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snsRadar · Observatório do Serviço Nacional de Saúde

O SNS, hospital a hospital · 2013–2026

Dados do Portal da Transparência do SNS, publicados pela ACSS, DE-SNS, INFARMED, SPMS e INEM, e do registo de contratos públicos do IMPIC (domínio público). Reutilizados ao abrigo da Lei n.º 68/2021. Não é um serviço oficial do SNS.

Lisboa · Lisboa e Vale do Tejo

ULS São José

Unidade Local de Saúde de São José, E. P. E.

Indicadores
50
Dados desde
2013
Natureza
Unidade Local de Saúde
Compara-se com
5 unidades

Mortalidade ajustada ao risco

Não publicada

letalidade caiu de 4.9% em 2021 para 1.4% em 2025

Uma queda desta dimensão, transversal a todos os capítulos de diagnóstico, não é compatível com melhoria clínica — indica óbitos por registar. Preferimos não mostrar nada a mostrar um número que colocaria esta unidade entre as melhores do país sem fundamento.

População servida

452 801

utentes inscritos nos cuidados primários

116 265 sem médico de família (25,7 %)

É a população pela qual esta unidade é responsável, e o denominador que torna as contagens comparáveis entre unidades de dimensão diferente.

Poupança estimada pela ACSS

128,5 M€

é o que a ACSS estimava, em 2023, que esta unidade pouparia em gastos operacionais se igualasse a mais eficiente do Grupo E

resultado operacional de -46,9 M€, que passaria a 81,6 M€

Estimativa da ACSS, indicativa e não cumulativa: reflete o posicionamento face à unidade mais eficiente do grupo, não uma medida de desperdício. A unidade mais eficiente tem, por construção, poupança zero. A ACSS deixou de fazer este cálculo para as Unidades Locais de Saúde depois da reforma de 2024 — 2023 é o último ano em que cobriu o sistema.

Contratos públicos

2,54 mil M€

38 512 contratos, 2012–2026

28 % do valor por ajuste direto

2806 € contratados por doente padrão, em 2024–2026

1,3 M€ acrescentados a 127 contratos depois de assinados

  • Medicamentos e equipamento médico2,04 mil M€
  • Hotelaria e restauração87,9 M€
  • Combustíveis e eletricidade80,3 M€

Maior fornecedor: JANSSEN CILAG FARMACEUTICA, LDA. (48,6 M€). O ajuste direto é legal, mas concentrar nele a despesa reduz a concorrência. Fonte: IMPIC · Portal BASE — o registo integral dos contratos públicos do país, em domínio público.

Leitura de conjunto

26 indicadores comparáveis

Face à mediana das 43 unidades do SNS, a ULS São José está 11 vezes melhor, 4 vezes em linha e 11 vezes pior, nos 26 indicadores em que a comparação faz sentido.

  • melhor que a mediana
  • em linha
  • pior que a mediana
Onde está melhor
Fraturas da anca operadas nas primeiras 48 horas83,0 % 30,7 pontos acima da mediana nacional
Onde está pior
Dívida vencida a fornecedores externos12,3 M€ 472 % acima da mediana nacional

Cautela. Isto é uma contagem, não uma avaliação. Salvo a mortalidade ajustada ao risco, nenhum destes indicadores corrige o tipo de doentes que a unidade recebe: um hospital que trata casos mais graves fica abaixo da mediana sem que isso signifique piores cuidados. Estar acima em mais indicadores do que abaixo não faz de uma unidade melhor do que outra. 24 indicadores ficaram de fora por serem neutros — subir ou descer não é bom nem mau.

Acesso

Quanto se espera para ser atendido

Consultas médicas hospitalares

12 meses até mai. 2026

882 581

mediana nacional: 289 709

1949,2 por mil utentes inscritos · mediana nacional 1013,0

jan. 2013reforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 88 786 em out. 2013 · mínimo 50 639 em abr. 2020

Ver este número na fonteDE-SNSatualizado 30 de julho de 2026

Primeiras consultas realizadas em tempo adequado

12 meses até mai. 2026

41,6 %

9,3 pontos abaixo da mediana nacional

30 398 em 73 001

jan. 2013metade das unidadesmediana nacionalreforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 97,2 % em jul. 2016 · mínimo 34,7 % em abr. 2026

Cautela. Conta apenas as consultas com registo no CTH. Consultas fora desse circuito não entram no denominador.

Ver este número na fonteDE-SNSatualizado 30 de julho de 2026

Dias de espera no internamento antes da cirurgia programada

12 meses até mai. 2026

1,1 dias

73 % acima da mediana nacional

31 % acima da mediana do Grupo E (6 unidades semelhantes: 0,8 dias)

5013 em 4521

Tempo entre a admissão e a cirurgia, em episódios cirúrgicos programados. Mede dias de cama ocupados antes de operar, não a espera em lista.

jan. 2013metade das unidadesmediana nacionalreforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 3,1 dias em abr. 2020 · mínimo 0,8 dias em ago. 2024

Ver este número na fonteDE-SNSatualizado 30 de julho de 2026

Doentes em lista de espera cirúrgica dentro do tempo máximo garantido

12 meses até mai. 2026

50,9 %

25,8 pontos abaixo da mediana nacional

13,2 pontos abaixo da mediana do Grupo E (6 unidades semelhantes: 64,1 %)

135 564 em 266 129

Percentagem de doentes inscritos para cirurgia cuja espera ainda não ultrapassou o Tempo Máximo de Resposta Garantida.

jan. 2018metade das unidadesmediana nacionalreforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 67,0 % em jun. 2018 · mínimo 37,7 % em ago. 2020

Ver este número na fonteDE-SNSatualizado 30 de julho de 2026

Atendimentos em urgência

12 meses até mai. 2026

225 116

mediana nacional: 137 498

497,2 por mil utentes inscritos · mediana nacional 497,2

jan. 2013reforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 26 252 em nov. 2022 · mínimo 8906 em abr. 2020

Ver este número na fonteDE-SNSatualizado 30 de julho de 2026

Atendimentos em urgência com prioridade alta (vermelho e laranja)

12 meses até mai. 2026

7,9 %

mediana nacional: 10,7 %

17 691 em 225 116

jan. 2013metade das unidadesmediana nacionalreforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 22,3 % em abr. 2020 · mínimo 0,7 % em mar. 2014

Cautela. Uma proporção alta de prioridades urgentes pode indicar boa filtragem da procura não urgente, ou uma população mais doente. Não é, por si, medida de qualidade.

Ver este número na fonteDE-SNSatualizado 30 de julho de 2026

Qualidade

Resultados dos cuidados prestados

Peso dos carbapenemes no consumo de antibióticos

12 meses até abr. 2026

5,6 %

0,5 pontos acima da mediana nacional

1,3 pontos abaixo da mediana do Grupo E (6 unidades semelhantes: 6,9 %)

16 258 em 289 411

Proporção do consumo hospitalar de antibióticos que corresponde a carbapenemes, medida em dose diária definida. São antibióticos de última linha para bactérias multirresistentes: quanto mais se usam, mais depressa se perde a única arma que resta contra elas.

jan. 2015metade das unidadesmediana nacionalreforma ULS, jan. 2024abr. 2026

Máximo 7,6 % em set. 2025 · mínimo 3,3 % em abr. 2019

Cautela. Não está ajustado ao doente. Um centro oncológico, de transplantação ou com muitos cuidados intensivos usa legitimamente mais carbapenemes, porque trata doentes imunodeprimidos e com infeções mais graves. É uma proporção, não um volume: um hospital que reduza todos os antibióticos por igual mantém o mesmo valor. A fonte atribui a cada hospital um grupo de comparação da ACSS (A a F, mais psiquiátricos), que seria a base justa para comparar — o snsRadar mostra por agora a mediana de todas as unidades.

Ver este número na fonteINFARMEDatualizado 3 de julho de 2026

Carbapenemes por 1000 dias de internamento

12 meses até abr. 2026

42,6 por 1000 dias

12 % acima da mediana nacional

16 % abaixo da mediana do Grupo E (6 unidades semelhantes: 50,5 por 1000 dias)

16 501 em 387 158

O mesmo, restrito aos carbapenemes — os antibióticos de última linha para bactérias multirresistentes. Lido ao lado do peso dos carbapenemes, separa duas coisas que a proporção confunde: usar muitos antibióticos e usar os errados.

jan. 2015metade das unidadesmediana nacionalreforma ULS, jan. 2024abr. 2026

Máximo 54,6 por 1000 dias em set. 2025 · mínimo 20,4 por 1000 dias em fev. 2020

Cautela. Ver o consumo total. Um centro oncológico ou de transplantação usa legitimamente mais carbapenemes.

Ver este número na fonteINFARMEDatualizado 3 de julho de 2026

Peso das cefalosporinas no consumo de antibióticos

12 meses até abr. 2026

18,9 %

1,5 pontos abaixo da mediana nacional

em linha com a mediana nacionalda mediana do Grupo E (6 unidades semelhantes: 18,9 %)

85 737 em 452 642

Proporção do consumo hospitalar de antibióticos que corresponde a cefalosporinas, em dose diária definida.

jan. 2015metade das unidadesmediana nacionalreforma ULS, jan. 2024abr. 2026

Máximo 24,4 % em jan. 2015 · mínimo 13,0 % em nov. 2025

Cautela. Não está ajustado ao doente. É uma proporção do total de antibióticos, não um volume por doente.

Ver este número na fonteINFARMEDatualizado 3 de julho de 2026

Peso das fluoroquinolonas no consumo de antibióticos

12 meses até abr. 2026

2,3 %

2,2 pontos abaixo da mediana nacional

3,6 pontos abaixo da mediana do Grupo E (6 unidades semelhantes: 5,9 %)

10 602 em 452 643

Proporção do consumo hospitalar de antibióticos que corresponde a fluoroquinolonas. São um alvo clássico dos programas de uso responsável: selecionam resistências com rapidez e estão associadas à infeção por Clostridioides difficile.

jan. 2015metade das unidadesmediana nacionalreforma ULS, jan. 2024abr. 2026

Máximo 5,3 % em fev. 2015 · mínimo 0,9 % em nov. 2025

Cautela. Não está ajustado ao doente nem ao perfil de infeções tratadas. É uma proporção do total de antibióticos, não um volume por doente.

Ver este número na fonteINFARMEDatualizado 3 de julho de 2026

Fluoroquinolonas por 1000 dias de internamento

12 meses até abr. 2026

27,4 por 1000 dias

37 % abaixo da mediana nacional

44 % abaixo da mediana do Grupo E (6 unidades semelhantes: 48,9 por 1000 dias)

10 602 em 387 158

Volume de fluoroquinolonas por mil dias de internamento. São um alvo clássico dos programas de uso responsável de antibióticos.

jan. 2015metade das unidadesmediana nacionalreforma ULS, jan. 2024abr. 2026

Máximo 47,7 por 1000 dias em out. 2025 · mínimo 11,8 por 1000 dias em fev. 2022

Cautela. Ver o consumo total de antibióticos.

Ver este número na fonteINFARMEDatualizado 3 de julho de 2026

Consumo total de antibióticos por 1000 dias de internamento

12 meses até abr. 2026

720,9 por 1000 dias

em linha com a mediana nacional

10 % abaixo da mediana do Grupo E (6 unidades semelhantes: 802,4 por 1000 dias)

289 411 em 401 480

Doses diárias definidas de antibiótico por cada mil dias de internamento. É a medida com que a ECDC compara hospitais e países — e, ao contrário do peso de cada classe, mede quanto se usa e não só o quê.

jan. 2015metade das unidadesmediana nacionalreforma ULS, jan. 2024abr. 2026

Máximo 1024,4 por 1000 dias em nov. 2020 · mínimo 520,3 por 1000 dias em fev. 2020

Cautela. Junta duas fontes com perímetros próprios: as DDD são de todo o hospital e os dias de internamento só do internamento. Um hospital com muito ambulatório ou hospital de dia aparece com consumo mais alto por dia de cama sem que isso signifique prescrever pior. Também não está ajustado ao doente.

Ver este número na fonteINFARMEDatualizado 3 de julho de 2026

Partos por cesariana

12 meses até mai. 2026

32,0 %

mediana nacional: 33,7 %

1156 em 3614

jan. 2013metade das unidadesmediana nacionalreforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 44,9 % em nov. 2022 · mínimo 18,6 % em dez. 2014

Cautela. Não ajustado ao risco. Maternidades que recebem gravidezes de alto risco, ou que servem populações mais velhas, têm taxas legitimamente mais altas. Uma taxa acima da referência não indica, por si só, má prática.

Referência histórica da OMS: 10 a 15 %. É o consenso de 1985 — em 2015 a OMS deixou de fixar um alvo, por concluir que a taxa ideal é desconhecida e que, acima de 10 %, mais cesarianas não estão associadas a menos mortes de mães ou de recém-nascidos. Está na escala como marco de leitura, não como meta a atingir. Organização Mundial da Saúde, Declaração sobre taxas de cesarianas, 2015 (WHO/RHR/15.02).

Ver este número na fonteDE-SNSatualizado 30 de julho de 2026

Cesarianas em gravidezes de termo, feto único e de cabeça para baixo

12 meses até mai. 2026

33,0 %

4,8 pontos abaixo da mediana nacional

830 em 2512

A taxa de cesarianas restrita às gravidezes de um só feto, de cabeça para baixo, às 37 semanas ou mais — fora ficam as situações em que a cesariana é quase sempre a decisão certa: prematuridade, apresentação pélvica, gémeos. Não exclui, porém, as mulheres com cesariana anterior.

jan. 2015metade das unidadesmediana nacionalreforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 43,6 % em dez. 2020 · mínimo 14,9 % em jan. 2015

Cautela. Sobe acima da taxa global em 35 das 37 maternidades, e a razão está no indicador seguinte: quem já teve uma cesariana volta quase sempre a tê-la, e esses partos são de termo, unifetais e cefálicos — caem todos dentro deste grupo. Não é, por isso, a medida ajustada ao risco que o nome sugere: para isso seria preciso excluir também a cesariana anterior, e a ACSS não publica esse indicador de forma utilizável (ver reference/NOTAS.md, secção 22).

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Cirurgias em ambulatório, entre as que o poderiam ser

12 meses até mai. 2026

93,5 %

3,5 pontos acima da mediana nacional

5422 em 5797

Entre os procedimentos que podem ser feitos sem internamento, a proporção que efetivamente o foi. Evita noites de internamento desnecessárias.

jan. 2013metade das unidadesmediana nacionalreforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 96,8 % em dez. 2025 · mínimo 28,6 % em abr. 2020

Ver este número na fonteDE-SNSatualizado 30 de julho de 2026

Fraturas da anca operadas nas primeiras 48 horas

12 meses até mai. 2026

83,0 %

30,7 pontos acima da mediana nacional

14,3 pontos acima da mediana do Grupo E (6 unidades semelhantes: 68,7 %)

371 em 447

Doentes com mais de 65 anos. Operar nas primeiras 48 horas está associado a menor mortalidade e menor perda de autonomia.

jan. 2013metade das unidadesmediana nacionalreforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 97,0 % em fev. 2026 · mínimo 3,1 % em jul. 2021

Ver este número na fonteDE-SNSatualizado 30 de julho de 2026

Mortalidade a 30 dias por AVC hemorrágico

sem apuramento desde fev. 2025

jan. 2013metade das unidadesmediana nacionalreforma ULS, jan. 2024dez. 2024

Máximo 43,2 % em fev. 2016 · mínimo 6,7 % em fev. 2023

A fonte não apurou 16 meses (fev. 2025 a mai. 2026). Publicou 0,0 % onde não tem apuramento, depois de a instituição vir a reportar valores — e um zero desses leria-se aqui como o melhor resultado do país. Esses meses ficam de fora do valor, do gráfico e da mediana nacional.

Cautela. A fonte publica apenas a taxa, sem numerador nem denominador. Não é possível agregar corretamente vários meses nem ajustar ao risco.

Ver este número na fonteACSSatualizado 30 de julho de 2026

Mortalidade a 30 dias por AVC isquémico

2 meses até mai. 2026

20,0 %

8 pontos acima da mediana nacional

3,9 pontos acima da mediana do Grupo E (6 unidades semelhantes: 16,2 %)

jan. 2013metade das unidadesmediana nacionalreforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 27,4 % em jan. 2018 · mínimo 0,0 % em jan. 2023

A fonte não apurou 15 meses (jan. 2025 a mar. 2026). Publicou 0,0 % onde não tem apuramento, depois de a instituição vir a reportar valores — e um zero desses leria-se aqui como o melhor resultado do país. Esses meses ficam de fora do valor, do gráfico e da mediana nacional.

Cautela. A fonte publica apenas a taxa, sem numerador nem denominador. Não é possível agregar corretamente vários meses nem ajustar ao risco: mostramos o valor mensal tal como publicado, sem o somar a outros períodos.

Ver este número na fonteACSSatualizado 30 de julho de 2026

Partos vaginais depois de uma cesariana anterior

12 meses até mai. 2026

1,0 %

em linha com a mediana nacional

em linha com a mediana nacionalda mediana do Grupo E (6 unidades semelhantes: 1,0 %)

3 em 289

Entre as grávidas de termo, com um só feto de cabeça para baixo e uma cesariana anterior, a proporção que teve parto vaginal. Mede se o hospital oferece essa possibilidade ou se trata a cesariana anterior como decisão definitiva. Em Portugal, a mediana das maternidades é de zero: a primeira cesariana determina, na prática, todos os partos seguintes.

jan. 2015metade das unidadesmediana nacionalreforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 56,7 % em jul. 2016 · mínimo 0,0 % em abr. 2017

Cautela. Nem toda a mulher com cesariana anterior é candidata a parto vaginal, e a escolha informada da grávida é uma razão legítima para não o tentar. Uma taxa alta não é, por si, melhor cuidado.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Reinternamentos até 30 dias

12 meses até mai. 2026

3,2 %

3,4 pontos abaixo da mediana nacional

2,3 pontos abaixo da mediana do Grupo E (6 unidades semelhantes: 5,5 %)

476 em 15 031

Proporção de doentes que voltaram a ser internados no prazo de 30 dias após a alta. É a medida clássica de alta prematura ou de continuidade de cuidados mal assegurada depois de sair do hospital.

jan. 2013metade das unidadesmediana nacionalreforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 9,8 % em abr. 2014 · mínimo 1,9 % em nov. 2025

Cautela. Não está ajustado à gravidade. Doentes crónicos e idosos reinternam mais por razões alheias ao internamento anterior — e um hospital que trate doentes mais graves aparece pior sem que isso signifique pior cuidado.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Reparações de aneurismas da aorta abdominal

12 meses até mai. 2026

78

mediana nacional: 0

Número de reparações de aneurismas da aorta abdominal.

jan. 2015reforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 13 em mai. 2016 · mínimo 0 em jun. 2024

Reparações de aneurismas da aorta abdominal — 309 no país, 15 unidades
  1. ULS São José78
  2. ULS Coimbra62
  3. ULS São João55
  4. ULS Santo António32
  5. ULS Almada-Seixal17
  6. ULS Braga14
  7. ULS Trás-os-Montes e Alto Douro14
  8. ULS Lezíria9
  9. ULS Viseu Dão-Lafões6
  10. ULS Alto Ave5
  11. ULS Gaia/Espinho5
  12. ULS Santa Maria5

As três maiores fazem 63 % do total do país. Esta unidade faz 78 por ano — 1.ª de 15. É uma contagem, não uma medida de resultado.

Cautela. É uma contagem, não uma medida de resultado.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Angioplastias coronárias

12 meses até mai. 2026

38

mediana nacional: 20

Número de angioplastias percutâneas das artérias coronárias (PTCA) — o procedimento que desobstrui a artéria no enfarte agudo do miocárdio.

jan. 2015reforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 96 em out. 2019 · mínimo 0 em out. 2025

Angioplastias coronárias — 5665 no país, 29 unidades
  1. ULS Coimbra639
  2. ULS Algarve552
  3. ULS Tâmega e Sousa457
  4. ULS Trás-os-Montes e Alto Douro430
  5. ULS Arrábida390
  6. ULS Amadora/Sintra377
  7. ULS São João353
  8. ULS Braga344
  9. ULS Gaia/Espinho276
  10. ULS Santo António274
  11. ULS Alentejo Central256
  12. ⋯ mais 17 unidades
  13. ULS São José38

As três maiores fazem 29 % do total do país. Esta unidade faz 38 por ano — 21.ª de 29. É uma contagem, não uma medida de resultado.

Cautela. É uma contagem, não uma medida de resultado.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Cirurgias de bypass das artérias coronárias

12 meses até mai. 2026

296

mediana nacional: 0

Número de cirurgias de revascularização do miocárdio (CABG). Só um punhado de centros do país as faz.

jan. 2015reforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 36 em mar. 2025 · mínimo 10 em abr. 2020

Cirurgias de bypass das artérias coronárias — 1581 no país, 7 unidades
  1. ULS São João496
  2. ULS Gaia/Espinho400
  3. ULS São José296
  4. ULS Coimbra211
  5. ULS Santa Maria143
  6. ULS Lisboa Ocidental28
  7. ULS Braga7

As três maiores fazem 75 % do total do país. Esta unidade faz 296 por ano — 3.ª de 7. É uma contagem, não uma medida de resultado.

Cautela. É uma contagem, não uma medida de resultado.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Endarterectomias da carótida

12 meses até mai. 2026

59

mediana nacional: 0

Número de endarterectomias da carótida — a cirurgia que remove a placa que obstrui a artéria do pescoço, para prevenir o AVC.

jan. 2015reforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 11 em out. 2024 · mínimo 0 em dez. 2019

Endarterectomias da carótida — 278 no país, 15 unidades
  1. ULS São José59
  2. ULS Coimbra52
  3. ULS São João44
  4. ULS Santo António22
  5. ULS Almada-Seixal20
  6. ULS Braga18
  7. ULS Tâmega e Sousa16
  8. ULS Alto Ave15
  9. ULS Loures-Odivelas8
  10. ULS Gaia/Espinho5
  11. ULS Algarve4
  12. ULS Lezíria4

As três maiores fazem 56 % do total do país. Esta unidade faz 59 por ano — 1.ª de 15. É uma contagem, não uma medida de resultado.

Cautela. É uma contagem, não uma medida de resultado.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Resseções do esófago

12 meses até mai. 2026

0

mediana nacional: 1

Número de resseções do esófago realizadas. Tal como a do pâncreas, é uma cirurgia de alto risco em que o volume do centro conta.

jan. 2015reforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 8 em ago. 2017 · mínimo 0 em jan. 2015

Resseções do esófago — 184 no país, 24 unidades
  1. IPO Porto53
  2. ULS Santa Maria29
  3. ULS Braga27
  4. IPO Lisboa12
  5. ULS Trás-os-Montes e Alto Douro7
  6. ULS Alto Ave6
  7. ULS São João6
  8. ULS Entre Douro e Vouga5
  9. ULS Gaia/Espinho5
  10. ULS Almada-Seixal4
  11. ULS Alto Minho4
  12. ULS Santo António4

As três maiores fazem 59 % do total do país. É uma contagem, não uma medida de resultado.

Cautela. É uma contagem, não uma medida de resultado.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Resseções do pâncreas

12 meses até mai. 2026

18

mediana nacional: 1

Número de resseções do pâncreas realizadas. É das cirurgias com relação mais documentada entre o volume do hospital e a sobrevivência do doente.

jan. 2015reforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 19 em abr. 2018 · mínimo 0 em mar. 2023

Resseções do pâncreas — 386 no país, 24 unidades
  1. ULS São João72
  2. IPO Porto51
  3. ULS Região de Leiria43
  4. ULS Santa Maria30
  5. ULS Braga24
  6. ULS Amadora/Sintra21
  7. ULS São José18
  8. ULS Viseu Dão-Lafões18
  9. ULS Entre Douro e Vouga17
  10. ULS Loures-Odivelas16
  11. ULS Alto Ave15
  12. ULS Alto Minho12

As três maiores fazem 43 % do total do país. Esta unidade faz 18 por ano — 7.ª de 24. É uma contagem, não uma medida de resultado.

Cautela. É uma contagem, não uma medida de resultado. Um volume baixo não diz que aquele hospital opera mal; diz que opera poucas vezes.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Porque é que a taxa sobe quando se olha para o grupo de menor risco
32,0 %33,0 %todos os partostermo, feto único, cefálicomediana

Sobe em 35 das 37 maternidades do país: a mediana passa de 33,7 % para 37,9 %. A causa está no indicador de partos vaginais após cesariana, acima: quem já teve uma cesariana volta quase sempre a tê-la, e esses partos são de termo, unifetais e cefálicos.

Segurança

Danos que o internamento causou, e não a doença

Embolia pulmonar ou trombose venosa profunda pós-operatória

12 meses até mai. 2026

267 por 100 mil

22 % abaixo da mediana nacional

43 % abaixo da mediana do Grupo E (6 unidades semelhantes: 473 por 100 mil)

12 em 4490

Coágulos surgidos depois da cirurgia, por cada 100 000 episódios cirúrgicos elegíveis. É um evento em grande parte evitável com profilaxia adequada, e por isso é usado como medida de segurança e não de gravidade.

jan. 2015metade das unidadesmediana nacionalreforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 979 por 100 mil em jan. 2024 · mínimo 0 por 100 mil em fev. 2017

Embolia pulmonar ou trombose venosa profunda pós-operatória — cada unidade do Grupo E contra a sua dimensão
10 000episódios no período04851019ULS São JoãoULS São JoséULS Coimbra

limites de 95 % e 99,8 %taxa do Grupo Etaxa do país

A referência é a taxa do Grupo E — 485 por 100 mil contra 389 por 100 mil no país —, porque comparar com o conjunto diria mais sobre o grupo a que esta unidade pertence do que sobre ela. Dentro do funil, a distância à referência é acaso: com poucos episódios, um caso a mais move muito a taxa. 2 unidades saem dos limites — ULS Coimbra, ULS São João. Dentro do funil: com 4490 episódios, este valor não se distingue das outras unidades do Grupo E.

Cautela. Depende de se procurar. Um hospital que faça mais exames de imagem encontra mais tromboses — o chamado viés de deteção — e aparece pior do que um que as não procure.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Infeções da corrente sanguínea associadas a cateter venoso central

12 meses até mai. 2026

0,4 ‰

em linha com a mediana nacional

11 % abaixo da mediana do Grupo E (6 unidades semelhantes: 0,45 ‰)

3 em 7558

Episódios por mil em que o doente contraiu uma infeção da corrente sanguínea associada ao cateter venoso central, em adultos e em neonatologia. É a infeção hospitalar sobre a qual há mais evidência de que se previne com protocolo — as chamadas «bundles» de colocação e manutenção.

jan. 2015metade das unidadesmediana nacionalreforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 4,6 ‰ em ago. 2025 · mínimo 0,0 ‰ em jan. 2015

Infeções da corrente sanguínea associadas a cateter venoso central — cada unidade do Grupo E contra a sua dimensão
10 000episódios no período00,451,81ULS São José

limites de 95 % e 99,8 %taxa do Grupo Etaxa do país

A referência é a taxa do Grupo E — 0,45 ‰ contra 0,27 ‰ no país —, porque comparar com o conjunto diria mais sobre o grupo a que esta unidade pertence do que sobre ela. Dentro do funil, a distância à referência é acaso: com poucos episódios, um caso a mais move muito a taxa. Nenhuma unidade do Grupo E sai dos limites neste indicador. Dentro do funil: com 7558 episódios, este valor não se distingue das outras unidades do Grupo E.

Cautela. Depende do registo e da procura ativa: um serviço que faça hemoculturas por rotina encontra mais infeções do que um que só as peça perante suspeita clínica.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Lacerações graves em partos vaginais instrumentados

12 meses até mai. 2026

6,8 %

3,7 pontos acima da mediana nacional

3 pontos acima da mediana do Grupo E (6 unidades semelhantes: 3,8 %)

42 em 614

Lacerações de 3.º e 4.º grau — as que atingem o esfíncter anal — em partos vaginais assistidos por fórceps ou ventosa. É um dos indicadores de segurança obstétrica da OCDE.

jan. 2015metade das unidadesmediana nacionalreforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 15,8 % em mai. 2024 · mínimo 0,0 % em mai. 2015

Lacerações graves em partos vaginais instrumentados — cada unidade do Grupo E contra a sua dimensão
100episódios no período04,1611,5ULS São José

limites de 95 % e 99,8 %taxa do Grupo Etaxa do país

A referência é a taxa do Grupo E — 4,2 % contra 3,7 % no país —, porque comparar com o conjunto diria mais sobre o grupo a que esta unidade pertence do que sobre ela. Dentro do funil, a distância à referência é acaso: com poucos episódios, um caso a mais move muito a taxa. 1 unidade sai dos limites — ULS São José. Fora do funil: ULS São José está acima do que a variação aleatória explica.

Cautela. O parto instrumentado tem, por si, mais risco de laceração grave do que o parto espontâneo; por isso os dois indicadores estão separados e não se somam. Também aqui o registo pesa: uma laceração não codificada não aparece.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Lacerações graves em partos vaginais não instrumentados

12 meses até mai. 2026

1,7 %

1,1 pontos acima da mediana nacional

0,8 pontos acima da mediana do Grupo E (6 unidades semelhantes: 0,9 %)

31 em 1832

Lacerações de 3.º e 4.º grau em partos vaginais espontâneos, sem fórceps nem ventosa.

jan. 2015metade das unidadesmediana nacionalreforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 4,9 % em dez. 2025 · mínimo 0,0 % em fev. 2015

Lacerações graves em partos vaginais não instrumentados — cada unidade do Grupo E contra a sua dimensão
1000episódios no período01,023,31ULS São José

limites de 95 % e 99,8 %taxa do Grupo Etaxa do país

A referência é a taxa do Grupo E — 1,0 % contra 0,8 % no país —, porque comparar com o conjunto diria mais sobre o grupo a que esta unidade pertence do que sobre ela. Dentro do funil, a distância à referência é acaso: com poucos episódios, um caso a mais move muito a taxa. Nenhuma unidade do Grupo E sai dos limites neste indicador. Dentro do funil: com 1832 episódios, este valor não se distingue das outras unidades do Grupo E.

Cautela. Não está ajustado ao risco da grávida. Tal como no parto instrumentado, um valor baixo pode significar menos lesões ou menos registo.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Sépsis pós-operatória

12 meses até mai. 2026

1042 por 100 mil

73 % acima da mediana nacional

em linha com a mediana nacionalda mediana do Grupo E (6 unidades semelhantes: 1042 por 100 mil)

23 em 2208

Casos de sépsis surgidos depois de uma cirurgia programada, por cada 100 000 episódios cirúrgicos elegíveis. Conta apenas cirurgia eletiva: uma infeção generalizada a seguir a uma operação marcada com antecedência é o tipo de acontecimento que a segurança hospitalar existe para evitar.

jan. 2015metade das unidadesmediana nacionalreforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 2857 por 100 mil em jan. 2024 · mínimo 0 por 100 mil em mar. 2023

Sépsis pós-operatória — cada unidade do Grupo E contra a sua dimensão
1000episódios no período011062869ULS Santa MariaULS São José

limites de 95 % e 99,8 %taxa do Grupo Etaxa do país

A referência é a taxa do Grupo E — 1106 por 100 mil contra 738 por 100 mil no país —, porque comparar com o conjunto diria mais sobre o grupo a que esta unidade pertence do que sobre ela. Dentro do funil, a distância à referência é acaso: com poucos episódios, um caso a mais move muito a taxa. 1 unidade sai dos limites — ULS Santa Maria. Dentro do funil: com 2208 episódios, este valor não se distingue das outras unidades do Grupo E.

Cautela. Sensível à codificação e ao perfil dos doentes operados. Hospitais que operam doentes mais complexos têm mais risco, e o indicador não o ajusta.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Úlceras de pressão adquiridas no internamento

12 meses até mai. 2026

0,43 ‰

35 % abaixo da mediana nacional

59 % abaixo da mediana do Grupo E (6 unidades semelhantes: 1,05 ‰)

1 em 2319

Episódios de internamento por mil em que o doente desenvolveu uma úlcera de pressão. O denominador já exclui os episódios em que a úlcera não é atribuível ao internamento — estadias curtas e doentes admitidos com a lesão, entre outros.

jan. 2015metade das unidadesmediana nacionalreforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 5,15 ‰ em abr. 2026 · mínimo 0,0 ‰ em ago. 2015

Úlceras de pressão adquiridas no internamento — cada unidade do Grupo E contra a sua dimensão
10 000episódios no período00,953,52ULS São José

limites de 95 % e 99,8 %taxa do Grupo Etaxa do país

A referência é a taxa do Grupo E — 0,95 ‰ contra 0,85 ‰ no país —, porque comparar com o conjunto diria mais sobre o grupo a que esta unidade pertence do que sobre ela. Dentro do funil, a distância à referência é acaso: com poucos episódios, um caso a mais move muito a taxa. Nenhuma unidade do Grupo E sai dos limites neste indicador. Dentro do funil: com 2319 episódios, este valor não se distingue das outras unidades do Grupo E.

Cautela. Depende do registo. Um hospital que codifique bem as suas úlceras aparece pior do que um que as não registe — e a diferença entre unidades pode medir a qualidade do registo em vez da qualidade do cuidado.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Enfermeiros e úlceras de pressão, unidade a unidade
-0,171,062,28-22552doentes padrão por enfermeiroúlceras de pressãoULS São José

Nas 42 unidades com os dois valores, a correlação é 0,33 — uma relação fraca. O terço com mais doentes padrão por enfermeiro tem mediana de 0,94 ‰; o terço com menos, 0,68 ‰.

As 5 unidades do Grupo E — as que se comparam com esta — estão marcadas a cheio.

É a relação mais documentada em investigação de serviços de saúde, e aparece nos dados portugueses — mas isto são 42 unidades, não 42 mil doentes. Uma associação entre hospitais não prova nada sobre um doente em concreto, e o que aqui se vê pode ser dotação de enfermagem, complexidade dos doentes, ou apenas hospitais que registam melhor as suas úlceras.

Capacidade

Meios humanos e atividade

Proporção de cirurgias urgentes no total

12 meses até mai. 2026

18,1 %

mediana nacional: 10,9 %

8512 em 47 135

jan. 2013metade das unidadesmediana nacionalreforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 86,6 % em dez. 2019 · mínimo 9,9 % em nov. 2016

Ver este número na fonteDE-SNSatualizado 1 de agosto de 2026

Consultas em telemedicina

12 meses até mai. 2026

64 183

mediana nacional: 2969

141,7 por mil utentes inscritos · mediana nacional 11,3

jan. 2017reforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 6940 em mai. 2026 · mínimo 0 em out. 2017

Ver este número na fonteDE-SNSatualizado 30 de julho de 2026

Doentes padrão por enfermeiro

12 meses até mai. 2026

4

mediana nacional: 3

O mesmo, por enfermeiro equivalente a tempo completo.

jan. 2013reforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 8 em jul. 2013 · mínimo 2 em ago. 2013

Cautela. Ver os doentes padrão por médico: mede tanto produtividade como escassez.

Ver este número na fonteACSSatualizado 28 de setembro de 2023

Doentes padrão por médico

12 meses até mai. 2026

6

mediana nacional: 6

Unidades de produção ajustadas à complexidade por cada médico equivalente a tempo completo. É a medida de produtividade que a ACSS usa, e a única que permite comparar quadros médicos de hospitais que tratam coisas diferentes.

jan. 2013reforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 12 em jul. 2013 · mínimo 2 em nov. 2020

Cautela. Um valor alto tanto pode significar uma equipa produtiva como uma equipa a menos para o trabalho que tem. O indicador não distingue as duas coisas, e a leitura isolada de qualquer uma delas seria abusiva.

Ver este número na fonteACSSatualizado 28 de setembro de 2023

Enfermeiros

situação em jun. 2026

3109

mediana nacional: 1062

dez. 2014reforma ULS, jan. 2024jun. 2026

Máximo 3159 em nov. 2025 · mínimo 2410 em dez. 2014

Cautela. Descontinuidade em janeiro de 2024: a reforma ULS integrou os agrupamentos de centros de saúde nas mesmas entidades, e os efetivos saltam +21 % (médicos +33 %) de dezembro de 2023 para dezembro de 2024. Não é contratação — é mudança de perímetro. Confirmado contra o INE em reference/VALIDACAO-EXTERNA.md.

Ver este número na fonteACSSatualizado 15 de julho de 2026

Internamentos com mais de 30 dias

12 meses até mai. 2026

3,0 %

1,4 pontos abaixo da mediana nacional

1,6 pontos abaixo da mediana do Grupo E (6 unidades semelhantes: 4,6 %)

444 em 15 031

Proporção de internamentos que passaram dos 30 dias. Uma parte destes são doentes que já têm alta clínica e continuam na cama por não haver resposta social ou de cuidados continuados — camas de agudos ocupadas por quem já não precisa delas.

jan. 2013metade das unidadesmediana nacionalreforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 8,0 % em mar. 2020 · mínimo 2,0 % em mai. 2026

Cautela. Mede tanto a eficiência do hospital como a falta de respostas fora dele. A causa não vem nos dados.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Intervenções cirúrgicas realizadas

12 meses até mai. 2026

47 135

mediana nacional: 15 920

104,1 por mil utentes inscritos · mediana nacional 67,8

jan. 2013reforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 5262 em mar. 2024 · mínimo 1370 em abr. 2020

Ver este número na fonteDE-SNSatualizado 1 de agosto de 2026

Médicos (excluindo internos)

situação em jun. 2026

1442

mediana nacional: 434

dez. 2014reforma ULS, jan. 2024jun. 2026

Máximo 1492 em mai. 2024 · mínimo 1073 em fev. 2015

Cautela. Descontinuidade em janeiro de 2024: a reforma ULS integrou os agrupamentos de centros de saúde nas mesmas entidades, e os efetivos saltam +21 % (médicos +33 %) de dezembro de 2023 para dezembro de 2024. Não é contratação — é mudança de perímetro. Confirmado contra o INE em reference/VALIDACAO-EXTERNA.md.

Ver este número na fonteACSSatualizado 15 de julho de 2026

Taxa de ocupação do internamento

12 meses até mai. 2026

87,2 %

mediana nacional: 87,2 %

384 395 em 440 593

jan. 2013metade das unidadesmediana nacionalreforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 118,4 % em fev. 2020 · mínimo 62,0 % em abr. 2020

Cautela. O denominador é a lotação praticada, que varia com camas abertas e encerradas. Ocupação alta pode significar eficiência ou pressão excessiva; ocupação baixa pode significar folga ou camas encerradas por falta de pessoal.

Ver este número na fonteDE-SNSatualizado 30 de julho de 2026

Trabalhadores

situação em jun. 2026

9944

mediana nacional: 3072

dez. 2014reforma ULS, jan. 2024jun. 2026

Máximo 9992 em jan. 2026 · mínimo 7795 em dez. 2014

Cautela. É um efetivo num momento, não um fluxo: somar meses não faz sentido — a ficha mostra o último período. Descontinuidade em janeiro de 2024: a reforma ULS integrou os centros de saúde nas mesmas entidades, e os efetivos saltam +21 % (médicos +33 %) sem que ninguém tenha sido contratado. Ver reference/VALIDACAO-EXTERNA.md.

Ver este número na fonteACSSatualizado 15 de julho de 2026

Dinheiro

Contas e pagamentos a fornecedores

Dívida total a fornecedores externos

situação em abr. 2026

16,9 M€

em linha com a mediana nacional

65 % abaixo da mediana do Grupo E (6 unidades semelhantes: 48,4 M€)

jan. 2014reforma ULS, jan. 2024abr. 2026

Máximo 205,1 M€ em set. 2025 · mínimo 9,5 M€ em mar. 2026

Ver este número na fonteACSSatualizado 30 de julho de 2026

Dívida vencida a fornecedores externos

situação em abr. 2026

12,3 M€

472 % acima da mediana nacional

127 % acima da mediana do Grupo E (6 unidades semelhantes: 5,4 M€)

jan. 2014reforma ULS, jan. 2024abr. 2026

Máximo 135,5 M€ em set. 2025 · mínimo -8,1 M€ em dez. 2024

Cautela. É um saldo em dívida numa data, não uma despesa do período: somar meses contaria a mesma dívida vezes sem conta. A ficha mostra o último período.

Ver este número na fonteACSSatualizado 30 de julho de 2026

Gastos com fornecimentos e serviços externos por doente padrão

12 meses até mai. 2026

1557 €

mediana nacional: 3500 €

231 989 839 em 149 008

Tudo o que a instituição compra fora: meios complementares de diagnóstico contratados, limpeza, alimentação, manutenção, prestações de serviços clínicos. Por unidade de produção ajustada.

jan. 2018metade das unidadesmediana nacionalreforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 3632 € em jun. 2024 · mínimo -515 € em dez. 2024

Cautela. Uma unidade que contrate serviços a terceiros troca gastos com pessoal por gastos aqui. Ler os dois em conjunto diz mais do que qualquer um sozinho.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Gastos com material de consumo clínico por doente padrão

12 meses até mai. 2026

489 €

mediana nacional: 375 €

72 822 552 em 149 008

Próteses, dispositivos, consumíveis de bloco e de imagiologia, por unidade de produção ajustada.

jan. 2018metade das unidadesmediana nacionalreforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 1526 € em dez. 2025 · mínimo -167 € em mai. 2025

Cautela. Sobe onde há mais cirurgia e cardiologia de intervenção.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Gastos com medicamentos por doente padrão

12 meses até mai. 2026

1176 €

mediana nacional: 871 €

175 299 489 em 149 008

Gasto em medicamentos por unidade de produção ajustada. Sobe legitimamente em unidades com oncologia, doenças raras ou terapêuticas biológicas.

jan. 2018metade das unidadesmediana nacionalreforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 2049 € em mar. 2020 · mínimo -351 € em dez. 2021

Cautela. Fortemente dependente da carteira de serviços, mesmo depois do ajustamento.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Gastos operacionais por utente inscrito, por mês

12 meses até mai. 2026

185 €

mediana nacional: 111 €

973 551 814 em 5 276 095

O que a unidade gasta, por mês, por cada pessoa inscrita na sua área. Multiplicado por doze dá a despesa anual por pessoa. Só existe a partir de 2024, e só faz sentido a partir daí: antes da reforma das ULS um hospital não tinha população inscrita, tinha doentes que lhe chegavam.

jan. 2024metade das unidadesmediana nacionalmai. 2026

Máximo 215 € em mar. 2026 · mínimo 132 € em jun. 2025

Cautela. Depende da estrutura etária e da doença da população servida, que o indicador não ajusta. Uma população envelhecida custa legitimamente mais.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Gastos com pessoal por doente padrão

12 meses até mai. 2026

3123 €

mediana nacional: 3941 €

465 317 228 em 149 008

A parte dos gastos que vai para quem trata, por unidade de produção ajustada.

jan. 2018metade das unidadesmediana nacionalreforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 5663 € em nov. 2020 · mínimo 564 € em jun. 2019

Cautela. Ver os gastos operacionais por doente padrão. Um valor baixo pode significar escassez de profissionais e não contenção de custos.

Ver este número na fonteACSSatualizado 27 de julho de 2026

Peso do trabalho extraordinário e suplementos nos gastos com pessoal

12 meses até mai. 2026

16,8 %

1,2 pontos abaixo da mediana nacional

77 941 em 465 316

Proporção da despesa com pessoal que vai para horas extraordinárias e suplementos: quanto da atividade é assegurado fora do horário normal. A causa — falta de quadros, escalas de urgência, opção de gestão — não vem nos dados, e o número por si não a distingue.

jan. 2018metade das unidadesmediana nacionalreforma ULS, jan. 2024mai. 2026

Máximo 46,9 % em jun. 2019 · mínimo 5,2 % em mar. 2025

Ver este número na fonteDE-SNSatualizado 30 de julho de 2026

Prazo médio de pagamento a fornecedores

situação em mar. 2026

147 dias

86 % acima da mediana nacional

34 % acima da mediana do Grupo E (6 unidades semelhantes: 110 dias)

Dias que a instituição demora, em média, a pagar aos seus fornecedores.

mar. 2014reforma ULS, jan. 2024mar. 2026

Máximo 211 dias em mar. 2024 · mínimo 87,7 dias em dez. 2023

Ver este número na fonteACSSatualizado 17 de junho de 2026