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snsRadar · Observatório do Serviço Nacional de Saúde

O SNS, hospital a hospital · 2013–2026

Dados do Portal da Transparência do SNS, publicados pela ACSS, DE-SNS, INFARMED, SPMS e INEM, e do registo de contratos públicos do IMPIC (domínio público). Reutilizados ao abrigo da Lei n.º 68/2021. Não é um serviço oficial do SNS.

Setúbal · Alentejo

ULS Litoral Alentejano

Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano, E. P. E.

Indicadores
46
Dados desde
2013
Natureza
Unidade Local de Saúde
Compara-se com
8 unidades

ULS anterior à reforma de 2024; não foi renomeada.

Mortalidade ajustada ao risco

1,34

34 % mais óbitos do que o esperado

3092 óbitos observados, 2304 esperados · intervalo de 95 %: 1,30 a 1,39

Comparação corrigida pelo tipo de doentes que a unidade recebe — capítulo de diagnóstico, idade e sexo. É o único indicador desta página que permite comparar mortalidade entre hospitais. Período: 2021-01 a 2025-10.

Padronização indireta. Sobre os limites de comparar hospitais por mortalidade: Lilford & Pronovost, BMJ, 2010;340:c2016 e Shahian D. M. et al., New England Journal of Medicine, 2010;363:2530–9.

População servida

107 563

utentes inscritos nos cuidados primários

34 459 sem médico de família (32,0 %)

É a população pela qual esta unidade é responsável, e o denominador que torna as contagens comparáveis entre unidades de dimensão diferente.

Contratos públicos

168,8 M€

2313 contratos, 2014–2026

7 % do valor por ajuste direto

2651 € contratados por doente padrão, em 2024–2026

797 886 € acrescentados a 3 contratos depois de assinados

  • Medicamentos e equipamento médico56,7 M€
  • Trabalhos de construção44,7 M€
  • Combustíveis e eletricidade27,7 M€

Maior fornecedor: E.D.P. (23,7 M€). O ajuste direto é legal, mas concentrar nele a despesa reduz a concorrência. Fonte: IMPIC · Portal BASE — o registo integral dos contratos públicos do país, em domínio público.

Leitura de conjunto

23 indicadores comparáveis

Face à mediana das 43 unidades do SNS, a ULS Litoral Alentejano está 10 vezes melhor, 4 vezes em linha e 9 vezes pior, nos 23 indicadores em que a comparação faz sentido.

  • melhor que a mediana
  • em linha
  • pior que a mediana
Onde está melhor
Úlceras de pressão adquiridas no internamento0,0 ‰ 100 % abaixo da mediana nacional
Onde está pior
Dívida vencida a fornecedores externos7,1 M€ 229 % acima da mediana nacional

Cautela. Isto é uma contagem, não uma avaliação. Salvo a mortalidade ajustada ao risco, nenhum destes indicadores corrige o tipo de doentes que a unidade recebe: um hospital que trata casos mais graves fica abaixo da mediana sem que isso signifique piores cuidados. Estar acima em mais indicadores do que abaixo não faz de uma unidade melhor do que outra. 23 indicadores ficaram de fora por serem neutros — subir ou descer não é bom nem mau.

Acesso

Quanto se espera para ser atendido

Consultas médicas hospitalares

12 meses até mai. 2026

98 745

mediana nacional: 289 709

918,0 por mil utentes inscritos · mediana nacional 1013,0

jan. 2013mai. 2026

Máximo 9642 em out. 2025 · mínimo 3382 em abr. 2020

Ver este número na fonteDE-SNSatualizado 30 de julho de 2026

Primeiras consultas realizadas em tempo adequado

12 meses até mai. 2026

78,4 %

27,4 pontos acima da mediana nacional

25,3 pontos acima da mediana do Grupo B (9 unidades semelhantes: 53,1 %)

10 765 em 13 736

jan. 2013metade das unidadesmediana nacionalmai. 2026

Máximo 95,7 % em abr. 2017 · mínimo 3,4 % em out. 2021

Cautela. Conta apenas as consultas com registo no CTH. Consultas fora desse circuito não entram no denominador.

Ver este número na fonteDE-SNSatualizado 30 de julho de 2026

Dias de espera no internamento antes da cirurgia programada

12 meses até mai. 2026

0,8 dias

30 % acima da mediana nacional

25 % acima da mediana do Grupo B (9 unidades semelhantes: 0,7 dias)

554 em 664

Tempo entre a admissão e a cirurgia, em episódios cirúrgicos programados. Mede dias de cama ocupados antes de operar, não a espera em lista.

jan. 2013metade das unidadesmediana nacionalmai. 2026

Máximo 4,2 dias em fev. 2021 · mínimo 0,6 dias em mar. 2016

Ver este número na fonteDE-SNSatualizado 30 de julho de 2026

Doentes em lista de espera cirúrgica dentro do tempo máximo garantido

12 meses até mai. 2026

91,2 %

14,4 pontos acima da mediana nacional

9,5 pontos acima da mediana do Grupo B (9 unidades semelhantes: 81,8 %)

25 532 em 27 987

Percentagem de doentes inscritos para cirurgia cuja espera ainda não ultrapassou o Tempo Máximo de Resposta Garantida.

jan. 2018metade das unidadesmediana nacionalmai. 2026

Máximo 93,7 % em mar. 2024 · mínimo 49,2 % em set. 2020

Ver este número na fonteDE-SNSatualizado 30 de julho de 2026

Atendimentos em urgência

12 meses até mai. 2026

89 459

mediana nacional: 137 498

831,7 por mil utentes inscritos · mediana nacional 497,2

jan. 2016mai. 2026

Máximo 16 054 em fev. 2024 · mínimo 3250 em abr. 2020

Ver este número na fonteDE-SNSatualizado 30 de julho de 2026

Atendimentos em urgência com prioridade alta (vermelho e laranja)

12 meses até mai. 2026

8,2 %

mediana nacional: 10,7 %

7326 em 89 459

jan. 2016metade das unidadesmediana nacionalmai. 2026

Máximo 25,8 % em ago. 2020 · mínimo 1,9 % em fev. 2024

Cautela. Uma proporção alta de prioridades urgentes pode indicar boa filtragem da procura não urgente, ou uma população mais doente. Não é, por si, medida de qualidade.

Ver este número na fonteDE-SNSatualizado 30 de julho de 2026

Qualidade

Resultados dos cuidados prestados

Peso dos carbapenemes no consumo de antibióticos

12 meses até abr. 2026

2,3 %

2,8 pontos abaixo da mediana nacional

1,8 pontos abaixo da mediana do Grupo B (9 unidades semelhantes: 4,1 %)

786 em 34 080

Proporção do consumo hospitalar de antibióticos que corresponde a carbapenemes, medida em dose diária definida. São antibióticos de última linha para bactérias multirresistentes: quanto mais se usam, mais depressa se perde a única arma que resta contra elas.

jan. 2015metade das unidadesmediana nacionalabr. 2026

Máximo 7,2 % em set. 2023 · mínimo 0,0 % em mai. 2016

Cautela. Não está ajustado ao doente. Um centro oncológico, de transplantação ou com muitos cuidados intensivos usa legitimamente mais carbapenemes, porque trata doentes imunodeprimidos e com infeções mais graves. É uma proporção, não um volume: um hospital que reduza todos os antibióticos por igual mantém o mesmo valor. A fonte atribui a cada hospital um grupo de comparação da ACSS (A a F, mais psiquiátricos), que seria a base justa para comparar — o snsRadar mostra por agora a mediana de todas as unidades.

Ver este número na fonteINFARMEDatualizado 3 de julho de 2026

Carbapenemes por 1000 dias de internamento

12 meses até abr. 2026

18,1 por 1000 dias

53 % abaixo da mediana nacional

37 % abaixo da mediana do Grupo B (9 unidades semelhantes: 28,6 por 1000 dias)

849 em 46 860

O mesmo, restrito aos carbapenemes — os antibióticos de última linha para bactérias multirresistentes. Lido ao lado do peso dos carbapenemes, separa duas coisas que a proporção confunde: usar muitos antibióticos e usar os errados.

jan. 2015metade das unidadesmediana nacionalabr. 2026

Máximo 65,3 por 1000 dias em set. 2023 · mínimo 0 por 1000 dias em mai. 2016

Cautela. Ver o consumo total. Um centro oncológico ou de transplantação usa legitimamente mais carbapenemes.

Ver este número na fonteINFARMEDatualizado 3 de julho de 2026

Peso das cefalosporinas no consumo de antibióticos

12 meses até abr. 2026

10,3 %

10,2 pontos abaixo da mediana nacional

12,8 pontos abaixo da mediana do Grupo B (9 unidades semelhantes: 23,1 %)

4873 em 47 350

Proporção do consumo hospitalar de antibióticos que corresponde a cefalosporinas, em dose diária definida.

jan. 2015metade das unidadesmediana nacionalabr. 2026

Máximo 16,0 % em fev. 2025 · mínimo 3,6 % em out. 2025

Cautela. Não está ajustado ao doente. É uma proporção do total de antibióticos, não um volume por doente.

Ver este número na fonteINFARMEDatualizado 3 de julho de 2026

Peso das fluoroquinolonas no consumo de antibióticos

12 meses até abr. 2026

3,4 %

1,2 pontos abaixo da mediana nacional

0,8 pontos abaixo da mediana do Grupo B (9 unidades semelhantes: 4,1 %)

1593 em 47 352

Proporção do consumo hospitalar de antibióticos que corresponde a fluoroquinolonas. São um alvo clássico dos programas de uso responsável: selecionam resistências com rapidez e estão associadas à infeção por Clostridioides difficile.

jan. 2015metade das unidadesmediana nacionalabr. 2026

Máximo 37,9 % em ago. 2018 · mínimo 0,4 % em out. 2025

Cautela. Não está ajustado ao doente nem ao perfil de infeções tratadas. É uma proporção do total de antibióticos, não um volume por doente.

Ver este número na fonteINFARMEDatualizado 3 de julho de 2026

Fluoroquinolonas por 1000 dias de internamento

12 meses até abr. 2026

34 por 1000 dias

22 % abaixo da mediana nacional

1593 em 46 860

Volume de fluoroquinolonas por mil dias de internamento. São um alvo clássico dos programas de uso responsável de antibióticos.

jan. 2015metade das unidadesmediana nacionalabr. 2026

Máximo 373,4 por 1000 dias em ago. 2018 · mínimo 2,4 por 1000 dias em jun. 2016

Cautela. Ver o consumo total de antibióticos.

Ver este número na fonteINFARMEDatualizado 3 de julho de 2026

Consumo total de antibióticos por 1000 dias de internamento

12 meses até abr. 2026

722,1 por 1000 dias

em linha com a mediana nacional

34 080 em 47 194

Doses diárias definidas de antibiótico por cada mil dias de internamento. É a medida com que a ECDC compara hospitais e países — e, ao contrário do peso de cada classe, mede quanto se usa e não só o quê.

jan. 2015metade das unidadesmediana nacionalabr. 2026

Máximo 2050,4 por 1000 dias em dez. 2021 · mínimo 455,8 por 1000 dias em jun. 2017

Cautela. Junta duas fontes com perímetros próprios: as DDD são de todo o hospital e os dias de internamento só do internamento. Um hospital com muito ambulatório ou hospital de dia aparece com consumo mais alto por dia de cama sem que isso signifique prescrever pior. Também não está ajustado ao doente.

Ver este número na fonteINFARMEDatualizado 3 de julho de 2026

Cesarianas em gravidezes de termo, feto único e de cabeça para baixo

12 meses até mai. 2026

A taxa de cesarianas restrita às gravidezes de um só feto, de cabeça para baixo, às 37 semanas ou mais — fora ficam as situações em que a cesariana é quase sempre a decisão certa: prematuridade, apresentação pélvica, gémeos. Não exclui, porém, as mulheres com cesariana anterior.

Sem série suficiente para traçar uma evolução.

Cautela. Sobe acima da taxa global em 35 das 37 maternidades, e a razão está no indicador seguinte: quem já teve uma cesariana volta quase sempre a tê-la, e esses partos são de termo, unifetais e cefálicos — caem todos dentro deste grupo. Não é, por isso, a medida ajustada ao risco que o nome sugere: para isso seria preciso excluir também a cesariana anterior, e a ACSS não publica esse indicador de forma utilizável (ver reference/NOTAS.md, secção 22).

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Cirurgias em ambulatório, entre as que o poderiam ser

12 meses até mai. 2026

96,2 %

6,2 pontos acima da mediana nacional

9 pontos acima da mediana do Grupo B (9 unidades semelhantes: 87,2 %)

2540 em 2640

Entre os procedimentos que podem ser feitos sem internamento, a proporção que efetivamente o foi. Evita noites de internamento desnecessárias.

jan. 2013metade das unidadesmediana nacionalmai. 2026

Máximo 100,0 % em jan. 2026 · mínimo 35,7 % em jun. 2015

Ver este número na fonteDE-SNSatualizado 30 de julho de 2026

Fraturas da anca operadas nas primeiras 48 horas

12 meses até mai. 2026

71,3 %

19 pontos acima da mediana nacional

72 em 101

Doentes com mais de 65 anos. Operar nas primeiras 48 horas está associado a menor mortalidade e menor perda de autonomia.

abr. 2020mediana nacionaljun. 2024

Máximo 68,2 % em jun. 2024 · mínimo 31,8 % em abr. 2020

Ver este número na fonteDE-SNSatualizado 30 de julho de 2026

Mortalidade a 30 dias por AVC hemorrágico

7 meses até dez. 2025

38,5 %

12 pontos acima da mediana nacional

jan. 2013metade das unidadesmediana nacionaldez. 2025

Máximo 85,7 % em fev. 2017 · mínimo 0,0 % em jan. 2018

Cautela. A fonte publica apenas a taxa, sem numerador nem denominador. Não é possível agregar corretamente vários meses nem ajustar ao risco.

Ver este número na fonteACSSatualizado 30 de julho de 2026

Mortalidade a 30 dias por AVC isquémico

12 meses até mai. 2026

13,4 %

1,4 pontos acima da mediana nacional

jan. 2013metade das unidadesmediana nacionalmai. 2026

Máximo 28,6 % em jan. 2021 · mínimo 0,0 % em jan. 2026

Cautela. A fonte publica apenas a taxa, sem numerador nem denominador. Não é possível agregar corretamente vários meses nem ajustar ao risco: mostramos o valor mensal tal como publicado, sem o somar a outros períodos.

Ver este número na fonteACSSatualizado 30 de julho de 2026

Partos vaginais depois de uma cesariana anterior

12 meses até mai. 2026

Entre as grávidas de termo, com um só feto de cabeça para baixo e uma cesariana anterior, a proporção que teve parto vaginal. Mede se o hospital oferece essa possibilidade ou se trata a cesariana anterior como decisão definitiva. Em Portugal, a mediana das maternidades é de zero: a primeira cesariana determina, na prática, todos os partos seguintes.

Sem série suficiente para traçar uma evolução.

Cautela. Nem toda a mulher com cesariana anterior é candidata a parto vaginal, e a escolha informada da grávida é uma razão legítima para não o tentar. Uma taxa alta não é, por si, melhor cuidado.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Reinternamentos até 30 dias

12 meses até mai. 2026

10,2 %

3,7 pontos acima da mediana nacional

2,7 pontos acima da mediana do Grupo B (9 unidades semelhantes: 7,6 %)

323 em 3159

Proporção de doentes que voltaram a ser internados no prazo de 30 dias após a alta. É a medida clássica de alta prematura ou de continuidade de cuidados mal assegurada depois de sair do hospital.

jan. 2013metade das unidadesmediana nacionalmai. 2026

Máximo 14,9 % em dez. 2021 · mínimo 0,0 % em fev. 2026

Cautela. Não está ajustado à gravidade. Doentes crónicos e idosos reinternam mais por razões alheias ao internamento anterior — e um hospital que trate doentes mais graves aparece pior sem que isso signifique pior cuidado.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Reparações de aneurismas da aorta abdominal

12 meses até mai. 2026

0

mediana nacional: 0

Número de reparações de aneurismas da aorta abdominal.

jan. 2015mai. 2026

Máximo 0 em jan. 2015 · mínimo 0 em jan. 2015

Reparações de aneurismas da aorta abdominal — 309 no país, 15 unidades
  1. ULS São José78
  2. ULS Coimbra62
  3. ULS São João55
  4. ULS Santo António32
  5. ULS Almada-Seixal17
  6. ULS Braga14
  7. ULS Trás-os-Montes e Alto Douro14
  8. ULS Lezíria9
  9. ULS Viseu Dão-Lafões6
  10. ULS Alto Ave5
  11. ULS Gaia/Espinho5
  12. ULS Santa Maria5

As três maiores fazem 63 % do total do país. É uma contagem, não uma medida de resultado.

Cautela. É uma contagem, não uma medida de resultado.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Angioplastias coronárias

12 meses até mai. 2026

0

mediana nacional: 20

Número de angioplastias percutâneas das artérias coronárias (PTCA) — o procedimento que desobstrui a artéria no enfarte agudo do miocárdio.

jan. 2015mai. 2026

Máximo 6 em mar. 2015 · mínimo 0 em abr. 2015

Angioplastias coronárias — 5665 no país, 29 unidades
  1. ULS Coimbra639
  2. ULS Algarve552
  3. ULS Tâmega e Sousa457
  4. ULS Trás-os-Montes e Alto Douro430
  5. ULS Arrábida390
  6. ULS Amadora/Sintra377
  7. ULS São João353
  8. ULS Braga344
  9. ULS Gaia/Espinho276
  10. ULS Santo António274
  11. ULS Alentejo Central256
  12. ULS Região de Aveiro242

As três maiores fazem 29 % do total do país. É uma contagem, não uma medida de resultado.

Cautela. É uma contagem, não uma medida de resultado.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Cirurgias de bypass das artérias coronárias

12 meses até mai. 2026

0

mediana nacional: 0

Número de cirurgias de revascularização do miocárdio (CABG). Só um punhado de centros do país as faz.

jan. 2015mai. 2026

Máximo 0 em jan. 2015 · mínimo 0 em jan. 2015

Cirurgias de bypass das artérias coronárias — 1581 no país, 7 unidades
  1. ULS São João496
  2. ULS Gaia/Espinho400
  3. ULS São José296
  4. ULS Coimbra211
  5. ULS Santa Maria143
  6. ULS Lisboa Ocidental28
  7. ULS Braga7

As três maiores fazem 75 % do total do país. É uma contagem, não uma medida de resultado.

Cautela. É uma contagem, não uma medida de resultado.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Endarterectomias da carótida

12 meses até mai. 2026

0

mediana nacional: 0

Número de endarterectomias da carótida — a cirurgia que remove a placa que obstrui a artéria do pescoço, para prevenir o AVC.

jan. 2015mai. 2026

Máximo 0 em jan. 2015 · mínimo 0 em jan. 2015

Endarterectomias da carótida — 278 no país, 15 unidades
  1. ULS São José59
  2. ULS Coimbra52
  3. ULS São João44
  4. ULS Santo António22
  5. ULS Almada-Seixal20
  6. ULS Braga18
  7. ULS Tâmega e Sousa16
  8. ULS Alto Ave15
  9. ULS Loures-Odivelas8
  10. ULS Gaia/Espinho5
  11. ULS Algarve4
  12. ULS Lezíria4

As três maiores fazem 56 % do total do país. É uma contagem, não uma medida de resultado.

Cautela. É uma contagem, não uma medida de resultado.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Resseções do esófago

12 meses até mai. 2026

0

mediana nacional: 1

Número de resseções do esófago realizadas. Tal como a do pâncreas, é uma cirurgia de alto risco em que o volume do centro conta.

jan. 2015mai. 2026

Máximo 1 em mar. 2016 · mínimo 0 em jan. 2015

Resseções do esófago — 184 no país, 24 unidades
  1. IPO Porto53
  2. ULS Santa Maria29
  3. ULS Braga27
  4. IPO Lisboa12
  5. ULS Trás-os-Montes e Alto Douro7
  6. ULS Alto Ave6
  7. ULS São João6
  8. ULS Entre Douro e Vouga5
  9. ULS Gaia/Espinho5
  10. ULS Almada-Seixal4
  11. ULS Alto Minho4
  12. ULS Santo António4

As três maiores fazem 59 % do total do país. É uma contagem, não uma medida de resultado.

Cautela. É uma contagem, não uma medida de resultado.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Resseções do pâncreas

12 meses até mai. 2026

0

mediana nacional: 1

Número de resseções do pâncreas realizadas. É das cirurgias com relação mais documentada entre o volume do hospital e a sobrevivência do doente.

jan. 2015mai. 2026

Máximo 0 em jan. 2015 · mínimo 0 em jan. 2015

Resseções do pâncreas — 386 no país, 24 unidades
  1. ULS São João72
  2. IPO Porto51
  3. ULS Região de Leiria43
  4. ULS Santa Maria30
  5. ULS Braga24
  6. ULS Amadora/Sintra21
  7. ULS São José18
  8. ULS Viseu Dão-Lafões18
  9. ULS Entre Douro e Vouga17
  10. ULS Loures-Odivelas16
  11. ULS Alto Ave15
  12. ULS Alto Minho12

As três maiores fazem 43 % do total do país. É uma contagem, não uma medida de resultado.

Cautela. É uma contagem, não uma medida de resultado. Um volume baixo não diz que aquele hospital opera mal; diz que opera poucas vezes.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Segurança

Danos que o internamento causou, e não a doença

Embolia pulmonar ou trombose venosa profunda pós-operatória

12 meses até mai. 2026

476 por 100 mil

39 % acima da mediana nacional

57 % acima da mediana do Grupo B (9 unidades semelhantes: 303 por 100 mil)

5 em 1051

Coágulos surgidos depois da cirurgia, por cada 100 000 episódios cirúrgicos elegíveis. É um evento em grande parte evitável com profilaxia adequada, e por isso é usado como medida de segurança e não de gravidade.

jan. 2015metade das unidadesmediana nacionalmai. 2026

Máximo 4167 por 100 mil em abr. 2026 · mínimo 0 por 100 mil em jan. 2015

Embolia pulmonar ou trombose venosa profunda pós-operatória — cada unidade do Grupo B contra a sua dimensão
1000episódios no período0266902ULS Litoral Alentejano

limites de 95 % e 99,8 %taxa do Grupo Btaxa do país

A referência é a taxa do Grupo B — 266 por 100 mil contra 389 por 100 mil no país —, porque comparar com o conjunto diria mais sobre o grupo a que esta unidade pertence do que sobre ela. Dentro do funil, a distância à referência é acaso: com poucos episódios, um caso a mais move muito a taxa. Nenhuma unidade do Grupo B sai dos limites neste indicador. Dentro do funil: com 1051 episódios, este valor não se distingue das outras unidades do Grupo B.

Cautela. Depende de se procurar. Um hospital que faça mais exames de imagem encontra mais tromboses — o chamado viés de deteção — e aparece pior do que um que as não procure.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Infeções da corrente sanguínea associadas a cateter venoso central

12 meses até mai. 2026

0,0 ‰

em linha com a mediana nacional

0 em 2184

Episódios por mil em que o doente contraiu uma infeção da corrente sanguínea associada ao cateter venoso central, em adultos e em neonatologia. É a infeção hospitalar sobre a qual há mais evidência de que se previne com protocolo — as chamadas «bundles» de colocação e manutenção.

jan. 2015metade das unidadesmediana nacionalmai. 2026

Máximo 7,43 ‰ em fev. 2021 · mínimo 0,0 ‰ em jan. 2015

Infeções da corrente sanguínea associadas a cateter venoso central — cada unidade do Grupo B contra a sua dimensão
episódios no período000,3ULS Litoral Alentejano

limites de 95 % e 99,8 %taxa do Grupo Btaxa do país

A referência é a taxa do Grupo B — 0,0 ‰ contra 0,27 ‰ no país —, porque comparar com o conjunto diria mais sobre o grupo a que esta unidade pertence do que sobre ela. Dentro do funil, a distância à referência é acaso: com poucos episódios, um caso a mais move muito a taxa. Nenhuma unidade do Grupo B sai dos limites neste indicador. Dentro do funil: com 2184 episódios, este valor não se distingue das outras unidades do Grupo B.

Cautela. Depende do registo e da procura ativa: um serviço que faça hemoculturas por rotina encontra mais infeções do que um que só as peça perante suspeita clínica.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Lacerações graves em partos vaginais instrumentados

12 meses até mai. 2026

Lacerações de 3.º e 4.º grau — as que atingem o esfíncter anal — em partos vaginais assistidos por fórceps ou ventosa. É um dos indicadores de segurança obstétrica da OCDE.

Sem série suficiente para traçar uma evolução.

Lacerações graves em partos vaginais instrumentados — cada unidade contra a sua dimensão
100episódios no período03,7220,7ULS São José

limites de 95 % e 99,8 %taxa nacional

Não há episódios que cheguem para estimar a taxa do grupo, e a referência é a do país. Dentro do funil, a distância à referência é acaso: com poucos episódios, um caso a mais move muito a taxa. 1 unidade sai dos limites — ULS São José.

Cautela. O parto instrumentado tem, por si, mais risco de laceração grave do que o parto espontâneo; por isso os dois indicadores estão separados e não se somam. Também aqui o registo pesa: uma laceração não codificada não aparece.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Lacerações graves em partos vaginais não instrumentados

12 meses até mai. 2026

Lacerações de 3.º e 4.º grau em partos vaginais espontâneos, sem fórceps nem ventosa.

Sem série suficiente para traçar uma evolução.

Lacerações graves em partos vaginais não instrumentados — cada unidade do Grupo B contra a sua dimensão
episódios no período00,613,01

limites de 95 % e 99,8 %taxa do Grupo Btaxa do país

A referência é a taxa do Grupo B — 0,6 % contra 0,8 % no país —, porque comparar com o conjunto diria mais sobre o grupo a que esta unidade pertence do que sobre ela. Dentro do funil, a distância à referência é acaso: com poucos episódios, um caso a mais move muito a taxa. Nenhuma unidade do Grupo B sai dos limites neste indicador.

Cautela. Não está ajustado ao risco da grávida. Tal como no parto instrumentado, um valor baixo pode significar menos lesões ou menos registo.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Sépsis pós-operatória

12 meses até mai. 2026

805 por 100 mil

34 % acima da mediana nacional

174 % acima da mediana do Grupo B (9 unidades semelhantes: 294 por 100 mil)

4 em 497

Casos de sépsis surgidos depois de uma cirurgia programada, por cada 100 000 episódios cirúrgicos elegíveis. Conta apenas cirurgia eletiva: uma infeção generalizada a seguir a uma operação marcada com antecedência é o tipo de acontecimento que a segurança hospitalar existe para evitar.

jan. 2015metade das unidadesmediana nacionalmai. 2026

Máximo 5882 por 100 mil em jul. 2015 · mínimo 0 por 100 mil em jun. 2015

Sépsis pós-operatória — cada unidade do Grupo B contra a sua dimensão
1000episódios no período03691414ULS Castelo BrancoULS Litoral Alentejano

limites de 95 % e 99,8 %taxa do Grupo Btaxa do país

A referência é a taxa do Grupo B — 369 por 100 mil contra 738 por 100 mil no país —, porque comparar com o conjunto diria mais sobre o grupo a que esta unidade pertence do que sobre ela. Dentro do funil, a distância à referência é acaso: com poucos episódios, um caso a mais move muito a taxa. 1 unidade sai dos limites — ULS Castelo Branco. Dentro do funil: com 497 episódios, este valor não se distingue das outras unidades do Grupo B.

Cautela. Sensível à codificação e ao perfil dos doentes operados. Hospitais que operam doentes mais complexos têm mais risco, e o indicador não o ajusta.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Úlceras de pressão adquiridas no internamento

12 meses até mai. 2026

0,0 ‰

100 % abaixo da mediana nacional

100 % abaixo da mediana do Grupo B (9 unidades semelhantes: 0,35 ‰)

0 em 1441

Episódios de internamento por mil em que o doente desenvolveu uma úlcera de pressão. O denominador já exclui os episódios em que a úlcera não é atribuível ao internamento — estadias curtas e doentes admitidos com a lesão, entre outros.

jan. 2015metade das unidadesmediana nacionaljan. 2026

Máximo 10,42 ‰ em mai. 2015 · mínimo 0,0 ‰ em jan. 2015

Úlceras de pressão adquiridas no internamento — cada unidade do Grupo B contra a sua dimensão
episódios no período00,362,27ULS Litoral Alentejano

limites de 95 % e 99,8 %taxa do Grupo Btaxa do país

A referência é a taxa do Grupo B — 0,36 ‰ contra 0,85 ‰ no país —, porque comparar com o conjunto diria mais sobre o grupo a que esta unidade pertence do que sobre ela. Dentro do funil, a distância à referência é acaso: com poucos episódios, um caso a mais move muito a taxa. Nenhuma unidade do Grupo B sai dos limites neste indicador. Dentro do funil: com 1441 episódios, este valor não se distingue das outras unidades do Grupo B.

Cautela. Depende do registo. Um hospital que codifique bem as suas úlceras aparece pior do que um que as não registe — e a diferença entre unidades pode medir a qualidade do registo em vez da qualidade do cuidado.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Enfermeiros e úlceras de pressão, unidade a unidade
-0,171,062,28-22552doentes padrão por enfermeiroúlceras de pressãoULS Litoral Alentejano

Nas 42 unidades com os dois valores, a correlação é 0,33 — uma relação fraca. O terço com mais doentes padrão por enfermeiro tem mediana de 0,94 ‰; o terço com menos, 0,68 ‰.

As 8 unidades do Grupo B — as que se comparam com esta — estão marcadas a cheio.

É a relação mais documentada em investigação de serviços de saúde, e aparece nos dados portugueses — mas isto são 42 unidades, não 42 mil doentes. Uma associação entre hospitais não prova nada sobre um doente em concreto, e o que aqui se vê pode ser dotação de enfermagem, complexidade dos doentes, ou apenas hospitais que registam melhor as suas úlceras.

Segurança e mortalidade ajustada ao risco — dois métodos independentes
0,641,111,58-2,560,192,94índice de segurançamortalidade ajustadaULS Litoral Alentejano

Nas 39 unidades com os dois valores, a correlação é 0,01 — nenhuma relação visível. O terço com mais índice de segurança tem mediana de 1,11; o terço com menos, 0,98.

As 8 unidades do Grupo B — as que se comparam com esta — estão marcadas a cheio.

O eixo horizontal resume os seis indicadores de segurança em desvios face à taxa do país; o vertical é o rácio entre mortes observadas e esperadas, padronizado por capítulo de diagnóstico, idade e sexo. Medem coisas diferentes por caminhos diferentes: concordarem reforça ambos, discordarem diz que cada um vê o que o outro não vê. Nenhum dos dois mede a qualidade do cuidado diretamente.

Capacidade

Meios humanos e atividade

Proporção de cirurgias urgentes no total

12 meses até mai. 2026

8,1 %

mediana nacional: 10,9 %

736 em 9117

jan. 2013metade das unidadesmediana nacionalmai. 2026

Máximo 72,1 % em abr. 2020 · mínimo 2,5 % em out. 2017

Ver este número na fonteDE-SNSatualizado 1 de agosto de 2026

Consultas em telemedicina

12 meses até mai. 2026

12

mediana nacional: 2969

0,1 por mil utentes inscritos · mediana nacional 11,3

jan. 2013mai. 2026

Máximo 31 em out. 2023 · mínimo 0 em jan. 2013

Ver este número na fonteDE-SNSatualizado 30 de julho de 2026

Doentes padrão por enfermeiro

12 meses até mai. 2026

4

mediana nacional: 3

O mesmo, por enfermeiro equivalente a tempo completo.

jan. 2013mai. 2026

Máximo 14 em ago. 2024 · mínimo -7 em jul. 2024

Cautela. Ver os doentes padrão por médico: mede tanto produtividade como escassez.

Ver este número na fonteACSSatualizado 28 de setembro de 2023

Doentes padrão por médico

12 meses até mai. 2026

10

mediana nacional: 6

Unidades de produção ajustadas à complexidade por cada médico equivalente a tempo completo. É a medida de produtividade que a ACSS usa, e a única que permite comparar quadros médicos de hospitais que tratam coisas diferentes.

jan. 2013mai. 2026

Máximo 33 em ago. 2024 · mínimo -16 em jul. 2024

Cautela. Um valor alto tanto pode significar uma equipa produtiva como uma equipa a menos para o trabalho que tem. O indicador não distingue as duas coisas, e a leitura isolada de qualquer uma delas seria abusiva.

Ver este número na fonteACSSatualizado 28 de setembro de 2023

Enfermeiros

situação em jun. 2026

417

mediana nacional: 1062

dez. 2014jun. 2026

Máximo 429 em nov. 2025 · mínimo 306 em jan. 2015

Cautela. Descontinuidade em janeiro de 2024: a reforma ULS integrou os agrupamentos de centros de saúde nas mesmas entidades, e os efetivos saltam +21 % (médicos +33 %) de dezembro de 2023 para dezembro de 2024. Não é contratação — é mudança de perímetro. Confirmado contra o INE em reference/VALIDACAO-EXTERNA.md.

Ver este número na fonteACSSatualizado 15 de julho de 2026

Internamentos com mais de 30 dias

12 meses até mai. 2026

4,4 %

em linha com a mediana nacional

138 em 3159

Proporção de internamentos que passaram dos 30 dias. Uma parte destes são doentes que já têm alta clínica e continuam na cama por não haver resposta social ou de cuidados continuados — camas de agudos ocupadas por quem já não precisa delas.

jan. 2013metade das unidadesmediana nacionalmai. 2026

Máximo 7,3 % em jun. 2022 · mínimo 0,0 % em jan. 2026

Cautela. Mede tanto a eficiência do hospital como a falta de respostas fora dele. A causa não vem nos dados.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Intervenções cirúrgicas realizadas

12 meses até mai. 2026

9117

mediana nacional: 15 920

84,8 por mil utentes inscritos · mediana nacional 67,8

jan. 2013mai. 2026

Máximo 2395 em out. 2017 · mínimo 0 em ago. 2024

Ver este número na fonteDE-SNSatualizado 1 de agosto de 2026

Médicos (excluindo internos)

situação em jun. 2026

91

mediana nacional: 434

dez. 2014jun. 2026

Máximo 99 em mai. 2021 · mínimo 73 em fev. 2015

Cautela. Descontinuidade em janeiro de 2024: a reforma ULS integrou os agrupamentos de centros de saúde nas mesmas entidades, e os efetivos saltam +21 % (médicos +33 %) de dezembro de 2023 para dezembro de 2024. Não é contratação — é mudança de perímetro. Confirmado contra o INE em reference/VALIDACAO-EXTERNA.md.

Ver este número na fonteACSSatualizado 15 de julho de 2026

Taxa de ocupação do internamento

12 meses até mai. 2026

101,4 %

mediana nacional: 87,2 %

47 131 em 46 475

jan. 2013metade das unidadesmediana nacionalmai. 2026

Máximo 177,7 % em jul. 2024 · mínimo 25,9 % em dez. 2021

Cautela. O denominador é a lotação praticada, que varia com camas abertas e encerradas. Ocupação alta pode significar eficiência ou pressão excessiva; ocupação baixa pode significar folga ou camas encerradas por falta de pessoal.

Ver este número na fonteDE-SNSatualizado 30 de julho de 2026

Trabalhadores

situação em jun. 2026

1135

mediana nacional: 3072

dez. 2014jun. 2026

Máximo 1157 em set. 2021 · mínimo 849 em dez. 2014

Cautela. É um efetivo num momento, não um fluxo: somar meses não faz sentido — a ficha mostra o último período. Descontinuidade em janeiro de 2024: a reforma ULS integrou os centros de saúde nas mesmas entidades, e os efetivos saltam +21 % (médicos +33 %) sem que ninguém tenha sido contratado. Ver reference/VALIDACAO-EXTERNA.md.

Ver este número na fonteACSSatualizado 15 de julho de 2026

Dinheiro

Contas e pagamentos a fornecedores

Dívida total a fornecedores externos

situação em abr. 2026

16,8 M€

em linha com a mediana nacional

17 % acima da mediana do Grupo B (9 unidades semelhantes: 14,4 M€)

jan. 2014abr. 2026

Máximo 34,3 M€ em ago. 2025 · mínimo 877 848 € em dez. 2014

Ver este número na fonteACSSatualizado 30 de julho de 2026

Dívida vencida a fornecedores externos

situação em abr. 2026

7,1 M€

229 % acima da mediana nacional

125 % acima da mediana do Grupo B (9 unidades semelhantes: 3,1 M€)

jan. 2014abr. 2026

Máximo 24,5 M€ em ago. 2025 · mínimo -45 203 € em dez. 2016

Cautela. É um saldo em dívida numa data, não uma despesa do período: somar meses contaria a mesma dívida vezes sem conta. A ficha mostra o último período.

Ver este número na fonteACSSatualizado 30 de julho de 2026

Gastos com fornecimentos e serviços externos por doente padrão

12 meses até mai. 2026

4363 €

mediana nacional: 3500 €

56 780 409 em 13 014

Tudo o que a instituição compra fora: meios complementares de diagnóstico contratados, limpeza, alimentação, manutenção, prestações de serviços clínicos. Por unidade de produção ajustada.

jan. 2024metade das unidadesmediana nacionalmai. 2026

Máximo 8747 € em jun. 2024 · mínimo 359 € em nov. 2024

Cautela. Uma unidade que contrate serviços a terceiros troca gastos com pessoal por gastos aqui. Ler os dois em conjunto diz mais do que qualquer um sozinho.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Gastos com material de consumo clínico por doente padrão

12 meses até mai. 2026

465 €

mediana nacional: 375 €

6 046 706 em 13 014

Próteses, dispositivos, consumíveis de bloco e de imagiologia, por unidade de produção ajustada.

jan. 2024metade das unidadesmediana nacionalmai. 2026

Máximo 658 € em dez. 2024 · mínimo 100 € em ago. 2024

Cautela. Sobe onde há mais cirurgia e cardiologia de intervenção.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Gastos com medicamentos por doente padrão

12 meses até mai. 2026

809 €

mediana nacional: 871 €

10 526 514 em 13 014

Gasto em medicamentos por unidade de produção ajustada. Sobe legitimamente em unidades com oncologia, doenças raras ou terapêuticas biológicas.

jan. 2024metade das unidadesmediana nacionalmai. 2026

Máximo 1248 € em out. 2024 · mínimo 229 € em ago. 2024

Cautela. Fortemente dependente da carteira de serviços, mesmo depois do ajustamento.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Gastos operacionais por utente inscrito, por mês

12 meses até mai. 2026

105 €

mediana nacional: 111 €

131 685 641 em 1 253 065

O que a unidade gasta, por mês, por cada pessoa inscrita na sua área. Multiplicado por doze dá a despesa anual por pessoa. Só existe a partir de 2024, e só faz sentido a partir daí: antes da reforma das ULS um hospital não tinha população inscrita, tinha doentes que lhe chegavam.

jan. 2024metade das unidadesmediana nacionalmai. 2026

Máximo 142 € em dez. 2024 · mínimo 64 € em jan. 2024

Cautela. Depende da estrutura etária e da doença da população servida, que o indicador não ajusta. Uma população envelhecida custa legitimamente mais.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Gastos com pessoal por doente padrão

12 meses até mai. 2026

3953 €

mediana nacional: 3941 €

51 441 483 em 13 014

A parte dos gastos que vai para quem trata, por unidade de produção ajustada.

jan. 2024metade das unidadesmediana nacionalmai. 2026

Máximo 6929 € em nov. 2025 · mínimo 950 € em ago. 2024

Cautela. Ver os gastos operacionais por doente padrão. Um valor baixo pode significar escassez de profissionais e não contenção de custos.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Peso do trabalho extraordinário e suplementos nos gastos com pessoal

12 meses até mai. 2026

19,0 %

1 pontos acima da mediana nacional

em linha com a mediana nacionalda mediana do Grupo B (9 unidades semelhantes: 18,6 %)

9760 em 51 441

Proporção da despesa com pessoal que vai para horas extraordinárias e suplementos: quanto da atividade é assegurado fora do horário normal. A causa — falta de quadros, escalas de urgência, opção de gestão — não vem nos dados, e o número por si não a distingue.

jan. 2018metade das unidadesmediana nacionalmai. 2026

Máximo 55,1 % em jun. 2021 · mínimo 6,7 % em dez. 2021

Ver este número na fonteDE-SNSatualizado 30 de julho de 2026

Prazo médio de pagamento a fornecedores

situação em mar. 2026

99 dias

25 % acima da mediana nacional

38 % acima da mediana do Grupo B (9 unidades semelhantes: 72 dias)

Dias que a instituição demora, em média, a pagar aos seus fornecedores.

mar. 2014mar. 2026

Máximo 292 dias em mar. 2014 · mínimo 33 dias em set. 2015

Ver este número na fonteACSSatualizado 17 de junho de 2026