

jan. 2015metade das unidadesmediana nacionalreforma ULS, jan. 2024abr. 2026

Máximo 9,2 % em mai. 2019 · mínimo 1,7 % em nov. 2025

Cautela. Não está ajustado ao doente nem ao perfil de infeções tratadas. É uma proporção do total de antibióticos, não um volume por doente.

Ver este número na fonteINFARMEDatualizado 3 de julho de 2026

Fluoroquinolonas por 1000 dias de internamento

12 meses até abr. 2026

41 por 1000 dias

6 % abaixo da mediana nacional

em linha com a mediana nacionalda mediana do Grupo D (8 unidades semelhantes: 41 por 1000 dias)

10 064 em 245 634

Volume de fluoroquinolonas por mil dias de internamento. São um alvo clássico dos programas de uso responsável de antibióticos.

jan. 2015metade das unidadesmediana nacionalreforma ULS, jan. 2024abr. 2026

Máximo 71,9 por 1000 dias em out. 2025 · mínimo 18,5 por 1000 dias em jan. 2021

Cautela. Ver o consumo total de antibióticos.

Ver este número na fonteINFARMEDatualizado 3 de julho de 2026

Consumo total de antibióticos por 1000 dias de internamento

12 meses até abr. 2026

731,8 por 1000 dias

em linha com a mediana nacional

181 684 em 248 260

Doses diárias definidas de antibiótico por cada mil dias de internamento. É a medida com que a ECDC compara hospitais e países — e, ao contrário do peso de cada classe, mede quanto se usa e não só o quê.

jan. 2015metade das unidadesmediana nacionalreforma ULS, jan. 2024abr. 2026

Máximo 1229 por 1000 dias em dez. 2022 · mínimo 370,8 por 1000 dias em jan. 2015

Cautela. Junta duas fontes com perímetros próprios: as DDD são de todo o hospital e os dias de internamento só do internamento. Um hospital com muito ambulatório ou hospital de dia aparece com consumo mais alto por dia de cama sem que isso signifique prescrever pior. Também não está ajustado ao doente.

Ver este número na fonteINFARMEDatualizado 3 de julho de 2026

Partos por cesariana

12 meses até mai. 2026

36,9 %

mediana nacional: 33,7 %

1091 em 2953

jan. 2013metade das unidadesmediana nacionalreforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 63,0 % em nov. 2023 · mínimo 22,4 % em jun. 2015

Cautela. Não ajustado ao risco. Maternidades que recebem gravidezes de alto risco, ou que servem populações mais velhas, têm taxas legitimamente mais altas. Uma taxa acima da referência não indica, por si só, má prática.

Referência histórica da OMS: 10 a 15 %. É o consenso de 1985 — em 2015 a OMS deixou de fixar um alvo, por concluir que a taxa ideal é desconhecida e que, acima de 10 %, mais cesarianas não estão associadas a menos mortes de mães ou de recém-nascidos. Está na escala como marco de leitura, não como meta a atingir. Organização Mundial da Saúde, Declaração sobre taxas de cesarianas, 2015 (WHO/RHR/15.02).

Ver este número na fonteDE-SNSatualizado 30 de julho de 2026

Cesarianas em gravidezes de termo, feto único e de cabeça para baixo

12 meses até mai. 2026

40,8 %

2,9 pontos acima da mediana nacional

1,3 pontos acima da mediana do Grupo D (8 unidades semelhantes: 39,5 %)

913 em 2238

A taxa de cesarianas restrita às gravidezes de um só feto, de cabeça para baixo, às 37 semanas ou mais — fora ficam as situações em que a cesariana é quase sempre a decisão certa: prematuridade, apresentação pélvica, gémeos. Não exclui, porém, as mulheres com cesariana anterior.

jan. 2015metade das unidadesmediana nacionalreforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 57,6 % em nov. 2023 · mínimo 17,4 % em jun. 2015

Cautela. Sobe acima da taxa global em 35 das 37 maternidades, e a razão está no indicador seguinte: quem já teve uma cesariana volta quase sempre a tê-la, e esses partos são de termo, unifetais e cefálicos — caem todos dentro deste grupo. Não é, por isso, a medida ajustada ao risco que o nome sugere: para isso seria preciso excluir também a cesariana anterior, e a ACSS não publica esse indicador de forma utilizável (ver reference/NOTAS.md, secção 22).

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Cirurgias em ambulatório, entre as que o poderiam ser

12 meses até mai. 2026

88,9 %

em linha com a mediana nacional

5430 em 6106

Entre os procedimentos que podem ser feitos sem internamento, a proporção que efetivamente o foi. Evita noites de internamento desnecessárias.

jan. 2013metade das unidadesmediana nacionalreforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 94,0 % em dez. 2020 · mínimo 30,5 % em jul. 2013

Ver este número na fonteDE-SNSatualizado 30 de julho de 2026

Fraturas da anca operadas nas primeiras 48 horas

12 meses até mai. 2026

82,3 %

30 pontos acima da mediana nacional

42,2 pontos acima da mediana do Grupo D (8 unidades semelhantes: 40,1 %)

446 em 542

Doentes com mais de 65 anos. Operar nas primeiras 48 horas está associado a menor mortalidade e menor perda de autonomia.

jan. 2013metade das unidadesmediana nacionalreforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 97,1 % em abr. 2024 · mínimo 6,5 % em nov. 2014

Ver este número na fonteDE-SNSatualizado 30 de julho de 2026

Mortalidade a 30 dias por AVC hemorrágico

12 meses até mai. 2026

27,8 %

1,4 pontos acima da mediana nacional

2,2 pontos acima da mediana do Grupo D (8 unidades semelhantes: 25,6 %)

jan. 2013metade das unidadesmediana nacionalreforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 47,1 % em fev. 2021 · mínimo 10,0 % em jan. 2024

Cautela. A fonte publica apenas a taxa, sem numerador nem denominador. Não é possível agregar corretamente vários meses nem ajustar ao risco.

Ver este número na fonteACSSatualizado 30 de julho de 2026

Mortalidade a 30 dias por AVC isquémico

12 meses até mai. 2026

11,3 %

0,7 pontos abaixo da mediana nacional

jan. 2013metade das unidadesmediana nacionalreforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 22,5 % em jan. 2024 · mínimo 1,6 % em jan. 2020

Cautela. A fonte publica apenas a taxa, sem numerador nem denominador. Não é possível agregar corretamente vários meses nem ajustar ao risco: mostramos o valor mensal tal como publicado, sem o somar a outros períodos.

Ver este número na fonteACSSatualizado 30 de julho de 2026

Partos vaginais depois de uma cesariana anterior

12 meses até mai. 2026

0,6 %

em linha com a mediana nacional

2 em 318

Entre as grávidas de termo, com um só feto de cabeça para baixo e uma cesariana anterior, a proporção que teve parto vaginal. Mede se o hospital oferece essa possibilidade ou se trata a cesariana anterior como decisão definitiva. Em Portugal, a mediana das maternidades é de zero: a primeira cesariana determina, na prática, todos os partos seguintes.

jan. 2015metade das unidadesmediana nacionalreforma ULS, jan. 2024abr. 2026

Máximo 57,1 % em jun. 2015 · mínimo 0,0 % em mar. 2017

Cautela. Nem toda a mulher com cesariana anterior é candidata a parto vaginal, e a escolha informada da grávida é uma razão legítima para não o tentar. Uma taxa alta não é, por si, melhor cuidado.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Reinternamentos até 30 dias

12 meses até mai. 2026

6,5 %

em linha com a mediana nacional

1763 em 26 998

Proporção de doentes que voltaram a ser internados no prazo de 30 dias após a alta. É a medida clássica de alta prematura ou de continuidade de cuidados mal assegurada depois de sair do hospital.

jan. 2013metade das unidadesmediana nacionalreforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 10,0 % em mar. 2014 · mínimo 4,2 % em fev. 2021

Cautela. Não está ajustado à gravidade. Doentes crónicos e idosos reinternam mais por razões alheias ao internamento anterior — e um hospital que trate doentes mais graves aparece pior sem que isso signifique pior cuidado.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Reparações de aneurismas da aorta abdominal

12 meses até mai. 2026

0

mediana nacional: 0

Número de reparações de aneurismas da aorta abdominal.

jan. 2015reforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 1 em jan. 2016 · mínimo 0 em jan. 2015

Reparações de aneurismas da aorta abdominal — 309 no país, 15 unidades
  1. ULS São José78
  2. ULS Coimbra62
  3. ULS São João55
  4. ULS Santo António32
  5. ULS Almada-Seixal17
  6. ULS Braga14
  7. ULS Trás-os-Montes e Alto Douro14
  8. ULS Lezíria9
  9. ULS Viseu Dão-Lafões6
  10. ULS Alto Ave5
  11. ULS Gaia/Espinho5
  12. ULS Santa Maria5

As três maiores fazem 63 % do total do país. É uma contagem, não uma medida de resultado.

Cautela. É uma contagem, não uma medida de resultado.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Angioplastias coronárias

12 meses até mai. 2026

377

mediana nacional: 20

Número de angioplastias percutâneas das artérias coronárias (PTCA) — o procedimento que desobstrui a artéria no enfarte agudo do miocárdio.

jan. 2015reforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 56 em mar. 2017 · mínimo 0 em set. 2019

Angioplastias coronárias — 5665 no país, 29 unidades
  1. ULS Coimbra639
  2. ULS Algarve552
  3. ULS Tâmega e Sousa457
  4. ULS Trás-os-Montes e Alto Douro430
  5. ULS Arrábida390
  6. ULS Amadora/Sintra377
  7. ULS São João353
  8. ULS Braga344
  9. ULS Gaia/Espinho276
  10. ULS Santo António274
  11. ULS Alentejo Central256
  12. ULS Região de Aveiro242

As três maiores fazem 29 % do total do país. Esta unidade faz 377 por ano — 6.ª de 29. É uma contagem, não uma medida de resultado.

Cautela. É uma contagem, não uma medida de resultado.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Cirurgias de bypass das artérias coronárias

12 meses até mai. 2026

0

mediana nacional: 0

Número de cirurgias de revascularização do miocárdio (CABG). Só um punhado de centros do país as faz.

jan. 2015reforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 1 em out. 2015 · mínimo 0 em jan. 2015

Cirurgias de bypass das artérias coronárias — 1581 no país, 7 unidades
  1. ULS São João496
  2. ULS Gaia/Espinho400
  3. ULS São José296
  4. ULS Coimbra211
  5. ULS Santa Maria143
  6. ULS Lisboa Ocidental28
  7. ULS Braga7

As três maiores fazem 75 % do total do país. É uma contagem, não uma medida de resultado.

Cautela. É uma contagem, não uma medida de resultado.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Endarterectomias da carótida

12 meses até mai. 2026

0

mediana nacional: 0

Número de endarterectomias da carótida — a cirurgia que remove a placa que obstrui a artéria do pescoço, para prevenir o AVC.

jan. 2015reforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 0 em jan. 2015 · mínimo 0 em jan. 2015

Endarterectomias da carótida — 278 no país, 15 unidades
  1. ULS São José59
  2. ULS Coimbra52
  3. ULS São João44
  4. ULS Santo António22
  5. ULS Almada-Seixal20
  6. ULS Braga18
  7. ULS Tâmega e Sousa16
  8. ULS Alto Ave15
  9. ULS Loures-Odivelas8
  10. ULS Gaia/Espinho5
  11. ULS Algarve4
  12. ULS Lezíria4

As três maiores fazem 56 % do total do país. É uma contagem, não uma medida de resultado.

Cautela. É uma contagem, não uma medida de resultado.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Resseções do esófago

12 meses até mai. 2026

1

mediana nacional: 1

Número de resseções do esófago realizadas. Tal como a do pâncreas, é uma cirurgia de alto risco em que o volume do centro conta.

jan. 2015reforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 5 em fev. 2018 · mínimo 0 em jan. 2015

Resseções do esófago — 184 no país, 24 unidades
  1. IPO Porto53
  2. ULS Santa Maria29
  3. ULS Braga27
  4. IPO Lisboa12
  5. ULS Trás-os-Montes e Alto Douro7
  6. ULS Alto Ave6
  7. ULS São João6
  8. ULS Entre Douro e Vouga5
  9. ULS Gaia/Espinho5
  10. ULS Almada-Seixal4
  11. ULS Alto Minho4
  12. ⋯ mais 12 unidades
  13. ULS Amadora/Sintra1

As três maiores fazem 59 % do total do país. Esta unidade faz 1 por ano — 19.ª de 24. É uma contagem, não uma medida de resultado.

Cautela. É uma contagem, não uma medida de resultado.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Resseções do pâncreas

12 meses até mai. 2026

21

mediana nacional: 1

Número de resseções do pâncreas realizadas. É das cirurgias com relação mais documentada entre o volume do hospital e a sobrevivência do doente.

jan. 2015reforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 6 em jun. 2021 · mínimo 0 em jan. 2015

Resseções do pâncreas — 386 no país, 24 unidades
  1. ULS São João72
  2. IPO Porto51
  3. ULS Região de Leiria43
  4. ULS Santa Maria30
  5. ULS Braga24
  6. ULS Amadora/Sintra21
  7. ULS São José18
  8. ULS Viseu Dão-Lafões18
  9. ULS Entre Douro e Vouga17
  10. ULS Loures-Odivelas16
  11. ULS Alto Ave15
  12. ULS Alto Minho12

As três maiores fazem 43 % do total do país. Esta unidade faz 21 por ano — 6.ª de 24. É uma contagem, não uma medida de resultado.

Cautela. É uma contagem, não uma medida de resultado. Um volume baixo não diz que aquele hospital opera mal; diz que opera poucas vezes.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Porque é que a taxa sobe quando se olha para o grupo de menor risco
36,9 %40,8 %todos os partostermo, feto único, cefálicomediana

Sobe em 35 das 37 maternidades do país: a mediana passa de 33,7 % para 37,9 %. A causa está no indicador de partos vaginais após cesariana, acima: quem já teve uma cesariana volta quase sempre a tê-la, e esses partos são de termo, unifetais e cefálicos.

Segurança

Danos que o internamento causou, e não a doença

Embolia pulmonar ou trombose venosa profunda pós-operatória

12 meses até mai. 2026

774 por 100 mil

125 % acima da mediana nacional

81 % acima da mediana do Grupo D (8 unidades semelhantes: 427 por 100 mil)

48 em 6203

Coágulos surgidos depois da cirurgia, por cada 100 000 episódios cirúrgicos elegíveis. É um evento em grande parte evitável com profilaxia adequada, e por isso é usado como medida de segurança e não de gravidade.

jan. 2015metade das unidadesmediana nacionalreforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 4096 por 100 mil em fev. 2021 · mínimo 0 por 100 mil em jan. 2015

Embolia pulmonar ou trombose venosa profunda pós-operatória — cada unidade do Grupo D contra a sua dimensão
episódios no período04321025ULS Amadora/SintraULS Algarve

limites de 95 % e 99,8 %taxa do Grupo Dtaxa do país

A referência é a taxa do Grupo D — 432 por 100 mil contra 389 por 100 mil no país —, porque comparar com o conjunto diria mais sobre o grupo a que esta unidade pertence do que sobre ela. Dentro do funil, a distância à referência é acaso: com poucos episódios, um caso a mais move muito a taxa. 2 unidades saem dos limites — ULS Algarve, ULS Amadora/Sintra. Fora do funil: ULS Amadora/Sintra está acima do que a variação aleatória explica.

Cautela. Depende de se procurar. Um hospital que faça mais exames de imagem encontra mais tromboses — o chamado viés de deteção — e aparece pior do que um que as não procure.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Infeções da corrente sanguínea associadas a cateter venoso central

12 meses até mai. 2026

0,62 ‰

em linha com a mediana nacional

52 % acima da mediana do Grupo D (8 unidades semelhantes: 0,41 ‰)

9 em 14 609

Episódios por mil em que o doente contraiu uma infeção da corrente sanguínea associada ao cateter venoso central, em adultos e em neonatologia. É a infeção hospitalar sobre a qual há mais evidência de que se previne com protocolo — as chamadas «bundles» de colocação e manutenção.

jan. 2015metade das unidadesmediana nacionalreforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 3,03 ‰ em mar. 2026 · mínimo 0,0 ‰ em jan. 2015

Infeções da corrente sanguínea associadas a cateter venoso central — cada unidade do Grupo D contra a sua dimensão
10 000episódios no período00,461,95ULS Almada-SeixalULS Amadora/Sintra

limites de 95 % e 99,8 %taxa do Grupo Dtaxa do país

A referência é a taxa do Grupo D — 0,46 ‰ contra 0,27 ‰ no país —, porque comparar com o conjunto diria mais sobre o grupo a que esta unidade pertence do que sobre ela. Dentro do funil, a distância à referência é acaso: com poucos episódios, um caso a mais move muito a taxa. 1 unidade sai dos limites — ULS Almada-Seixal. Dentro do funil: com 14 609 episódios, este valor não se distingue das outras unidades do Grupo D.

Cautela. Depende do registo e da procura ativa: um serviço que faça hemoculturas por rotina encontra mais infeções do que um que só as peça perante suspeita clínica.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Lacerações graves em partos vaginais instrumentados

12 meses até mai. 2026

6,5 %

3,4 pontos acima da mediana nacional

3 pontos acima da mediana do Grupo D (8 unidades semelhantes: 3,5 %)

25 em 383

Lacerações de 3.º e 4.º grau — as que atingem o esfíncter anal — em partos vaginais assistidos por fórceps ou ventosa. É um dos indicadores de segurança obstétrica da OCDE.

jan. 2015metade das unidadesmediana nacionalreforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 13,0 % em abr. 2023 · mínimo 0,0 % em jan. 2015

Lacerações graves em partos vaginais instrumentados — cada unidade do Grupo D contra a sua dimensão
100episódios no período03,4510,6ULS Amadora/Sintra

limites de 95 % e 99,8 %taxa do Grupo Dtaxa do país

A referência é a taxa do Grupo D — 3,4 % contra 3,7 % no país —, porque comparar com o conjunto diria mais sobre o grupo a que esta unidade pertence do que sobre ela. Dentro do funil, a distância à referência é acaso: com poucos episódios, um caso a mais move muito a taxa. 1 unidade sai dos limites — ULS Amadora/Sintra. Fora do funil: ULS Amadora/Sintra está acima do que a variação aleatória explica.

Cautela. O parto instrumentado tem, por si, mais risco de laceração grave do que o parto espontâneo; por isso os dois indicadores estão separados e não se somam. Também aqui o registo pesa: uma laceração não codificada não aparece.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Lacerações graves em partos vaginais não instrumentados

12 meses até mai. 2026

0,6 %

em linha com a mediana nacional

8 em 1428

Lacerações de 3.º e 4.º grau em partos vaginais espontâneos, sem fórceps nem ventosa.

jan. 2015metade das unidadesmediana nacionalreforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 3,6 % em fev. 2019 · mínimo 0,0 % em jan. 2015

Lacerações graves em partos vaginais não instrumentados — cada unidade do Grupo D contra a sua dimensão
1000episódios no período00,561,95ULS Amadora/Sintra

limites de 95 % e 99,8 %taxa do Grupo Dtaxa do país

A referência é a taxa do Grupo D — 0,6 % contra 0,8 % no país —, porque comparar com o conjunto diria mais sobre o grupo a que esta unidade pertence do que sobre ela. Dentro do funil, a distância à referência é acaso: com poucos episódios, um caso a mais move muito a taxa. Nenhuma unidade do Grupo D sai dos limites neste indicador. Dentro do funil: com 1428 episódios, este valor não se distingue das outras unidades do Grupo D.

Cautela. Não está ajustado ao risco da grávida. Tal como no parto instrumentado, um valor baixo pode significar menos lesões ou menos registo.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Sépsis pós-operatória

12 meses até mai. 2026

995 por 100 mil

65 % acima da mediana nacional

47 % acima da mediana do Grupo D (8 unidades semelhantes: 675 por 100 mil)

21 em 2111

Casos de sépsis surgidos depois de uma cirurgia programada, por cada 100 000 episódios cirúrgicos elegíveis. Conta apenas cirurgia eletiva: uma infeção generalizada a seguir a uma operação marcada com antecedência é o tipo de acontecimento que a segurança hospitalar existe para evitar.

jan. 2015metade das unidadesmediana nacionalreforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 6024 por 100 mil em fev. 2021 · mínimo 0 por 100 mil em jul. 2016

Sépsis pós-operatória — cada unidade do Grupo D contra a sua dimensão
1000episódios no período07391838ULS Amadora/Sintra

limites de 95 % e 99,8 %taxa do Grupo Dtaxa do país

A referência é a taxa do Grupo D — 739 por 100 mil contra 738 por 100 mil no país —, porque comparar com o conjunto diria mais sobre o grupo a que esta unidade pertence do que sobre ela. Dentro do funil, a distância à referência é acaso: com poucos episódios, um caso a mais move muito a taxa. Nenhuma unidade do Grupo D sai dos limites neste indicador. Dentro do funil: com 2111 episódios, este valor não se distingue das outras unidades do Grupo D.

Cautela. Sensível à codificação e ao perfil dos doentes operados. Hospitais que operam doentes mais complexos têm mais risco, e o indicador não o ajusta.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Úlceras de pressão adquiridas no internamento

12 meses até mai. 2026

2,11 ‰

220 % acima da mediana nacional

125 % acima da mediana do Grupo D (8 unidades semelhantes: 0,94 ‰)

21 em 9952

Episódios de internamento por mil em que o doente desenvolveu uma úlcera de pressão. O denominador já exclui os episódios em que a úlcera não é atribuível ao internamento — estadias curtas e doentes admitidos com a lesão, entre outros.

jan. 2015metade das unidadesmediana nacionalreforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 6,5 ‰ em mai. 2026 · mínimo 0,0 ‰ em jan. 2015

Úlceras de pressão adquiridas no internamento — cada unidade do Grupo D contra a sua dimensão
10 000episódios no período01,084,07ULS Amadora/Sintra

limites de 95 % e 99,8 %taxa do Grupo Dtaxa do país

A referência é a taxa do Grupo D — 1,08 ‰ contra 0,85 ‰ no país —, porque comparar com o conjunto diria mais sobre o grupo a que esta unidade pertence do que sobre ela. Dentro do funil, a distância à referência é acaso: com poucos episódios, um caso a mais move muito a taxa. 1 unidade sai dos limites — ULS Amadora/Sintra. Fora do funil: ULS Amadora/Sintra está acima do que a variação aleatória explica.

Cautela. Depende do registo. Um hospital que codifique bem as suas úlceras aparece pior do que um que as não registe — e a diferença entre unidades pode medir a qualidade do registo em vez da qualidade do cuidado.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Enfermeiros e úlceras de pressão, unidade a unidade
-0,171,062,28-22552doentes padrão por enfermeiroúlceras de pressãoULS Amadora/Sintra

Nas 42 unidades com os dois valores, a correlação é 0,33 — uma relação fraca. O terço com mais doentes padrão por enfermeiro tem mediana de 0,94 ‰; o terço com menos, 0,68 ‰.

As 7 unidades do Grupo D — as que se comparam com esta — estão marcadas a cheio.

É a relação mais documentada em investigação de serviços de saúde, e aparece nos dados portugueses — mas isto são 42 unidades, não 42 mil doentes. Uma associação entre hospitais não prova nada sobre um doente em concreto, e o que aqui se vê pode ser dotação de enfermagem, complexidade dos doentes, ou apenas hospitais que registam melhor as suas úlceras.

Segurança e mortalidade ajustada ao risco — dois métodos independentes
0,641,111,58-2,560,192,94índice de segurançamortalidade ajustadaULS Amadora/Sintra

Nas 39 unidades com os dois valores, a correlação é 0,01 — nenhuma relação visível. O terço com mais índice de segurança tem mediana de 1,11; o terço com menos, 0,98.

As 7 unidades do Grupo D — as que se comparam com esta — estão marcadas a cheio.

O eixo horizontal resume os seis indicadores de segurança em desvios face à taxa do país; o vertical é o rácio entre mortes observadas e esperadas, padronizado por capítulo de diagnóstico, idade e sexo. Medem coisas diferentes por caminhos diferentes: concordarem reforça ambos, discordarem diz que cada um vê o que o outro não vê. Nenhum dos dois mede a qualidade do cuidado diretamente.

Capacidade

Meios humanos e atividade

Proporção de cirurgias urgentes no total

12 meses até mai. 2026

12,4 %

mediana nacional: 10,9 %

2661 em 21 535

jan. 2013metade das unidadesmediana nacionalreforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 48,0 % em abr. 2020 · mínimo 8,5 % em jan. 2024

Ver este número na fonteDE-SNSatualizado 1 de agosto de 2026

Consultas em telemedicina

12 meses até mai. 2026

37 975

mediana nacional: 2969

65,2 por mil utentes inscritos · mediana nacional 11,3

mar. 2013reforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 49 630 em dez. 2021 · mínimo 0 em mar. 2013

Ver este número na fonteDE-SNSatualizado 30 de julho de 2026

Doentes padrão por enfermeiro

12 meses até mai. 2026

4

mediana nacional: 3

O mesmo, por enfermeiro equivalente a tempo completo.

jan. 2013reforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 8 em abr. 2014 · mínimo 0 em ago. 2022

Cautela. Ver os doentes padrão por médico: mede tanto produtividade como escassez.

Ver este número na fonteACSSatualizado 28 de setembro de 2023

Doentes padrão por médico

12 meses até mai. 2026

6

mediana nacional: 6

Unidades de produção ajustadas à complexidade por cada médico equivalente a tempo completo. É a medida de produtividade que a ACSS usa, e a única que permite comparar quadros médicos de hospitais que tratam coisas diferentes.

jan. 2013reforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 11 em abr. 2014 · mínimo 0 em ago. 2022

Cautela. Um valor alto tanto pode significar uma equipa produtiva como uma equipa a menos para o trabalho que tem. O indicador não distingue as duas coisas, e a leitura isolada de qualquer uma delas seria abusiva.

Ver este número na fonteACSSatualizado 28 de setembro de 2023

Enfermeiros

situação em jun. 2026

1597

mediana nacional: 1062

dez. 2014reforma ULS, jan. 2024jun. 2026

Máximo 1612 em out. 2025 · mínimo 800 em dez. 2014

Cautela. Descontinuidade em janeiro de 2024: a reforma ULS integrou os agrupamentos de centros de saúde nas mesmas entidades, e os efetivos saltam +21 % (médicos +33 %) de dezembro de 2023 para dezembro de 2024. Não é contratação — é mudança de perímetro. Confirmado contra o INE em reference/VALIDACAO-EXTERNA.md.

Ver este número na fonteACSSatualizado 15 de julho de 2026

Internamentos com mais de 30 dias

12 meses até mai. 2026

6,5 %

2,2 pontos acima da mediana nacional

1768 em 26 998

Proporção de internamentos que passaram dos 30 dias. Uma parte destes são doentes que já têm alta clínica e continuam na cama por não haver resposta social ou de cuidados continuados — camas de agudos ocupadas por quem já não precisa delas.

jan. 2013metade das unidadesmediana nacionalreforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 8,8 % em ago. 2023 · mínimo 3,5 % em out. 2013

Cautela. Mede tanto a eficiência do hospital como a falta de respostas fora dele. A causa não vem nos dados.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Intervenções cirúrgicas realizadas

12 meses até mai. 2026

21 535

mediana nacional: 15 920

37,0 por mil utentes inscritos · mediana nacional 67,8

jan. 2013reforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 2594 em nov. 2023 · mínimo 440 em abr. 2020

Ver este número na fonteDE-SNSatualizado 1 de agosto de 2026

Médicos (excluindo internos)

situação em jun. 2026

730

mediana nacional: 434

dez. 2014reforma ULS, jan. 2024jun. 2026

Máximo 754 em fev. 2026 · mínimo 325 em fev. 2015

Cautela. Descontinuidade em janeiro de 2024: a reforma ULS integrou os agrupamentos de centros de saúde nas mesmas entidades, e os efetivos saltam +21 % (médicos +33 %) de dezembro de 2023 para dezembro de 2024. Não é contratação — é mudança de perímetro. Confirmado contra o INE em reference/VALIDACAO-EXTERNA.md.

Ver este número na fonteACSSatualizado 15 de julho de 2026

Taxa de ocupação do internamento

12 meses até mai. 2026

84,2 %

mediana nacional: 87,2 %

244 622 em 290 540

jan. 2013metade das unidadesmediana nacionalreforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 197,2 % em jan. 2015 · mínimo 57,5 % em fev. 2024

Cautela. O denominador é a lotação praticada, que varia com camas abertas e encerradas. Ocupação alta pode significar eficiência ou pressão excessiva; ocupação baixa pode significar folga ou camas encerradas por falta de pessoal.

Ver este número na fonteDE-SNSatualizado 30 de julho de 2026

Trabalhadores

situação em jun. 2026

5145

mediana nacional: 3072

dez. 2014reforma ULS, jan. 2024jun. 2026

Máximo 5178 em abr. 2026 · mínimo 2531 em dez. 2014

Cautela. É um efetivo num momento, não um fluxo: somar meses não faz sentido — a ficha mostra o último período. Descontinuidade em janeiro de 2024: a reforma ULS integrou os centros de saúde nas mesmas entidades, e os efetivos saltam +21 % (médicos +33 %) sem que ninguém tenha sido contratado. Ver reference/VALIDACAO-EXTERNA.md.

Ver este número na fonteACSSatualizado 15 de julho de 2026

Dinheiro

Contas e pagamentos a fornecedores

Dívida total a fornecedores externos

situação em abr. 2026

45,2 M€

167 % acima da mediana nacional

63 % acima da mediana do Grupo D (8 unidades semelhantes: 27,7 M€)

jan. 2014reforma ULS, jan. 2024abr. 2026

Máximo 89,9 M€ em nov. 2025 · mínimo 15,8 M€ em mar. 2015

Ver este número na fonteACSSatualizado 30 de julho de 2026

Dívida vencida a fornecedores externos

situação em abr. 2026

13,0 M€

505 % acima da mediana nacional

286 % acima da mediana do Grupo D (8 unidades semelhantes: 3,4 M€)

jan. 2014reforma ULS, jan. 2024abr. 2026

Máximo 60,0 M€ em fev. 2018 · mínimo 102 080 € em fev. 2015

Cautela. É um saldo em dívida numa data, não uma despesa do período: somar meses contaria a mesma dívida vezes sem conta. A ficha mostra o último período.

Ver este número na fonteACSSatualizado 30 de julho de 2026

Gastos com fornecimentos e serviços externos por doente padrão

12 meses até mai. 2026

3500 €

mediana nacional: 3500 €

223 283 342 em 63 803

Tudo o que a instituição compra fora: meios complementares de diagnóstico contratados, limpeza, alimentação, manutenção, prestações de serviços clínicos. Por unidade de produção ajustada.

dez. 2018metade das unidadesmediana nacionalreforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 50 476 € em ago. 2022 · mínimo 448 € em set. 2022

Cautela. Uma unidade que contrate serviços a terceiros troca gastos com pessoal por gastos aqui. Ler os dois em conjunto diz mais do que qualquer um sozinho.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Gastos com material de consumo clínico por doente padrão

12 meses até mai. 2026

392 €

mediana nacional: 375 €

24 984 510 em 63 803

Próteses, dispositivos, consumíveis de bloco e de imagiologia, por unidade de produção ajustada.

dez. 2018metade das unidadesmediana nacionalreforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 16 652 € em ago. 2022 · mínimo 161 € em set. 2022

Cautela. Sobe onde há mais cirurgia e cardiologia de intervenção.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Gastos com medicamentos por doente padrão

12 meses até mai. 2026

918 €

mediana nacional: 871 €

58 600 377 em 63 803

Gasto em medicamentos por unidade de produção ajustada. Sobe legitimamente em unidades com oncologia, doenças raras ou terapêuticas biológicas.

dez. 2018metade das unidadesmediana nacionalreforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 49 539 € em ago. 2022 · mínimo -44 € em dez. 2025

Cautela. Fortemente dependente da carteira de serviços, mesmo depois do ajustamento.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Gastos operacionais por utente inscrito, por mês

12 meses até mai. 2026

85 €

mediana nacional: 111 €

569 606 040 em 6 692 629

O que a unidade gasta, por mês, por cada pessoa inscrita na sua área. Multiplicado por doze dá a despesa anual por pessoa. Só existe a partir de 2024, e só faz sentido a partir daí: antes da reforma das ULS um hospital não tinha população inscrita, tinha doentes que lhe chegavam.

jan. 2024metade das unidadesmediana nacionalmai. 2026

Máximo 92 € em mai. 2026 · mínimo 52 € em jan. 2024

Cautela. Depende da estrutura etária e da doença da população servida, que o indicador não ajusta. Uma população envelhecida custa legitimamente mais.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Gastos com pessoal por doente padrão

12 meses até mai. 2026

3798 €

mediana nacional: 3941 €

242 300 319 em 63 803

A parte dos gastos que vai para quem trata, por unidade de produção ajustada.

dez. 2018metade das unidadesmediana nacionalreforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 118 670 € em ago. 2022 · mínimo 1152 € em set. 2022

Cautela. Ver os gastos operacionais por doente padrão. Um valor baixo pode significar escassez de profissionais e não contenção de custos.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Peso do trabalho extraordinário e suplementos nos gastos com pessoal

12 meses até mai. 2026

17,0 %

1 pontos abaixo da mediana nacional

1,7 pontos abaixo da mediana do Grupo D (8 unidades semelhantes: 18,7 %)

41 162 em 242 299

Proporção da despesa com pessoal que vai para horas extraordinárias e suplementos: quanto da atividade é assegurado fora do horário normal. A causa — falta de quadros, escalas de urgência, opção de gestão — não vem nos dados, e o número por si não a distingue.

jan. 2021metade das unidadesmediana nacionalreforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 24,6 % em mar. 2024 · mínimo 12,5 % em mai. 2024

Ver este número na fonteDE-SNSatualizado 30 de julho de 2026

Prazo médio de pagamento a fornecedores

situação em mar. 2026

48 dias

39 % abaixo da mediana nacional

45 % abaixo da mediana do Grupo D (8 unidades semelhantes: 87 dias)

Dias que a instituição demora, em média, a pagar aos seus fornecedores.

mar. 2014reforma ULS, jan. 2024mar. 2026

Máximo 244 dias em dez. 2017 · mínimo 48 dias em mar. 2026

Ver este número na fonteACSSatualizado 17 de junho de 2026